Data y Canadá

Overview: This page contains the latest international trade data for Canada, including service trade data, and tariffs.In 2018 Canada was the number 10 economy in the world in terms of GDP (current US$), the number 12 in total exports, the number 15 in total imports, and the number 25 most complex economy according to the Economic Complexity Index (ECI). Canadá se encuentra de lleno en la normalidad en cuanto a flujo de personas en lugares no residenciales se refiere Mundo / miércoles 9 de septiembre de 2020 ... Canadá #Data Mundo . 08 de septiembre 2020 , 07:04 p. m. Elegir al estadounidense Mauricio Claver-Carone como presidente del Banco Interamericano de Desarrollo (BID) no solo desataría una crisis institucional sin ... Pathogen Safety Data Sheets (PSDSs) (previously titled Material Safety Data Sheets for infectious substances) are technical documents that describe the hazardous properties of a human pathogen and provide recommendations for work involving these agents in a laboratory setting. To submit a request for data, please email the [email protected] mailbox with a detailed description of your requested report. Please note that ad hoc requests for data may require a cost recovery fee to be paid as per the Immigration and Refugee Protection Regulations. For information on data sources and methodology, check out the Information on the Collection and Publication of Trade Statistics. For more detailed data please visit USA Trade Online; July 2020 Trade in Goods and Services. Deficit: $63.6 Billion Exports: $168.1 Billion Imports: $231.7 Billion. Canadá ofrece leyes ampliamente desarrolladas para la protección de datos de individuos y empresas. En caso de que por proximidad se escoja el data center ubicado en Montreal, los clientes de Athento tienen la garantía de que el país cuenta con un marco normativo que vela por la protección de su información. Canadá from The World Bank: Data. La base de datos del Índice de Capital Humano (HCI) proporciona datos a nivel de país para cada uno de los componentes del Índice de Capital Humano, así como para el índice general, desagregado por género.

Eu quero sair do Brasil e quero dicas de como fazer isso. (Mais info no post)

2020.09.12 23:45 Tric666g Eu quero sair do Brasil e quero dicas de como fazer isso. (Mais info no post)

Por motivos muito mais do que óbvios, eu quero vazar, meter o pé, largar mão, etc, desse país.
Primeiramente, não é um fogo de palha nem nada. É um sonho que já demorou e muito pra deixar de ser um sonho e virar uma meta (obrigado depressão!), mas agora eu quero já, aos poucos, me programar pra sair daqui mesmo em um futuro próximo (mas obviamente não tão proximo, porque milagres não existem). Não tenho praticamente família aqui e no geral já somos extremamente distantes, então isso não seria empecilho.
Um pouco de background e coisas que tenho em minha vantagem. Tenho 26 anos, estudo numa das maiores universidades do Brasil-sil-sil, mas infelizmente minhas notas são no máximo medíocres (não usando isso como desculpa, mas o pulo escola publica -> universidade publica é algo insano). No momento vivo da bolsa de estudos que a faculdade me providencia, mas já estou no fim do curso e logo consigo estagiar. Algumas das minhas áreas de interesse são data science, programação e criptografia.
Sei que são poucas informações mas gostaria de relatos de quem conseguiu vazar daqui, métodos, dicas, conselhos, etc. Ou ouvir de alguém que ta na luta também pra realizar isso.
AH, e os países dos sonhos seriam: Canadá, Austrália, ou algum país europeu. Mas tenho conhecimento zero de como funciona a imigração.
Muito obrigado Brasil, me ajudem a frequentar o pais dos sonhos!
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2020.09.10 01:41 futebolstats Como assistir Montreal Impact x Toronto FC Futebol AO VIVO – Major League Soccer 2020

O jogo envolvendo Montreal Impact x Toronto FC será realizado nesta quarta-feira (09). A disputa é válida pela 11ª rodada da Major League Soccer de 2020. A partida está programada para começar às 21h00 (horário de Brasília) e o duelo entre as equipes vai acontecer no Estádio Saputo, localizado em Montreal, no Canadá.
Clique AQUI e ganhe 30 dias de DAZN Grátis

ASSISTIR AO VIVO NA TV:

A partida não será transmitida na TV.

ASSISTIR AO VIVO NA INTERNET:

Através do site da BET365* você poderá assistir o jogo de hoje ao vivo pela internet. Portanto, acesse o site pelo seu notebook, celular, tablet ou outro dispositivo. Além disso, poderá assistir o jogo através do aplicativo oficial.
*Lembrando que para assistir a partida é necessário ter uma assinatura ativa no site com qualquer valor de saldo.
Acompanhe todos os jogos e canais ao vivo aqui (teste grátis)
Veja mais!! – Acompanhe todos os jogos AO VIVO

FICHA TÉCNICA:

Torcedômetro Qual é a maior torcida do Brasil?

Montreal Impact x Toronto FC – HISTÓRICO DE CONFRONTOS**

As duas equipes já se encontraram em 46 jogos oficiais na história. O Montreal Impact já venceu a equipe adversária em 13 duelos. Já o Toronto FC conseguiu superar seu rival em 24 partidas. Assim como ficaram no empate em 9 jogos disputados.
Além disso, a equipe do Montreal Impact já marcou 55 gols neste duelo. Enquanto o time do Toronto FC balançou as redes adversárias 75 vezes.
**Números do site oGol (somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
Aqui no Futebol Stats você acompanha tudo sobre os campeonatos nacionais e os internacionais. Portanto, acesse nossa página para saber onde assistir os jogos de Futebol Ao Vivo, e saiba onde assistir todos os jogos de hoje. Assim também, não deixe de acessar a nossa página do Torcedômetro veja o ranking e vote em qual time tem a maior torcida do Brasil.
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2020.09.01 23:41 futebolstats Como assistir Toronto FC x Montreal Impact Futebol AO VIVO – Major League Soccer 2020

O jogo envolvendo Toronto FC x Montreal Impact será realizado nesta terça-feira (01). A disputa é válida pela 9ª rodada da Major League Soccer de 2020. A partida está programada para começar às 21h00 (horário de Brasília) e o duelo entre as equipes vai acontecer no Estádio BMO Field, localizado em Toronto, no Canadá.
Clique AQUI e ganhe 30 dias de DAZN Grátis

ASSISTIR AO VIVO NA TV:

A partida não será transmitida na TV.

ASSISTIR AO VIVO NA INTERNET:

Através do site da BET365* você poderá assistir o jogo de hoje ao vivo pela internet. Portanto, acesse o site pelo seu notebook, celular, tablet ou outro dispositivo. Além disso, poderá assistir o jogo através do aplicativo oficial.
*Lembrando que para assistir a partida é necessário ter uma assinatura ativa no site com qualquer valor de saldo.
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PROVÁVEL ESCALAÇÃO:

Toronto FC:Westberg; Auro, Gonzalez, Mavinga e Morrow; Bradley, Delgado, Piatti e Osorio; Pozuelo e Altidore.
Técnico: Greg Vanney
Montreal Impact:Diop; Brault-Guillard, Camacho, Binks e Raitala; Wanyama, Maciel e Urruti; Piette, Lappalainen e Quioto.
Técnico: Thierry Henry
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FICHA TÉCNICA:

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Toronto FC x Montreal Impact – HISTÓRICO DE CONFRONTOS**

As duas equipes já se encontraram em 46 jogos oficiais na história. O Toronto FC já venceu a equipe adversária em 24 duelos. Já o Montreal Impact conseguiu superar seu rival em 13 partidas. Assim como ficaram no empate em 9 jogos disputados.
Além disso, a equipe do Toronto FC já marcou 75 gols neste duelo. Enquanto o time do Montreal Impact balançou as redes adversárias 55 vezes.
**Números do site oGol (somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
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2020.08.27 02:04 menem95 Análisis The Walt Disney Company (NYSE:DIS)

Hola! Hace un par de semanas compartí una breve investigación que había hecho sobre American Airlines (NASDAQ:AAL) que fue relativamente bien recibida. Ahora comparto esta que hice sobre Disney (NYSE:DIS), quizás a alguien le sirva. Por supuesto recibo criticas, sugerencias, puteadas, etc.
-Link análisis AAL: https://www.reddit.com/merval/comments/i7eh5d/an%C3%A1lisis_american_airlines_nasdaqaal/

The Walt Disney Company (DIS)

The Walt Disney Company (NYSE:DIS) es una compañía multinacional estadounidense dedicada principalmente a los medios de comunicación masivos y a la industria del entretenimiento. Su sede está en Burbank, California, EEUU. La compañía cotiza bajo el ticker DIS, en Nueva York, a un precio de US$ 127,44 al 23/8/2020. Goza de un tamaño prominente, teniendo 223 mil empleados y una capitalización de mercado de 230.292M de dólares. Disney integra el índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) desde 1991, y también integra el S&P 100 y el S&P 500.
Evaluando más en detalle el desempeño de la acción, la acción cotiza US$ 127,44 al 23/8/2020. Hace aproximadamente un año, el 26/8/2019 la acción cotizaba a US$ 137,26 lo que representa una caída aproximada del 7,15% anual (TTM). La caída es mas pronunciada YTD, Disney cotizaba US$ 148,2 a principios de año, por lo que al día de hoy la caída seria del 14%. No obstante, la acción a recuperado bastante valor después de la caída pronunciada que sufrió en Febrero-Marzo, llegando a cerrar a US$ 85,76 el 23/3/20 (habiendo subido un 48% desde entonces). Es para destacar que desde dicha caída se vio un significativo incremento en el volumen operado del papel. Mirando brevemente las medias móviles, vemos que la cotización actual esta por encima del promedio de 30 días (US$ 122,73), del de 90 días (US$ 115,98) y de 200 días (US$ 124,12). Con respecto al mercado, al 25/8, desde comienzo de año Disney se desempeñó por debajo del S&P 500 (5,7%), y del DJIA (-2,15%), con desempeño de -12,42% YTD.[1]
La compañía fue fundada en 1923 por los hermanos Walt y Roy Disney. A lo largo de su historia, Disney se consolidó como líder en la industria de animación estadounidense y luego diversificó sus negocios dedicándose a la producción de películas live-action, televisión y parques temáticos. A partir de 1980 Disney creo y adquirió diversas divisiones corporativas, para penetrar en mercados que fueran mas allá de sus marcas insignia orientadas a productos familiares.
Disney es conocida por su división de estudios cinematográficos (The Walt Disney Studios), que incluye Walt Disney Pictures, Walt Disney Animation Studios, Pixar, Marvel Studios, Lucasfilm, 20th Century Studios, Searchlight Pictures y Blue Sky Studios. Otras unidades y segmentos de la compañía son Disney Media Networks; Disney Parks, Experiences and Products y Walt Disney Direct-to-Consumer & International. A través de estas unidades, Disney posee y opera canales de televisión como ABC, Disney Channel, ESPN, Freeform, FX y National Geographic, así como también venta de publicidad, merchandising y música. También tiene divisiones de producción teatral (Disney Theatrical Group) y posee un grupo de 14 parques temáticos alrededor del mundo.
Es evidente la complejidad de las operaciones de Disney, por lo que vale la pena ir un poco mas a fondo en la composición de los segmentos operativos de Disney, en base al reporte anual de 2019 (mas representativo que el ultimo reporte trimestral en medio de la pandemia), donde encontramos cuatro segmentos relevantes. El primer segmento, denominado “Media Networks”, compuesto principalmente por los canales domésticos de TV, este segmento generó 24.827M US$ de ingresos en 2019 (un 34,7% del total). El segundo segmento es el de “Parks, Experiences and Products”, compuesto por los parques temáticos, resorts y cruceros de las compañías, así como también de las licencias de los nombres, personajes y marcas de la compañía y de los productos de merchandising propios, este segmento reportó 26.225M US$ de ingresos en 2019 (un 36,66% del total, el segmento mas relevante de la compañía). El tercer segmento, es el de “Studio Entertainment” que contiene las operaciones de producción de películas, música y obras de teatro, así como también los servicios de post-produccion. Este segmento reportó 11.127M US$ (un 15,55% del total). El ultimo segmento, quizás el mas interesante es “Direct-to-Consumer & International”, donde además de contener las operaciones internacionales de TV y servicios de distribución de contenido digital como apps y paginas web, se incluyen las unidades de servicios de streaming de Disney, compuestas principalmente por Hulu, ESPN+ y Disney+. Este sector reporto ingresos por 9.349M US$ (un 13,07%, enorme incremento respecto del 5,6% que reportó en 2018).
Respecto a la distribución territorial de las operaciones, es notorio el bagaje del mercado doméstico (EEUU y Canadá) donde concentraron en 2019 el 72,6% de las operaciones. Vale destacar también que hubo un incremento significativo interanual de las operaciones en los mercados de Asia-Pacífico (del 9,3% al 11,2%) y en Latinoamérica y otros mercados (del 3,09% al 4,61%).
En lo que respecta a la política de dividendos de la compañía, encontré registros de pago constante de dividendos desde al menos 1989. El ultimo dividendo fue el 13/12, habiendo pagado $0,88 y arrojando un dividend yield anual de 1,2%. La compañía decidió omitir el dividendo semestral correspondiente al primer semestre de 2020 por la pandemia del COVID-19.[2]
Evaluando un poco la posición financiera de la empresa, a junio de 2020, según el balance presentado, Disney tenia activos corrientes por 41.330M US$ y pasivos corrientes por 30.917M US$, lo que resulta en un working capital (activos corrientes netos, activos corrientes menos pasivos corrientes) de 10.413 US$. El working capital entonces representa el 33,68% de los pasivos corrientes (Con lo cual, el current ratio es de 1,34 apreciándose una mejoría respecto del 0,9 reportado en septiembre 2019). En relación con la deuda de largo plazo, la podemos estimar en 70.052M US$ (borrowings + other long-term liabilities), dado que en septiembre 2019 la cifra era de 51.889M US$, vemos que sufrió un aumento considerable (en el orden del 35%).
Respecto a los flujos de efectivo de Disney, vemos que en lo que va del año fiscal (septiembre 2019-junio 2020) Disney reportó flujo de efectivo por operaciones por 5949M US$, casi lo mismo que reportó para todo el año fiscal 2019 (5984M US$). Viendo la evolución de 10 años del CF de operaciones:

Año (sept-sept) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
CF de operaciones (mill. USD) 6578 6994 7966 9452 9780 11385 13136 12343 14295 5984
Dif. Anual % 6,32 13,9 18,65 3,47 16,41 15,38 -6,04 15,81 -58,14
Viendo la evolución en 10 años del flujo de efectivo de operaciones, vemos que en 2019 hubo una drástica reversión de la tendencia al alza que se venia reportando (con un 58,14% de caída interanual). Esto se debe en parte a la política de adquisiciones de la empresa, que vemos reflejado en el flujo de efectivo por inversiones, equivalente en 2019 a -15.096M US$ (muy por encima del promedio de 2010-2018, equivalente a -4179,4M US$).
En lo relativo a las ganancias de la compañía, para el Q2 2020[3] Disney reportó pérdidas por 4721M US$ (contra una ganancia de 1760M US$ para el Q2 2019). La situación se atenúa considerando las cifras para los últimos nueve meses (Q4 2019-Q2 2020), donde Disney totalizó perdidas por 1813M US$. No obstante, la situación del COVID-19 distorsiona nuestro análisis a largo plazo, por lo que para analizar la evolución interanual desde los últimos 10 años, utilizare los datos de los reportes anuales (datando el ultimo de septiembre 2019).

Año (sept-sept) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Net Income (mill. USD) 3963 4807 5682 6136 7501 8382 9391 8980 12598 11054
Dif. Anual % 21,3 18,2 7,99 22,25 11,75 12,04 -4,38 40,29 -12,26
Como se puede ver en el cuadro, pese al revés sufrido por las obvias complicaciones de la pandemia, el historial de ganancias de Disney es sólido. La compañía tuvo en los últimos 10 años, 2 años de contracción en las ganancias (2017 y 2019), pero en términos generales, las ganancias crecieron a una tasa promedio del 13,02% los últimos 10 años. Para evaluar el crecimiento general estos 10 años, si tomamos el promedio de los primeros 3 años (2010-2012) y el promedio de los últimos 3 (2017-2019), las ganancias de Disney crecieron un 125,8%.
Mirando un poco de ratios, analizaré el EPS (Earnings Per Share) de la acción. Para el Q2 2020, Disney presentó un EPS negativo, de -2,61, contra un 0,98 obtenido en el Q2 2019. Refiriéndonos al desempeño pre-pandemia, el EPS promedio anual de los últimos 5 años fue de 6,3 y el ultimo EPS anual reportado (septiembre 2019) estaba ligeramente por encima, alrededor de 6,68.[4] En lo respectivo al Price/Earning, el P/E (TTM) al valor de la acción del 23/8 es de -208,9. No obstante, si eliminamos la distorsión producto de la pandemia, calculando las ganancias promedio de los últimos 3 años (de acuerdo con los reportes anuales), es de 18,38, lo cual es un valor aceptable dada la coyuntura de los últimos años. En lo que respecta al Price-To-Book (P/B) ratio, el book value a junio 2020, es de 50, por lo que el P/B (siempre al precio del 23/8) es de 2,54, un valor razonable dados los promedios de los sectores en los que Disney tiene incidencia.[5] El ultimo ratio a analizar es Price/Assets (P/E*P/B) que, (usando P/E con promedio de las ganancias de los últimos 3 años) arroja un valor de 46,68.
Sobre el soporte institucional de la compañía, Disney tiene un apoyo considerable, calculado en el 66,42% del flotante en manos de instituciones. Los tenedores líderes son Vanguard con el 8,22%; BlackRock (NYSE:BLK) con el 6,32% y State Street Corporation (NYSE:STT) con el 4,19%. Otros tenedores significantes (1-2%) son Bank of America (NYSE:BAC), MorganStanley (NYSE:MS) y Bank of New York Mellon (NYSE:BK).[6]
En lo respectivo al management de Disney, la primera consideración importante es respecto al legendario CEO de la compañía, Robert “Bob” Iger, quien, en febrero de este año, después de posponerlo por años, decidió dar un paso al costado como CEO de la compañía, dejando a cargo al director del segmento de Parques y Resorts, Bob Chapek. Esto duró poco, y en abril Iger volvió a tomar las riendas de la compañía.[7] No obstante, es altamente probable que, una vez estabilizado el panorama Iger retome su frustrado plan de dar un paso al costado.[8] En lo relativo a la compensación, Iger cobró 47.525.560 US$, los executive officers una remuneración promedio de 11.319.422 US$ y el empleado promedio de Disney cobró 52.184 US$.[9]
Una cosa que llama la atención del balance de Disney (septiembre 2019), es el incremento notorio del goodwill (de 31.269M US$ a 80.293M US$, un aumento del 157%). No obstante, este incremento puede deberse a la política de fusiones y adquisiciones de la compañía. Disney viene llevando en los últimos años una política de adquisiciones relativamente agresiva, ideada por el CEO Bob Iger, de las cuales podemos destacar 4 o 5 operaciones clave, la primera de ellas fue la adquisición de Pixar, la famosa empresa de animación que había despegado bajo la conducción de Steve Jobs y Ed Catmull, en 2006 por 7,4MM US$ (de esa adquisición se beneficiaron sacando películas muy exitosas como Up, Wall-E, Ratatouille, Toy Story 3, etc.). Otra adquisición clave, fue la compra de Marvel en 2009 por 4MM US$ (La última de sus películas Avengers: Endgame, la más taquillera de la historia de Disney, vendió entradas por 3MM US$). En 2012, Disney compró Lucasfilm (histórica productora de Star Wars), por 4,05MM US$, y posteriormente anunció una muy lucrativa tercera trilogía de Star Wars. Por último, en marzo de 2019, Disney concretó la adquisición de 2oth Century Fox, en marzo de 2019, por la extraordinaria cifra de 73MM US$, sus resultados aún están por verse.[10]
Analizar la competencia de Disney es algo trabajoso, dado la variedad de sectores en los que se involucra y la falta de compañías que abarquen tantos sectores como Disney. Considero que la compañía que más se aproxima en cuanto a sus operaciones y al volumen de las mismas es Comcast (NASDAQ:CMSCA), si bien Disney compite con numerosas empresas en numerosos sectores, como podrían ser, por ejemplo Cedar Fair (NYSE:FUN) o Six Flags (NYSE:SIX) en el negocio de los parques temáticos; ViacomCBS (NYSE:VIAC) o Discovery Communications (NASDAQ:DISCA) en el negocio mediático; así como Netflix (NASDAQ:NFLX) o Amazon (NASDAQ:AMZN) en el negocio del streaming, sobre los cuales hablare más adelante. También compite con segmentos de negocios de conglomerados grandes como Sony (NYSE: SNE) o AT&T (NYSE:T).
Observando a Comcast, el acérrimo rival, vemos que la capitalización bursátil es similar, siendo de 198.301M US$ para Comcast y de 234.538M US$ para Disney, así como los empleados, teniendo 190.000 (CMCSA) y 236.000 (DISN). El desempeño de ambas acciones es parejo, en términos generales Comcast tuvo mejor performance, sobre todo YTD (-3,47% contra -10,26%). En los márgenes y ratios también gana Comcast, supera ampliamente en gross margin (TTM) a Disney, con 56,78% contra 27,95% y en net margin (TTM) con 10,91% frente a un pobre -1,91%. El EPS (TTM) da 2,53 para Comcast contra -0,6 para Disney. Consecuentemente, Comcast pudo mantener un P/E positivo de 17,56.
Si bien los números parecen positivos en la comparación para el lado de Comcast, me parece relevante destacar que lo mismo que fue su mayor ventaja comparativa (la composición de sus segmentos operativos), puede ser lo que la haga perder en la comparación a futuro, dada la absoluta supremacía que tiene la operatoria relacionada con la televisión, así como la falta de un segmento de negocios dedicado al streaming de video (sobre el cual también me referiré mas adelante).[11]
Para analizar el futuro, creo que es relevante hacer unas breves conclusiones sobre la actualidad. En primer lugar, los segmentos operativos mas afectados fueron el segmento de parques temáticos, resorts, etc. y el segmento de los estudios cinematográficos con lo cual los ingresos de Disney este último trimestre quedaron a cargo, principalmente, de los canales de TV (que sufrieron una breve baja del 2%) y de los servicios de streaming.
Empezando por los sectores más afectados, respecto a la producción fílmica (Studio Entertainment), me parece que la situación no es crítica, claramente la situación de la pandemia redujo fuertemente los ingresos del sector (al haberse reducido lógicamente la asistencia a salas de cine). No obstante, el manejo del sector viene siendo exitoso hace años (en los últimos 2 años lanzaron 3 de las 4 películas más taquilleras de la historia de la compañía, Endgame, Infinity War, y el live-action de El Rey León), y no hay indicios de que esto vaya a cambiar en el futuro (hay un esquema de estrenos futuros interesante).[12]
En lo que respecta a los parques, las perspectivas no son tan buenas. La caída para el Q2 2020 fue del 85% en relación al Q2 2019. Es evidente que al haber una cuestión sanitaria de por medio, el turismo va a ser uno de los sectores mas afectados, habiendo sufrido una caída increíble en la primera mitad del año. [13] Actualmente, la actividad comercial de los parques temáticos está empezando a reanudarse, habiendo reabierto las operaciones en Walt Disney World en Florida, y estando a la espera de reabrir Disneyland en California, dada la incertidumbre de la pandemia.[14] No obstante, la recuperación fue peor de lo esperado y a partir de Septiembre Walt Disney World recortará los horarios de sus parques.[15] Asimismo, comparativamente, el desempeño de Universal Studios (propiedad de Comcast), parece ser mejor que el de Disney en esta reapertura.[16] No obstante, es importante destacar el carácter de líder absoluto de Disney en este sector,[17] con una competencia que difícilmente pueda igualar su posición, con lo cual si bien el desempeño en el corto plazo puede ser inferior al de la competencia, es altamente probable que recupere su posición dominante en el mediano-largo plazo.
Es interesante ver, en tercer lugar, el segmento “Media Networks” que consiste principalmente en los canales de TV que Disney posee. Este sector no tuvo una caída significante (solo del 2% para el Q2 2020 en relacion al Q2 2019) en el corto plazo, pero en el largo plazo, es evidente que la tendencia del sector es a desaparecer. Las encuestas y reportes muestran un lento descenso año tras año de la audiencia, tanto de TV en vivo, TV diferida y radio.[18] Con lo cual, a largo plazo, es previsible que este segmento sufra una disminución considerable en su volumen de operaciones.
También es previsible (y así lo reflejan las encuestas), que el reemplazo de la TV tradicional sea protagonizado por los servicios de video streaming (VOD), es decir, por las operaciones del cuarto segmento (Direct-to-Consumer). Disney tiene hoy 3 servicios de streaming, Hulu, ESPN+, y Disney+ (ofrece los tres en un bundle que cuesta US$ 12,99). Como ya dijimos, el incremento de los ingresos por estos servicios durante el FY 2019 fue significante. Veamos la evolución de los subscriptores a estos servicios en lo que va del FY 2020 (es decir, Q4 2019, Q1 2020 y Q2 2020).
Q4 2019 Q1 2020 Q2 2020
Hulu 30,4M 32,1M (+5,6%) 35,5M (+10,6%)
ESPN+ 6,6M 7,9M (+19,7%) 8,5M (+7,6%)
Disney+ 26,5M 33,5M (+26,4%) 57,5M (+71,6%)
Como se puede apreciar, el crecimiento es destacable, sobre todo de Disney+. Yendo producto por producto, cuesta encontrar competidores comparables con ESPN+, con lo cual Disney no tiene mucha competencia. Por su parte Hulu y Disney + son complementarios, la diferencia entre uno y otro radica principalmente en el catálogo (el de Hulu es un poco más ecléctico, el de D+ se centra principalmente en contenidos de marcas propias de Disney), así como también pequeñas características de Hulu que lo diferencian de otros servicios de streaming (incluyendo una versión alternativa de suscripción que incluye TV en directo). Estos dos servicios si se enfrentan a una feroz competencia, participando de la contienda denominada “streaming war” con gigantes como Netflix o Amazon Prime Video.
En ese orden, mientras Netflix tiene 193 millones de subscriptores,[19] y Amazon ostenta un numero similar o superior (habiendo ganado mas de 100M de subscriptores en un año), [20] Disney tiene solo 93 millones entre Disney+ y Hulu (nada mal, considerando que Disney+ está en su primer año de vida). Mirando hacia adelante es posible que el servicio que ofrece Disney expanda su base de subscriptores, así como también es muy probable que la competencia se recrudezca (incluyendo la incidencia de otros servicios como Apple TV+). En ese contexto, el principal motivo para pensar que Disney podría ganar la “guerra” los próximos años podría ser el amplísimo catálogo de licencias de personajes, series, y películas que posee el conglomerado (Star Wars, Los Simpson, Marvel y todos sus superhéroes, por solo mencionar algunos), que podrían tener muchísimo mas peso que las producciones originales de sus competidores. Por otro lado, el servicio de Amazon, por ejemplo, resulta mas atractivo en cuanto a pricing, porque le es ofrecido como un beneficio a todos los que cuentan con una subscripción de Amazon Prime)
A forma de conclusión, es difícil imaginar un futuro adverso a largo plazo para Disney. Sin embargo, su desempeño en el corto-mediano plazo dependerá de varios factores (quizás valga la pena analizar Comcast para el corto-mediano plazo, para el largo parece ser una desventaja fatal el hecho de que no estén compitiendo fuerte en la guerra por el streaming), en mi opinión, principalmente de la reactivación del turismo (tanto domestico como internacional) así como del desempeño de sus servicios de streaming (y el desempeño de sus competidores).
Fuentes
-Forms 10-K y 10-Q, principalmente los últimos, toda la información esta en https://thewaltdisneycompany.com/investor-relations/
-Yahoo! Finance: https://finance.yahoo.com/quote/DIS?p=DIS
-Otras fuentes, especificadas en los footnotes

[1] Datos en base a gráficos de https://www.tradingview.com/chart/
[2] Datos de https://www.macrotrends.net/stocks/charts/DIS/disney/dividend-yield-history y https://www.nasdaq.com/market-activity/stocks/dis/dividend-history
[3] El año fiscal de Disney comienza en septiembre, por lo que los reportes de ellos (y el orden de los trimestres del año fiscal) se presentan en consecuencia. No obstante, cada vez que me refiera a un determinado trimestre o quarter, lo hago en base al año calendario.
[4] En base a datos de los filings ante la SEC y de https://www.macrotrends.net/stocks/charts/DIS/disney/shares-outstanding
[5] En base a una comparación con datos de https://siblisresearch.com/data/price-to-book-secto
[6] Información de https://finance.yahoo.com/quote/DIS/holders?p=DIS
[7] Información de https://www.nytimes.com/2020/04/12/business/media/disney-ceo-coronavirus.html
[8] Si se quiere mas insight sobre Bob Iger, es recomendable la biografía de Steve Jobs que hizo Walter Isaacson
[9] Datos del proxy statement de 2020 https://otp.tools.investis.com/clients/us/the_walt_disney_company/SEC/sec-show.aspx?FilingId=13852150&Cik=0001744489&Type=PDF&hasPdf=1
[10] Ver https://www.cnbc.com/2019/08/06/bob-iger-forever-changed-disney-with-4-key-acquisitions.html , https://money.cnn.com/2006/01/24/news/companies/disney_pixar_deal/ , https://money.cnn.com/2009/08/31/news/companies/disney_marvel/ , https://www.bbc.com/news/business-20146942 , https://www.the-numbers.com/box-office-records/worldwide/all-movies/theatrical-distributors/walt-disney entre otros
[11] Comparaciones con el screener de TradingView: https://www.tradingview.com/screene
[12] Ver https://editorial.rottentomatoes.com/article/upcoming-disney-movies/
[13]Estadísticas del sector en: https://tradingeconomics.com/united-states/tourist-arrivals
[14] Ver https://www.usatoday.com/story/travel/experience/america/theme-parks/2020/08/10/disneyland-california-theme-parks-left-limbo-covid-19-surge/3319886001/
[15] Ver https://deadline.com/2020/08/walt-disney-world-cut-hours-september-1203008260/
[16] Ver https://www.foxbusiness.com/lifestyle/universal-sees-more-visitors-than-disney-amid-coronavirus-report
[17] Ver https://www.forbes.com/sites/niallmccarthy/2019/05/23/the-worlds-most-popular-theme-parks-in-2018-infographic/#7c2354e577ac , https://edition.cnn.com/travel/article/most-popular-theme-parks-world-2018/index.html , https://www.teaconnect.org/images/files/TEA_268_653730_180517.pdf
[18] Ver https://www.nielsen.com/us/en/insights/report/2020/the-nielsen-total-audience-report-august-2020/
[19] Form 10-Q Q2 2020 Netflix: https://d18rn0p25nwr6d.cloudfront.net/CIK-0001065280/bcff7d52-7a7d-4e0c-8265-4b6860929fb1.pdf
[20] Ver https://www.forbes.com/sites/petercsathy/2020/01/31/amazon-prime-video-the-quiet-ominous-streaming-force/#6abbe5e41f1a
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2020.08.26 02:38 Olavitho Dicas para começar a estudar Data Science

Boa noite pessoal.
Sou formado em Economia, mas meu curso foi totalmente voltado pra estudos acadêmicos e as parte mais técnicas-matematicas foram deficitárias.
Ultimamente eu tenho estudado mais programação e coisas sobre ciência da computação. Fiz algumas bobeiras em Python e em C, nada de valor no Github. Fiz umas 3 semanas do CS50 e vou tentar terminar ainda esse ano o curso todo.
Então uma área de tecnologia que intersecciona bastante com Economia é Data Science e Analytics.
Gostaria de uma dica de vocês, por onde começar a estudar essa especialidade (quais cursos/sites/threads/livro), se existe mercado no Brasil, e se estudar por conta própria é possível? Outra coisa, existe uma facilidade de eu conseguir um emprego como analista de dados fora do país (Europa/Canadá/EUA)?
É isso, muito obrigado pela atenção de vocês.
Ps: O que é Big Data? É uma área em ciência dos dados, ou só um sinônimo pra isso?
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2020.05.23 18:56 Heeercules E O FUTURO DE HAMILTON NO BRASIL?!

E O FUTURO DE HAMILTON NO BRASIL?!
Fala ae glwr, td beleh? Caso algm esteja por fora do que rolou, eu vou dar uma resumida pra vcs. S2

Teaser De Anunciamento do Musical No Streaming Disney+
O músical Hamilton, que estreiou em 2015, fez enorme sucesso entre o público de imediato, entrando até pro livro dos Récordes. SIM! Já conquistou diversos prêmios e antes que o elenco/cast original fosse "desligado", ele juntou todos e gravou uma apresentação com, aparentemente, 3 câmeras, em lugares diferentes. Isso era para ter uma gravação cinematográfica em vários ângulos.

O assunto de um suposto filme foi levantado ao longo dos anos, mas até então nada. Até que, em 2018, foi noticiado que diversos estúdios de Hollywood estavam disputando os direitos do então filme (já gravado). Não é nenhuma surpresa quem acabou ganhando a disputa neh? Ela mesma, a dona Walt Disney, que pagou nada mais que 75 Milhões de Dólares para ter Hamilton em suas mãos. O Lin-Manuel só pediu uma condição: Que só exibissem após 2020 para que o máximo de pessoas possíveis conseguisse ir aos teatros. Filme comprado, condição aceita e data de exibição anunciada: segundo semestre de 2021. Resultado? Fandoms do mundo todo alvoroçados. Todos esperávamos ansiosamente para data, tudo certo.

Porém, chegou a covid-19, que obviamente fez todos os espetáculos se encerarem e tudo mais. Mas uma notícia pegou o mundo todo de surpresa, de diversas formas. Se lembram do Disney+, serviço de streaming da Disney, que chegará aqui em novembro desse ano (2020)? Então...ele frustrou muita gente. Isso porque com os parques da Disney fechados pelo mundo, cm quase nenhum merchan de bonecas ou lojas, com suas gravações para o streaming e os cinemas paradas, a Disney se viu num problema. A maior fonte de dinheiro durante a pandemia era o serviço de streaming, que tende a ter cada vez mais pessoas. Porém, coo eu havia dito, eles estavam sem conteúdo original, pq n tinha gravação. Eles precisavam manter o público de qualquer maneira no serviço e, adivinhem como? Pegaram o musical e anunciaram sua estréia antecipada no Disney+, para 3 de julho, véspera do Dia da Independência dos Estados Unidos. Os fãs dos Eua, por exemplo, amaram, já que tem vários elencos exibindo Hamilton em seu país e teriam algo antecipado.

O problema é: Até o momento deste post, O Disney+ está disponível apenas nos EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Espanha, Itália, Suíça, Áustria, Austrália, Nova Zelândia e Holanda. Todo o resto do mundo não terá o filme em suas residências nem tão cedo. Quando a notícia saiu, Hamilton foi na hora para os trendings do Twitter nos Eua e em outros lugares, como o Brasil. O fandom aqui é maior do que pode parecer, porque a hashtag levantada teve um número de twittes muito maior que no próprio EUA. Teve de tudo: gente com raiva, gente feliz, gente fazendo meme falando que ia ver em 144p pirateado, etc.

A questão é: Como o serviço não está disponível na maioria dos países, pq não manter o lançamento do filme nos cinemas dos demais países numa pós quarentena, como planejado originalmente e só depois disponibilizar no streaming dos lugares? Eles só iriam ganhar mais dinheiro e mais pessoas poderiam ter a honra de conhcer a obra, até pq muitas pessoas não terão condições de ter o Disney+.



Lhamers do meu S2, eh isso por agora, acho eu neh ksmjsms. Deixem suas opniões sobre tudo e vamos tentar fazer o Reddit aumentar para a Jazz ver mais a gnt! Um abraço em tds vcs ( à dist\\ãncia, eh claro haha), valeuuuu!



S2
Cartaz do Musical
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2020.04.19 21:03 akarena O impacto psicológico da quarentena e como reduzi-la: revisão rápida das evidências

International Journal of Drug Policy Watson TM, Kolla G, van der Meulen E & Dodd Z (2020).
O estudo, como informa o título, fez uma revisão rápida da evidência disponível na literatura acerca do impacto psicológico da quarentena e sobre como reduzi-lo. Dado o estado de emergência global em função do contágio por coronavírus, os autores informam ter preterido uma avaliação mais rigorosa de qualidade dos estudos abarcados em favor da preocupação por contribuir com a divulgação das melhores evidências então disponíveis sobre o tema em questão. Os autores definem “quarentena” como a separação e restrição de mobilidade por indivíduos potencialmente expostos a uma doença contagiosa para verificar se, tendo sido infectados, irão desenvolver a doença em questão. Essa é a situação abordada no estudo, que é distinta do isolamento, ou seja, a separação das pessoas que foram diagnosticadas com uma doença contagiosa das pessoas que não estão doentes. Lembram, porém, que as fronteiras entre quarentena e isolamento podem ser “borradas”. Na história recente, a quarentena foi adotada no Canadá e na China em 2003 por conta da síndrome respiratória aguda grave (SARS) e, em 2014, em vilas inteiras de muitos países da África Ocidental durante o surto de Ebola. No caso do COVID-19, cidades inteiras na China foram quarentenadas em massa, e estrangeiros que de lá retornavam foram solicitados a se autoisolarem (em casa ou em instalações estatais). Como os mecanismos de contenção não foram suficientes, e a transmissibilidade do vírus mostrou-se muito alta, quarentena, isolamento e distanciamento social vêm sendo adotados em vários pontos do planeta seguindo as recomendações das agências de saúde nacionais e transnacionais. Foram abrangidos pela revisão relatos de estudos primários realizados em dez países e que incluíram pessoas com SARS (onze estudos), Ebola (cinco), pandemia de influenza H1N1 de 2009 e 2010 (três), síndrome respiratória do Oriente Médio (dois) e influenza eqüina (um). Um desses estudos relacionou-se ao H1N1 e ao SARS. A maioria dos estudos revisados relatou efeitos psicológicos negativos de se permanecer em quarentena. De modo geral, humor deprimido e irritabilidade mostraram-se os sintomas mais prevalentes como manifestações de sofrimento mental, porém, também foram relatados confusão, insônia, raiva, exaustão emocional e sintomas depressivos e de estresse pós-traumático.
Tais sintomas foram especialmente importantes entre trabalhadores da saúde que atuaram em contexto hospitalar atendendo às pessoas infectadas, que também manifestaram medo, tristeza, culpa e dúvidas em relação a permanecer exercendo a atividade profissional. Dois estudos identificados na revisão realizada relataram efeitos em longo prazo da quarentena, informam que os sintomas de abuso ou dependência de álcool entre trabalhadores da saúde que atenderam aos infectados por SARS foram positivamente associados ao fato de terem sido colocados em quarentena e trabalhado em um local de alto risco. Sintomas depressivos também foram identificados após três anos, mais intensos entre o pessoal hospitalar que precisou ficar em quarentena (60%) contra os que não ficaram (15%). A revisão também indica que determinados fatores atuaram como estressores mais relevantes durante a vigência de medidas de quarentena: (1) maior duração da quarentena, de modo que pessoas que ficaram em quarentena por mais de dez dias relatam maior sofrimento psicológico; (2) medos de infecção, principalmente por temer infectar membros da família, especialmente entre mulheres grávidas e aquelas com crianças pequenas; (3) frustração e tédio, exacerbados pela impossibilidade de participar das atividades do dia-a-dia; (4) falta de acesso a suprimentos básicos como alimentos, água, roupas, moradia e medicamentos, bem como a irregularidade de cuidados médicos e insuficiência desses suprimentos pelas autoridades de saúde pública, e (5) informações inadequadas, com diretrizes claras e insuficientes, falta de coordenação entre as várias jurisdições e níveis de governo envolvidos e falta de transparência sobre a gravidade da pandemia, gerando dificuldades em cumprir os protocolos de quarentena. Na pós-quarentena, por sua vez, dois estressores foram centrais: (1) a perda financeira devido à necessidade de interromper atividades profissionais sem planejamento prévio, gerando raiva e ansiedade vários meses após a quarentena, com assistência financeira em valores insuficientes ou sendo disponibilizada tarde demais, produzindo dependência financeira da família, o que afetou mais as pessoas com renda mais baixa, trabalhadores autônomos e assalariados que não contavam com férias remuneradas, e (2) o estigma, principalmente direcionado aos profissionais de saúde em quarentena, que foram estigmatizados e rejeitados por seus vizinhos em algumas situações, e cujos empregos passam a ser vistos como muitos arriscados gerando uma tensão intra-familiar, para o que contribuem manchetes dramáticas e propagação de medo pela mídia. E para mitigar as consequências da quarentena, o que pode ser feito, segundo essa revisão? Para minimizar os problemas financeiros, é preciso que os governos delineiem programas específicos para fornecer suporte financeiro, assegurando que dentro do possível as pessoas trabalhem em casa, mesmo considerando que provavelmente com produtividade mais reduzida, contando com suporte social remoto de seus colegas.
Para minimizar a estigmatização, que tem como alvo em especial os profissionais de saúde, é preciso investir em uma educação geral sobre a doença e em justificar publicamente a medida de quarentena, fornecendo informações mais detalhadas às escolas e aos locais de trabalho, com um papel importante da mídia em oferecer mensagens rápidas e claras e um entendimento preciso da situação. Além disso, é importante que a quarentena respeite o tempo previsto, mantendo o tempo de quarentena ao que é cientificamente razoável, a menos em circunstâncias extremas. Estudos apontam que quarentenas mais longas estão associadas a piores resultados psicológicos, de modo que as autoridades devem aderir ao período recomendado de quarentena e não o estender. O público em geral deve ter acesso ao máximo de informação possível, que é fundamental, em especial às próprias pessoas em quarentena, que precisam entender a situação e ter uma boa compreensão da doença. Para isso, comunicação eficaz e rápida é essencial. As pessoas em quarentena costumam ter avaliações catastróficas de quaisquer sintomas, e informações inadequadas podem torná-las incertas da natureza dos riscos envolvidos. Suprimentos (gerais e médicos) precisam ser inevitavelmente fornecidos, o mais rapidamente possível, contando inclusive com planos de conservação e realocação de suprimentos às pessoas quarentenadas. Também é preciso reduzir o tédio, oferecendo técnicas de enfrentamento e gerenciamento de estresse e ativação da rede social das pessoas em quarentena, assegurando mesmo que remotamente o contato com família e amigos, bem como manter uma linha de suporte por telefone. Existem evidências que sugerem serem relevantes grupos de apoio especificamente para pessoas que ficaram em quarentena. Os profissionais de saúde merecem atenção especial, porque podem ser afetados negativamente pelas atitudes estigmatizantes, além de estarem preocupados com a falta de pessoal em seus locais de trabalho e com o trabalho extra de colegas. Nesse sentido, o apoio organizacional protege a saúde mental da equipe de saúde, sendo importante que os gerentes das equipes estimulem os funcionários a apoiar os colegas em quarentena. Finalmente, a revisão aponta que estimular o altruísmo (solidariedade) é melhor que adotar quarentena compulsória, visto que a maioria dos efeitos adversos advêm da imposição de uma restrição de liberdade: quarentena voluntária está associada a menos sofrimento e menos complicações em longo prazo. As autoridades de saúde pública, assim, devem enfatizar a escolha altruísta de auto-isolamento, lembrando à população os benefícios da quarentena para a sociedade em geral e que a quarentena está ajudando a manter outras pessoas seguras. Os autores concluem que o impacto psicológico da quarentena é amplo, substancial e pode ser duradouro, mas que, no entanto, não usar a quarentena e permitir a propagação da doença pode ter consequências ainda piores.
Fonte: plata_data, newsletter científica da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.
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2020.02.27 23:48 marcinhocardoso Basic Attention Token

Basic Attention Token


  • Link para o Airdrop: Download Brave
  • Valor total: $ 10 + até 5 $ por referência
  • Plataforma: ETH
O Basic Attention Token é o novo token para o setor de publicidade digital criado pelo fundador do Javascript. Ele paga aos editores pelo conteúdo e pelos usuários pela atenção, enquanto fornece aos anunciantes mais em troca dos anúncios.
O Token de atenção básica compartilha 70% de suas receitas de anúncios com seus usuários. Basta baixar o navegador Brave , ativar “Brave Ads” no navegador e ser notificado sobre os anúncios para ganhar BAT grátis enquanto navega na web. Você também pode ganhar BAT reivindicando doações aleatórias de tokens no valor de 25 a 40 BAT . Novas concessões de token geralmente ficam disponíveis mensalmente. Os usuários podem reivindicar concessões de token uma vez a cada 30 dias, primeiro a chegar, primeiro a ser servido. Você pode fazer isso baixando o Brave e permitindo que “Brave Rewards” sejam elegíveis para possíveis concessões de token. Uma notificação aparecerá no ícone do Rewards quando uma concessão estiver disponível. Além disso, ganhe até US $ 5 em BAT por cada indicação. O Token de Atenção Básica já está listado no Coinmarketcap .

Passo a Passo:

Ganhe BAT grátis enquanto navega na Web (apenas dispositivos de desktop macOS, Windows e Linux ):
  1. Baixe e instale o navegador Brave no seu dispositivo desktop. Brave Ads será integrado nos aplicativos Android e iOS nos próximos meses.
  2. Inicie o navegador Brave e clique no logotipo do triângulo BAT ao lado da barra de endereço.
  3. Um pop-up ocorrerá onde você ativará as recompensas clicando em “Join Rewards”.
  4. Agora, navegue até as configurações de recompensa no pop-up ou digite “brave: // rewards /” e verifique se a opção “Brave Ads” está ativada.
  5. A partir de agora, você receberá ofertas em forma de notificações em um momento que o navegador considerar apropriado e não perturbador.
  6. Simplesmente envolva-se com essas notificações, visualize os anúncios e você obterá 70% da receita do anúncio visualizado, enquanto o Brave recebe apenas os 30% restantes.
  7. No final do ciclo mensal do Brave Rewards, você pode reivindicar seus tokens acumulados. O BAT pode ser doado automaticamente mensalmente aos sites mais visitados ou usado para dar dicas aos criadores de conteúdo ou amigos favoritos. Em breve, você também poderá usar o BAT para obter conteúdo premium, além de trocá-lo por recompensas do mundo real, como estadias em hotéis, cupons de restaurante e cartões-presente. A Brave também está trabalhando em uma opção para permitir que os usuários retirem o BAT de suas carteiras para uso pessoal, convertendo seu BAT em uma moeda fiduciária local por meio de parceiros de câmbio.
  8. Observe que os Brave Ads são restritos geograficamente aos seguintes países: EUA, Reino Unido, Canadá, Alemanha e França. Mais geografias estarão disponíveis em breve.
  9. Você encontrará mais informações sobre os Brave Ads no anúncio oficial .
Concessões de token mensais para usuários de desktop:
  1. Faça o download do navegador Brave aqui .
  2. Execute o navegador e ative “Brave Rewards”. Clique no ícone BAT na interface do navegador Brave. Se houver concessões de tokens disponíveis, você verá uma mensagem apropriada e poderá começar a reivindicar seus tokens BAT clicando em “OK”.
  3. Depois disso, clique em “Configurações de recompensas” e finalize sua reivindicação clicando no botão “Reivindicar” e concluindo um simples quebra-cabeça captcha.
  4. Novas concessões de token geralmente ficam disponíveis mensalmente. Os usuários podem reivindicar concessões de token uma vez a cada 30 dias, primeiro a chegar, primeiro a ser servido. Uma notificação aparecerá no ícone do Rewards quando uma concessão de token gratuito estiver disponível.
  5. Se você tiver problemas para reivindicar seus tokens gratuitos, consulte este tutorial em vídeo oficial para solicitar subsídios de tok BAT gratuitos .
  6. Os tokens não podem ser retirados diretamente, mas o BAT recebido pode ser usado para dar gorjeta a alguém (qualquer amigo ou credor de conteúdo que você queira apoiar). Uma vez derrubados, os tokens podem ser retirados pela pessoa / credor derrubado.
Concessões de token mensais para usuários de aplicativos Android / iOS (25 a 40 BAT):
  1. Faça o download do navegador Brave no seu dispositivo Android ou iOS.
  2. Vá para a barra de pesquisa no aplicativo Brave para navegador e digite chrome: // flags .
  3. Procure por “Recompensas” e clique no botão “Padrão” e selecione “Ativado”.
  4. Clique em “Reiniciar agora” e, uma vez concluído, um ícone BAT aparecerá na interface do navegador Brave.
  5. Agora você pode concluir as mesmas etapas mencionadas nas etapas da área de trabalho para se qualificar a partir de concessões de token no valor de 25 a 40 tokens BAT.
  6. Para mais informações, assista a este vídeo .
Programa de indicação corajoso (até US $ 5 em BAT por cada instalação):
  1. Para obter seu próprio link de indicação, basta seguir este link e clicar em “Tornar-se um criador” no menu de navegação “Recursos -> Criadores” para se registrar como editor.
  2. Você ganhará até US $ 5 em BAT por cada indicação usando seu próprio link de indicação de download.
  3. As recompensas de referência podem ser retiradas diretamente da sua carteira pessoal Uphold .

Valor estimado

$ 10 + até 5 $ por referência

Tokens por reivindicação

40 MTD

Máx. Participantes

Ilimitado

Visão geral

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2020.02.05 05:16 Fronoco Ciencias de la Computación (UBA) - ¿Bachelor's o Master's Degree?

Buenas gente.
Quería saber si tienen idea cómo toman el título de Cs. de la Computación (UBA) en el exterior.Sobre todo en EEUU, Canadá, Reino Unido, etc. Países del primer mundo.
Lo toman como un Bachelor's o como un Master's en Computer Science?
Alguno tiene información reciente?Busqué pero encontré data de hace varios años y no muy clara.
Gracias!
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2020.01.30 13:40 SuperkidNP Resume da carreira de Carlos Rocha na WON de hoje.

Olá amigos, o Dave Meltzer como prometido resumiu a carreira de Carlos Rocha na última Wrestling Observer Newsletter. Traduzi para português para vocês:
Carlos Rocha, considerado o maior lutador vindo de Portugal, faleceu dia 27 de Janeiro só umas semanas anes do seu 93º aniversário.
Rocha, nascido a 2 de Fevreiro de 1927, estava residindo na Florida.
Rocha era o lutador mais velho ainda vivo que teve carreira na América do norte. Com a sua partida, este record pertence agora a Cowboy Bob Ellis que está próximo dos 91 anos.
Rocha começou a sua carreira em Portugal nos anos 40. Foi uma das maiores estrelas na Europa durante os anos 50 e chegou aos Estados-Unidos em 1962 para competir no Texas e na Califórnia do norte. Regressou à Europa depois disto e só voltou à América em 1971.
Quase imediatamente tornou-se numa das maiores vedetas na América do Norte em 1971-1972, trabalhando em Toronto e Montreal. Foi campeão mundial na International Wrestling da família Rougeau e teve um reinado de quarto meses em 1971. A sua estadia em Montreal é relembrada principalmente pela sua rivalidade com Abdullah the Butcher. Rocha contra Butcher pelo Campeonato do Mundo encheu o Forum em Montreal com 16’557 expectadores no dia 29 de Novembro de 1971. A desforra trouxe 14’900 no dia 27 de Dezembro do mesmo ano.
Ele foi ainda uma maior estrela em Toronto onde foi cabeça de cartaz cinco vezes no Maple Leaf Garden em 1972 numa rivalidade com The Sheik, conseguindo esgotar a sala por três vezes, mais do que qualquer outro adversário do Sheik na altura onde ele era a estrela principal do território. Este periodo foi o tempo com mais sucesso na história da Maple Leaf Wrestling.
Rocha chegou a Toronto no final do ano 1971 e era anunciado como sendo o campeão de Portugal numa era onde ser um campeão nacional na Europa ainda tinha muito significado.
Esteve invicto com vitórias “explosivas” contra a maior parte dos luradores de menor nome, o mais conhecido sendo o George “Man Mountain” Cannon. Isto levou a a um combate contra o Sheik dia 6 de Fevreiro 1972 que acabou em dupla contagem for a do ringue em 2:22 e esgotou a sala com 18’000 fãs. The Sheik tinha conseguido consistentemente muito bom negócio na cidade onde os espetáculos decorriam dois Domingos por mês desde 1969. Mas esta foi só a terceira vez onde ele esgotou uma sala naquele periodo.
The Sheik venceu Rocha em 4:10 na desforra duas semanas depois, esgotando a sala mais uma vez com 18’000 fãs. Em vez de ser o fim da rivalidade como normalmente seria, por causa do sucesso da rivalidade decidiu-se prolongar esta durante mais três datas.
The Sheik nunca trouxe menos de 8’000 fãs num periodo de seis anos. Provavelmente a série de melhores negócios feitos por um lutador num mercado desses onde os eventos decorriam a cada duas semanas. Mesmo com este sucesso, só conseguiu esgotar o Maple Leaf Garden sete vezes nos anos 70, três com o Rocha, duas vezes em 1971 com Tiger Jeet Singh e uma vez com ambos Pampero Firpo em 1972 e Andre the Giant em 1973.
Com as suas “casas cheias”, Rocha teve resultadoes melhores do que literalemente todas as maiores estrelas da altura. O periodo de sucesso de The Sheik incluiu combates com lendas como Lou Thesz, Whipper Billy Watson, Gene Kiniski, Bruno Sammartino, Edouard Carpentier, Bobo Brazil, Lord Layton, Seiji Sakaguchi, Bull Curry, Haystacks Calhoun, Bulldog Brower, Dory Funk Jr., Angelo Mosca, Johnny Valentine, Johnny Powers, Chief Jay Strongbow, Bearcat Wright, Killer Kowalski, Abdullah the Butcher, Jack Brisco, Ernie Ladd, Mighty Igor, Tex McKenzie e muitos outros.
Os fãs da área lembram-se melhor da rivalidade entre Sheik e Brazil por causa do número de vezes onde eles se encontraram, sempre com muito sucesso na bilheteira. Em termos de fama é a rivalidade maior daquela geração. Também temos a rivalidade entre Watson e Kiniski numa série de combates que era apresentada como a batalha entre o héroi mais amado do Canada e o maior vilão da geração anterior. Mas em termos financeiros, Sheik contra Rocha está provavelmente à frente de rivalidades como Ric Flair contra Harley Race, equivalente a Hulk Hogan contra Randy Savage e atrás só de Hogan contra Paul Orndorff em toda a história do wrestling em Toronto.
Essa era a altura onde o Sheik estava numa serie de combates em Toronto dos quais saía sempre invicto. O resultado era sempre uma dupla desqualificação, uma dupla contagem for a do ringue ou uma vitória do Sheik. The Sheik não fazia empates de uma hora como era comum na altura (na realidade fez um com Bobo Brazil em 1973 e não foi bonito de se ver). Quase todos os combates eram intensos, violentos e curtos. O Sheik raramente fazia combates maiores de 6 minutos e muitos dos seus combates principais (main events) duravam menos de 3 com um formato muito simples onde Sheik usava um lápis para fazer sangrar o seu adversário que depois revertia para fazer o mesmo a ele. O combate acabava muito rapidamente depois disto.
A série de invencibilidade do Sheik durou de 1969 a 1974 em 127 combates. Terminou quando perdeu por desqualificação contra o André The Giant dia 11 de Agosto de 1974.
As afluéncias tinham começado a descer no ínicio daquele ano depois de um combate dia 17 de Fevreiro de 1974 que atraíu mais de 15’000 pessoas. O combate foi um Texas Death Match (o que hoje chamariamos um Last Man Standing Match) onde André não conseguiu responder à contagem de 10 depois do Sheik lhe ter mandado uma bola de fogo para a cara. O combate só durou 3:32 e essa foi a única derrota de André com o nome de Andre the Giant (já tinha perdido quando tinha o nome de Jean Ferre) até aos combates contra Canek e Antonio Inoki nos anos 80. Esta derrota também foi escondida por muitas das revistas na altura para não estragar o mito que André era um lutador invicto.A crença é que quando nem o André conseguiu ganhar ao Sheik, os fãs desistiram da ideia de encher a sala para ver quem iria conseguir. Ou simplesemente cansaram-se desta história depois de cinco anos.
Sheik perdeu algumas vezes por desqualificação nos anos seguintes. Com uma vitória de Rocha em 1976 a ser a sua primeira derrota que não foi uma DQ. A primeira derrota do Sheik por assentamento de espadas (pinfall) foi dia 19 de Novembro de 1976 quando perdeu o campeonato dos Estados-Unidos para Thunderbolt Patterson.
Dia 16 de Abril de 1972, empatou mais uma vez com Rocha em 6:10 numa dupla contagem fora do ringue mas a audiencia desceu para 8’500 pessoas. O combate final entre eles foi no dia 30 de Avril num Portuguese Death Match (Last Man Standing Match), um formato de combate que foi apresentado como sendo um que Rocha nunca tinha perdido. Mas o Sheik saiu vencedor em 4:40, numa sala que contava com 11’000 pessoas nas bancadas. Rocha permaneceu no território até Agosto e nunca mais perdeu na cidade naquela altura.
Rocha era um herói cultural. Toronto tinha e ainda tem uma comunidade portuguesa muito grande. O hino nacional português tocava antes de todos os seus combates e os fãs levantavam-no nos seus ombros depois. As suas entrevistas eram sempre feitas em inglês e português.
Por causa do seu sucesso nos dois mercados (Toronto e Montreal), ele era considerado como uma das maiores estrelas no mundo do wrestling, na altura. O território de Montreal raramente era falado nas revistas por causa da barreira da língua (Montreal é uma das cidades francófonas do Canadá). Toronto, por causa do Sheik, dos seus combates cheios de sangue e das salas cheias que esses traziam, era um dos territórios mais falados. Rocha também trabalhou em Detroit, o território onde The Sheik era o promotor e sem ser a estrela principal, sempre foi um dos babyfaces (lutador com o papel de “bom da fita”) com mais sucesso.
Depois desapareceu e regressou à Europa. Sempre foi bastante estranho haver um lutador na faixa dos 40 que era um desconhecido na América do Norte (porque as revistas nunca falavam do circuito europeu e muitos dos fãs nem liam as revistas), aparecer de repente, “explodir” como cabeça de cartaz em dois dos maiores territórios de wrestling e depois, da mesma forma, desaparecer e nunca mais ser falado.
Regressou à América do Norte em 1976, trabalhando como cabeça de cartaz em Vancouver, Toronto e outras partes do Canadá. Terminou a carreira trabalhando em 1976-77 na WWWF (hoje WWE).
Mas o seu trabalho mais notável foi mais uma vez em Toronto contra The Sheik num regresso da rivalidade de há quarto anos atrás.
Regressou e venceu nomes como Ox Baker, Waldo Von Erich, Mighty John Quinn e Chris Colt para se preparar para um combate dia 27 de Setembro de 1976 contra o Sheik.
A dinámica era diferente nesta segunda série. O auge já tinha passado e a afluência nas salas era muito menor. O record de público na cidade neste ano foi 8’000 pessoas com uma media de 6’500. O Sheik já não era invicto mas era o campeão dos EUA. Agora podia perder por desqualificação e manter o título desta forma.
O sentimento geral era que o número de fãs tinha caído por causa dos anos de combates de menos de cinco minutos, então as coisas tiveram de mudar. Rocha venceu Sheik por DQ em 10:44 no primeiro combate pelo título e duas semanas depois ganhou-lhe por contagem for a do ringue em 16:24. Essa foi a derrota mais limpa que o Sheik sofreu desde que começou a sua série de combates invictos.
O Sheik usava a regra que diz que um título não pode mudar de mãos por contagem fora do ringue ou por desqualificação. Esta regra ainda não era aplicada na maior parte dos territórios Americanos na altura. A regra originou na WWWF como forma para o Bruno Sammartino de poder perder combates e voltar com desforras sem perder o Campeonato. Sheik ganhou o terceiro encontro dia 17 de Outubro, ganhando por contagem fora do ringue em 11:00. Rocha só perdeu uma vez por assentamento naquele periodo, dia 5 de Dezembro quando desafiou Terry Funk pelo campeonato mundial da NWA e perdeu em 10:17.
Rocha continuou a aparecer regularmente no Maple Leaf Garden até ao final do ano mas também regressou algumas vezes no verão do ano seguinte enquanto estava a trabalhar full-time na WWWF. Teve o seu ultimo combate com The Sheik foi em junho de 1977.
Trabalhou pela WWWF em 1976 e 1977 e era anunciado como sendo o Campeão português dos pesos pesados. Trabalhava principalmente em combates preliminares. Algumas vezes, em cidades mais pequenas competia no combate principal em lutas de equipa. Praticamente nunca perdia para não arruinar a imagem dele como campeão.Tinha na altura 50 anos e trabalhava a tempo completo. Só quando decidiu se reformar é que perdeu e mesmo assim, foi uma derrota por contagem fora do ringue contra Ken Patera num evento pequeno.
A sua única derrota em combates singulars foi contra o campeão da WWWF Superstar Billy Graham em Providence, RI, em frente a 7’500 fãs. Um grande público para aquela cidade. Nunca perdeu no Madison Square Garden (a sala principal da WWWF na altura) durante a sua carreira e reformou-se no verão de 1977.
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2019.11.19 03:06 JairBolsogato Cientistas: desonestos ou com medo de represálias?

O pior caso absoluto de incompetência profissional e desonestidade está na área das ciências climáticas. Tony Heller expôs algumas das desonestidades flagrantes dos ambientalistas tradicionais em um vídeo que ele intitula "Meu presente para os alarmistas climáticos".
Ambientalistas e seus aliados políticos atribuem o aumento recente de incêndios florestais mortais ao aquecimento global. No entanto, de acordo com o Serviço Florestal do Departamento de Agricultura dos EUA, os incêndios florestais atingiram seu pico na década de 1930 e caíram 80% desde então. Os ambientalistas ocultam os dados anteriores e defendem os efeitos do aquecimento global, mostrando os dados do público e dos formuladores de políticas de 1980 que mostram um aumento nos incêndios florestais.
Os cientistas do clima afirmam que o aumento do nível do mar é causado pelo aquecimento global causado pelo homem. Dados históricos do manômetro na Baixa Manhattan mostram que o nível do mar tem aumentado desde a época em que Abraham Lincoln era presidente até agora. Heller diz que o nível do mar aumenta há cerca de 20.000 anos. Ele ressalta que os antropólogos acreditam que quando o nível do mar estava muito baixo, as pessoas podiam caminhar da Sibéria para a América do Norte.

O clima mais quente costuma ser alegado como resultado de uma mudança climática provocada pelo homem. Heller apresenta dados mostrando o número de dias em Waverly, Ohio, acima de 90 graus. Em 1895, houve 73 dias acima de 90 graus. Em 1936, houve 82 dias acima de 90 graus. Desde a década de 1930, houve uma tendência de queda no número de dias acima de 90 graus.
Dado que os climatologistas ocultaram dados de anos anteriores e começaram em 1955, eles só mostram um aumento no número de dias acima de 90 graus de oito ou nove para 30 ou 40. Assim, para nos enganar e criar a ilusão de que o clima está ficando mais quente, os ambientalistas selecionaram uma data de início que se encaixa na agenda deles.

Você pode perguntar: "Quem é Tony Heller? Ele trabalha com grandes empresas de petróleo não é?" Acontece que ele é um cientista e afirma ser um ambientalista ao longo da vida. Pelo que sei, ele não tem interesses. Nesse aspecto, ele é diferente daqueles que lideram o movimento ambientalista, que geralmente trabalham ou são financiados pelos governos.

De vez em quando, os ambientalistas revelam sua verdadeira agenda. Ottmar Edenhofer, principal autor do quarto relatório resumido do IPCC lançado em 2007, falando em 2010, aconselhou: "É preciso libertar-se da ilusão de que política internacional de clima é política ambiental. Em vez disso, política de mudança climática é como redistribuímos de fato os riqueza do mundo ".
A chefe do clima da ONU, Christiana Figueres, disse que o verdadeiro objetivo da conferência climática de Paris de 2014 da ONU era "mudar o modelo de desenvolvimento econômico (capitalista) que está reinando há pelo menos 150 anos, desde a Revolução Industrial".
Christine Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá, disse: "Não importa se a ciência é toda falsa, há benefícios ambientais colaterais ... A mudança climática (oferece) a maior chance de trazer justiça e igualdade no mundo".
Tim Wirth, ex-subsecretário de Estado dos EUA para Assuntos Globais e a pessoa mais responsável pela criação do Protocolo de Kyoto, disse: "Temos que enfrentar a questão do aquecimento global. Mesmo que a teoria do aquecimento global esteja errada, estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e política ambiental ".

Nem todos os cientistas são desonestos e nem todos os repórteres são esquerdistas com uma agenda. Mas nos perguntamos o porquê desse silêncio ensurdecedor, onde há evidências claras e inequívocas. Por exemplo, se os níveis dos oceanos estão subindo há cerca de 20.000 anos, por que os cientistas permitem que os ambientalistas se safem da alegação de que é resultado do aquecimento global causado pelo homem? Por que não existem repórteres para destacar declarações de esquerda, como as de Edenhofer, Stewart e outros que querem enfrentar o aquecimento global como um meio de derrotar o capitalismo e inaugurar o socialismo e o comunismo? Eu preferiria pensar que o silêncio de tantos cientistas representava seus medos, em vez de seguir a agenda extremista ambiental.

Walter E. Williams é professor de economia na Universidade George Mason.Publicado no perfil do Facebook
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2019.10.06 18:42 beantownclown Casado, mas quer usar o pavio

Após o curioso interrogatório de 2015, Ashley Madison Hack, e os cônjuges infiéis que freqüentavam o site, se perguntaram para onde iria o controverso site. À medida que muitos de nós avançamos e esquecemos essa história, nós da indústria olhamos atentamente. Ashley Madison continua a operar hoje, mas em uma capacidade muito diferente. As irritantes melodias de rádio na popa de Howard, o raro e comercial queijo são uma lembrança fraca ... pelo menos na América do Norte. Parece que sites de infidelidade mudaram para onde podem obter o melhor desempenho possível na América do Sul. O Brasil em particular é um viveiro de infidelidade. A cultura machista, a economia em desenvolvimento, a predominância de cartões de crédito e telefones celulares e, certamente, mulheres, o tornam um mercado ideal para a infidelidade . Os sites de infidelidade não desapareceram, apenas encontraram um mercado melhor. Novos sites de namoro que literalmente significam "traição agora" surgiram da noite para o dia para atingir o mercado de língua portuguesa no Brasil. Para cada anúncio que você não vê para "datas de casamento" nos Estados Unidos ou no Canadá, veja 2 no Brasil. E os orçamentos estão mudando dramaticamente para aproveitar essa oportunidade. Um membro de uma das maiores marcas de namoro adulto confirmou que o orçamento da mídia brasileira cresceu quase 300% nos últimos 4 anos, comparado a 38% na América do Norte. A aceitação cultural do Brasil, o crescimento econômico e uma abordagem mais aberta à sexualidade atraíram quase todos os sites de namoro adulto para seus aposentados. Então, se você acha que as datas de infidelidade são coisa do passado, pense novamente: elas simplesmente mudaram para pastos mais verdes.
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2019.07.23 00:51 amadafoca Empresa está demorando para me pagar o reembolso e estou com medo de levar calote

Eu fiz um contato com uma empresa de intercâmbio para estudar no Canadá, mas tive que cancelar. Após descontar as multas pela recisão do contrato, eles teriam que me reembolsar mais de 3 mil reais em até 45 dias. Já passou esse prazo por mais de uma semana, contando a data que está no distrato, e até agora nada. Eles dizem que estão esperando o reembolso da escola.
Tem algo que eu possa fazer? Devo esperar mais?
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2019.07.22 03:17 TYagami Domadores de Almas - Destino, Espiritualidade e Apocalipse

Não acho que o nome tenha te trazido até aqui, mas se você não segue nenhuma religião, mas tem uma crença, e ainda por cima tem contato com espíritos, acho que já podemos começar nossa conversa.
Primeiramente, muito prazer.Eu nem sei o que eu estou fazendo aqui pra começo de conversa porque jamais me imaginei fazendo isso...
Caí aqui no Reddit meio que de paraquedas. No meio de uma conversa com um amigo meu, ele me disse para vir aqui e criar um post contanto minha história porque querendo ou não, tem mais pessoas envolvidas e muitas delas já sabem também que foram escolhidas para um "algo maior". Mas... Ao invés de enrolar mais, vou explicar do começo.

Meu primeiro contato com algum espirito foi aos 3 anos de idade. Eu me lembro de ter visto uma mulher de pele clara, cabelo comprido preto e usava uma roupa branca, parecia uma camisola. Uma criança normal se assustaria, já eu... Por algum motivo eu decidi falar com ela.
- Quem é você? - Perguntei.
- Um alguém. Só um alguém. - Respondeu. - Quer ser meu amigo? Sorriu a moça.
- Tá. - Respondi.
No momento em que eu respondi, ela sumiu e eu apaguei.
Alguns anos se passaram e nunca mais tinha visto aquela moça. Pra mim, aquilo tinha sido apenas um sonho. Engano meu.
Não entrarei em detalhes sobre a moça no momento para não deixar a história muito extensa e principalmente pra mim não perder o foco do post. E antes que perguntem, sim, ela ainda está comigo.
Eu sempre fui uma criança bem extrovertida, de uma imaginação muito fértil e sempre amei desenhar. Então, por conta da criatividade, as coisas que eu via/ouvia/sentia que eu não podia contar pra ninguém, eu decidi começar a escrever uma história: Domadores de Almas. Não, não são pessoas que controlam almas... Na verdade, são espíritos que são mandados para a Terra (o carnal) para encontrar pessoas capazes de receberem certos poderes/habilidades e também para que até esses espíritos ficassem mais fortes, conseguindo liberar até mesmo 100% de seu poder total. O porque desses espíritos terem vindo até nós? Um mal ia nascer a partir dos 7 pecados e esse mal irá destruir os dois lados, por isso eles receberam essa missão.
História legal, né? kk
Só que parecia que algo ou alguém não queria que eu escrevesse essa história porque sempre que eu ia escrever o capitulo 4, algo acontecia. Se fosse no caderno: A folha rasgava por conta da borracha, a ponta do lápis quebrava, a caneta estourava... Se fosse no computador: O word travava, o pc travava e até a força chegava a cair!
Ainda não "acreditou", né? Tá bom.
Com 19 anos me batizei na igreja evangélica. Pois é. Sou evangélico. Mesmo com tudo o que sempre aconteceu na minha vida, decidi seguir a Cristo rs e não me arrependo. A história? Bom, estava parada. Nunca dava pra continuar, então deixei ela de canto. Mentira. Eu pensava que era algum bloqueio meu e tentava de novo, mas ai era desde o começo e com isso as mudanças e alterações vieram, coisas que deixaram a história mais real e um pouco mais pesada também.
Toda pessoa quando cria ou faz algo tem a vontade de mostrar para a família, né? Desde os 12 anos quando eu comecei a escrever essa história eu sempre quis mostrar ela pra minha mãe e pra minha irmã mais velha. Meu pai nunca ligou muito. Sabem o que elas falavam? "Que era do demônio". Gente, como é do demônio se eu nunca li, vi, estudei ou até mesmo procurei sobre algo do tipo? Mesmo vendo e ouvindo coisas, eu tinha medo! Não gostava! Mas não quer dizer que eu procurava. ME DESCULPA SE QUANDO PASSAVA DRAGON BALL Z EU GRITAVA "SATAN, SATAN" NA SALA COM A MÃO PRA CIMA, MAS ACREDITA EM MIM, EU NUNCA PESQUISEI! E MR. SATAN É O NOME DO TIOZINHO ALI!!
Lembram? Me converti, entrei pra igreja e fui conversar com meus pastores sobre o assunto. Resumindo? Apaguei a história e queimei todos os meus desenhos referentes a minha história. Todos que de acordo com o espirito santo tinham que ser queimados/destruídos.
Eu, minha mãe, minha irmã mais velha e meus pastores descemos para uma rua aqui perto de casa que é calma e levamos os desenhos (todos que achamos), uns tapetes e uma mesa de plastico branca que íamos jogar fora. Aproveitamos pra queimar tudo junto. Peguei uma folha, molhei com álcool Zulu na ponta, peguei o esqueiro e acendi. Tava lá, a chama azul, toda bonitinha e o papel ainda branco. Branco. Não queimava. O papel não queimava. Ok, álcool de cozinha é fraco. Vamos na ponta seca. ... ... ... ... É... Acho que o problema não era o Zulu. O papel não quer pegar fogo mesmo. Parti pro tapete. Fui e pensei: "Pelo menos os fiapinhos vão pegar fogo...". Nem os fiapos do tapete pegavam fogo. A chama azul lá parada e nada acontecia. Ninguém tava acreditando. Meus pastores pegaram o carro deles e levaram tudo para o monte onde lá pegou fogo sem exitar.
Quase entrei em depressão depois disso. Eu não desenhava mais. Não escrevia mais. Nunca fui fã de copiar desenhos, sem gostei de criar os meus. Aí, num certo dia eu tive um sonho. Era muito real pra ter sido só um sonho. Eu estava num campo. Um lugar lindo. Um céu limpo com poucas nuvens, uma brisa gostosa. Do meu lado direito tinha uma montanha que por ela descia uma cachoeira e do lado esquerdo era só campo. Na minha frente tinha alguém, mas eu não conseguia ver seu rosto. Era como se o Sol estivesse atrás dele impedindo com que eu visse sua face. Ele usava uma roupa branca com uns detalhes amarelos ou eram dourados. Ele me olhou, esticou a mão em minha direção e disse:
- Vem. Vamos conversar.
Sua voz era calma. Forte, mas passava tranquilidade. Por algum motivo eu não conseguia falar e então ele continuou.
- Sabe... Tem muita coisa que gostaria de falar, mas a principal é... Sabe o porque de não conseguir escrever a história do capitulo 4 em diante? O porque de tudo isso acontecer? - Perguntou e esperou. - Porque do capitulo 4 em diante você envolveria pessoas reais. Seus amigos, os que você colocou como personagem, todos eles passariam pelo mesmo que você passa e poderia ainda acontecer coisa pior por conta da história deles. Compreende agora? - Apenas assenti que sim. - Agora sobre seus desenhos, você pode dar continuar com eles, mas com um porem. Vamos usar o ser humano como exemplo. Um homem comete vários crimes em sua vida, mas num certo ponto ele decide mudar. Ele decide ser diferente. Se arrependeu de tudo o que fez e agora segue uma vida ajudando as pessoas, fazendo a diferença. Entendeu onde eu quis chegar? Mesma pessoa, mas com atitudes diferentes. Seus personagens, ainda pode fazê-los, mas eles não podem voltar a ser quem eram. Tudo bem?
Antes que eu pudesse pensar em responder, fui acordado.
Depois disso voltei a desenhar e comecei uma história nova, mas uma coisa começou a acontecer e eu estava com medo de contar pra alguém e ser taxado de louco. mais ainda
No dia 3 de Fevereiro de 2018, no primeiro final de semana de Carnaval, foi onde "tudo começou".
3 amigos meus estavam comigo aqui em casa. Íamos pro bloquinho tanto no Sabado quanto no Domingo, mas alguma coisa tinha acontecido que não fomos no Sabado e íamos no domingo. Eu então recebi uma mensagem de um amigo meu me chamando para ir na casa dele comer pizza e beber alguma coisa, disse que estava com uns amigos, ele disse que não se importava e fomos todos. Nos dividimos em "2 grupos". Eu, Ele e um amigo meu fomos comprar bebida. A mulher dele, e os meus dois outros amigos ficaram lá com ela. Do nada, no meio da caminhada, entramos no assunto espiritualidade. Assim que chegamos na casa dele, ele me olhou e pediu pra perguntar sobre o que eles estavam conversando e em que parte eles estavam. Quando perguntei, sim, eles estavam na mesma parte que a gente, e foi ai que o assunto "bombou" e ficamos conversando sobre isso o resto da noite. No meio da conversa, ele me olha e diz:
- Tá, vamos lá. A sua moça tá aqui na minha direita dando em cima da minha entidade, né? - Perguntou ele.
- Como você? Como é que você sabe? - Perguntei.
- Ele... Isso não tem graça! - Respondeu minha moça toda sem jeito.
- Agora... - Ele então continuou. - Aquele ali é seu outro, não é? - Perguntou apontando para frente.
- Espera. Ela eu entendo você saber porque as vezes eu não resisto as piadas dela e olho pra ela sem graça, mas ele? Eu nem olhei pra ele e você sabia que ele tava ali? - Perguntei. Eu não estava acreditando.
- Do que ele tá falando? - Perguntou um amigo meu.
- E que moça? - Perguntou uma amiga minha.
Foi nessa noite que meus amigos souberam dos meus amigos. E foi nessa noite que eu descobri também que não eram amigos imaginários e que tudo o que eu tinha vivido, era 100% real.
Contei pra ele dos meus desenhos, da história e de como tudo acabou e ele ficou nervoso. Muito nervoso.
- Porque você fez isso? Apagar sua história e queimar seus desenhos? Pra que? Se tinha algo te atrapalhando era só falar comigo que eu eliminava esse ser.
- Então... Eu não fiz porque 1°: Pensei que fosse Disney minha e 2°: Não sabia de você e muito menos de mim.
- Tá, mas de verdade? Eu tenho certeza que você foi destinado a escrever essa história e sabe o que eu acho? Que depois que você apagou a história, você tá vendo todas as cenas acontecendo de verdade na sua frente. Do mesmo jeito que você tá me vendo agora, você vê as cenas. Tô mentindo? - Sorriu ele.
Ali meu mundo caiu. Lembram ali em cima quando disse que algo começou a acontecer depois que eu parei com a história? Então. Foi isso. E eu não tinha contado isso pra ninguém. E eu não conversava com esse meu amigo mais.
Depois dessa noite muita coisa na minha vida mudou. Eu precisei incorporar meus dois amigos porque esse meu outro amigo queria conhecê-los porque precisava saber se iam me fazer mal ou não. Ele queria falar com eles e esse teria sido o único meio ali já que eu já tinha dado abertura para os dois. Depois disso, além de ganhar alguns "dons" acabei ficando sem asma e meu problema de coluna.
2 meses depois enquanto voltava para o escritório depois do almoço, tem um galho abaixado, muito caído no meu caminho e uma das suas folhas ia me acertar se eu empurrasse ela ou me abaixasse. Eu bati na folha e com isso o galho levantou, mas voltou depois pro lugar que tava. De repente...
-Ai... - Ouvi uma voz infantil vindo de trás de mim.
- Acho que batemos em alguém. - Respondeu um dos meus amigos.
Quando eu olho para trás, atrás daquela folha tinha alguma coisa. Eu parei, olhei, vi duas mãozinhas segurando a folha, ele estava escondido.
- Cês tão vendo isso também? - Perguntei e eles disseram que sim.
Fui devagar até a folha e quando estava chegando, vi uma cabecinha me olhando e assim que percebe que eu a percebi ela volta pra trás da folha.
- Tem alguém ai...? - Perguntei.
- Por favor não me bate de novo, eu não fiz nada, eu só tava aqui na minha folhinha.
- Calma, eu não vou te bater e me desculpa, foi sem querer. Eu não sabia que você estava aqui.
- Ah, tudo bem então. Sua energia é boa. - Sorriu ele saindo de trás da folha. - Só a do seu amigo aí que me assusta. A energia dele é pesada. Me dá medo.
- QUE COISINHA FOFA! - Ouvi minha amiga gritando saindo de dentro de mim e indo pra cima dele apertando suas bochechas.
Vou cortar o dialogo...
Depois de conversarmos um pouco, acabei chegando na história. A reação dele não foi uma das melhores...
- O QUÊ? VOCÊ É UM DOS ESCOLHIDOS? - Gritou o pequeno. tem 19 centímetros ele.
- Escolhidos? Do que?
- Do Apocalipse. Um dos que vão ficar aqui pra batalha.
- Isso é real? Porque assim... Quando eu era pequeno que eu tinha lido apocalipse e pedia nas minhas orações pra estar na Terra ao lado de Deus e tudo mais, eu não esperava que fosse real ou que fosse dar certo.
- Não importa como foi! Eu quero ficar com você. Vou te proteger. Você me aceitando como parceiro ou não, vou te proteger. Passei muito tempo nessa arvore esperando um motivo pra sair dela e finalmente achei. Vou com vocês.
Só que... Parece que alguém mais ouviu nossa conversa...
No dia seguinte eu acordei com um grito de uma criança de madrugada.
- O que aconteceu? - Perguntei. Eu sabia que não era um sonho, porque quando sou acordado por eles é diferente.
- Nossa conversa ontem... Ouviram.
- Como assim "ouviram", pirralho. Desembucha. - Disse meu amigo rosnando.
- Calma. Me explica isso melhor.
- Eu não sei o que aconteceu, mas deveria ter alguém seguindo vocês já e agora o mundo inteiro já tá sabendo de você e que "você tá montando um exercito pro apocalipse".
- Exercito? Eu só queria escrever uma história...
- Desculpa, a culpa foi minha da gente ter conversado na rua e eu nem lembrei de fazer uma barreira também.
- Agora já foi. - Rosnou meu amigo.
No dia seguinte, no meu grupo do WhatsApp grupo do tinder rs. Entrou um rapaz do DDD 81 que depois que viu minha apresentação no grupo me chamou no privado e depois simplesmente saiu do grupo. Conversei com ele e tudo mais e depois perguntei o motivo dele ter saído.
- Já te encontrei. Não preciso de mais nada no grupo. - Respondeu o rapaz.
- Eu tô falando pra você que esse viado é do babado, mas você não me escuta... - Disse minha amiga.
- Own, que fofo. - Respondi.
- Fica tranquilo que daqui, que mesmo longe eu vou estar te protegendo. - Continuou.
- Aaaah, se eu ganhasse 1 macho a cada palpite certo meu... - Debochou minha amiga.
- Posso fazer uma pergunta? Qual sua religião? - Perguntei.
- Não tenho uma religião. Acredito em Deus, mas também acredito em outras coisas.
Quando ele disse isso... Alem de confirmar que minha amiga estava certa, também comprovou que era alguém "como eu", que tem amizades assim com espíritos e tudo mais. A gente continuou conversando, ele acabou conversando com ela, mas por um mal entendido, ele sumiu. Ela disse pra ele que "Tinha que passar por ela e pelo meu outro amiguinho pra me ter"... Foi triste. Mas seguimos. Mas não acabou por aqui. Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Portugal... Gente de vários lugares por algum motivo conseguiam meu numero, não sei como, a gente conversava e dava no mesmo. Não a parte da minha amiga falando aquilo, mas era todo mundo do "meio".
No meio do ano, em Junho de 2018 se não me engano recebi uma ameaça aqui em casa. Cercaram a minha casa e me mandaram um "aviso"
- Pode avisar para todos esses seus amigos "Domadores" que o "exercito" de vocês não chega aos pés do nosso.
Ele tinha entrado aqui em casa com outras entidades, ameaçaram de destruir meus amigos e me mandou mandar esse recado para os meus amigos que estavam nesse grupo do WhatsApp sobre o assunto.
Depois disso fomos atrás de ajuda. Eu nem sabia que dava pra atacar alguém espiritualmente, ou melhor, eu nem acreditava que pelo espiritual poderiam ser feitas tantas coisas... Eu era recém-nascido no assunto praticamente. Não tive treinamento nenhum.
Uma amiga então me disse que tinha um grupo perto da casa dela que eram do meio. Pedi para ela falar com eles dizendo que precisávamos de ajuda e fui ao encontro deles. A diferença entre nós dois? Meu grupo e o deles? O que nós conhecemos por "Apocalipse" eles conhecem por "Ragnarok". Eles estavam dispostos a nos ajudar e chegaram até a nos propor uma "aliança" entre nosso grupo e a alcateia deles, mas... Sabem minha "amiga"? Não sei se é ela que tem as visões ou se graças a ela eu consigo ter elas, mas vimos que parte deles estariam no outro time e... Eu me apego fácil as pessoas.
- Sabe que se a visão for real, alguns deles morreram pelas nossas mãos, não é? Melhor nos afastarmos sem nenhuma inimizade pra caso venhamos a nos encontrar na rua do que algo pior venha a acontecer. Sei que vai doer mais em você do que em mim. Ou melhor, em nós. - Disse meu amigo. o que rosna
Eu concordei. Ele estava certo.
Depois disso, um amigo meu que é do "meu grupo" me disse:
- Cara, porque não vai no Reddit, cria um post contando tudo e vê se consegue encontrar mais pessoas? Tá, é uma faca de dois gumes porque pode ser que apareçam pessoas querendo nos ajudar, mas também podem aparecer pessoas que vão querer nos matar a qualquer custo! O que nós, não só nós sabemos, mas todos sabem... O tempo está próximo mesmo. Não acho que essas coisas aconteceriam a toa. Acho que custa tentar. - Disse esse meu amigo.
- O que vocês acham? - Perguntei para os meus amigos.
- Não podemos sujar nossas mãos de sangue agora, mas se tentarem machucar você, não exitarei em incorporar para te proteger. - Rosnou meu amigo.
- E se forem para nos ajudar, os ajudaremos também! Com tudo o que pudermos. Se for um boy gato eu ajudo mais ainda hihi - Brincou minha amiga.
- Antes disso eu tenho que voltar a escrever a história. Só ai vou confirmar mesmo que eu aceito meu destino. - Disse.
- Infelizmente nós dois já aceitamos o nosso. - Sorriu minha amiga dando um tapa no braço do meu outro amigo.
- Domadores até o fim?
- Uma vez domadores, sempre domadores. Não importa o que aconteça. - Sorriram.
Depois que decidi que ia fazer a história e seguir com isso, tive outro sonho, naquele mesmo lugar, com aquele mesmo homem. Dessa vez eu estava em pé.
- Tem certeza de que vai seguir em frente com isso? - Perguntou ele.
- Sim. Tenho. Se eu fui destinado a escrever essa história, a estar mesmo nessa luta, mesmo que eu vá ficar com muito medo quando chegar a hora, eu vou em frente. Sem falar que... E se essa história tiver informações que possam ajudar algumas pessoas ou avisá-las sobre o que está por vir. Se acontecer algo com elas e eu não tiver avisado, vai doer bem mais em mim do que nelas, porque eu tinha a informação, mas quis guardar elas pra poupar umas 10, então... Não compensa.
- Então está certo. Que assim seja.
E ai acordei.


E é por isso eu tô aqui. Não sei se vai aparecer o horário no post com a data tudo certinho, mas agora são 22:20 de um Domingo, dia 21/07/2019 e tá dando pra sentir uma pressão muito forte vindo do lado de fora da minha casa. Eu não ia escrever esse post hoje, nem sei até quando eu ia continuar enrolando pra escrever isso, mas... Por algum motivo... Peguei meu celular pra jogar Grand Chase e o Reddit abriu. Se eu entendi? Não entendi. E como eu sei que a vida dá dessas, então eu pensei: Porque não? Deve ser a hora.
Ps: Não adianta me chamar de louco, sei que sou. kk
Ps 2: Não vou revesar o post como eu sempre faço com qualquer texto meu que eu reviso sempre umas 3 vezes. Então, escrevi, postei. kk
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2019.07.08 03:38 Cine81 Tentei ajudar minha ex e sai como idiota

Acabamos o namoro lá pelos idos de abril. De início brigamos, mas depois nos acertamos e mantivemos a amizade com alguns encontros até que em junho ela foi morar no Canadá. Nos falávamos todos os dias, e apesar do afastamento ainda havia algum sentimento de ambas as partes mas eu já sentia a amizade azedando.
Um dia, propús a ela que ficássemos sem nos falar por um tempo. Sem brigas, apenas para ter um afastamento saudável. Ela aceitou, mas no dia seguinte estava falando comigo. Difícil resistir, eu gostava de compartilhar coisas e da voz dela. Ela passava por umas dificuldades e me contava que eu e a família era tudo o que ela tinha, então eu sempre apoiando, dando força quando ela pensava em desistir. Enfim. Continuei me doando mesmo sabendo que dali não sairiam frutos.
um certo dia ela me manda mensagem dizendo que estava se sentindo muito mal porquê estava desde o dia anterior sem comer pois não tinha sido paga (ela ta ralando de house cleaner por lá, e sendo explorada por outras brasileiras). Me senti mal com isso e ofereci de pagar um Uber eats pra ela (sim, vc pode pedir uber eats pra qqr lugar do mundo que tiver o serviço). Paguei e avisei: — ohh falta cinco minutos. Ta chegando. — ohh falta três minutos. Ta perto, se prepara. — chegou a bicicleta com a comida. Corre lá! e ela me responde: — Calma. vou calçar meu sapato!
Ela demorou uma data pra calçar o sapato e depois mais um tempo pra pegar o elevador. Enquanto ela estava nessa de descer me ligaram do restaurante e eu tentei arranhar um inglês pra explicar que ela estava indo buscar Quando chegou la embaixo. A entregadora tinha ido embora.
Fiquei puto mas segurei. Fiz minhas coisas, depois pensei: ela deve estar esfomeada. E ai pedi mais duas comidas, uma pra ela almoçar, outra pra ela guardar pra janta.
conversei com ela novamente e ela nao me explicou direito onde estava. Resultado, pedi o cancelamento. Levei um preju de 300 reais. Fiquei puto (tentei resolver com o uber eats mas eles não me ressarciram). Fiquei puto e falei: poxa, você dormiu no ponto. Eu estava preocupado se ia dar certo, pq ja tinha dado errado uma vez. Você vacilou e não pegou a comida duas vezes.
Enfim, parei de falar com ela e fui fazer o meu almoço. Quando peguei o celular novamente ela deixou uma mensagem mais ou menos assim:
— Olha, muito obrigada pela sua ajuda. Mesmo nervoso você ainda tenta me ajudar. Você é uma pessoa boa, mas não quero mais receber sua ajuda levando esporro. A situação já está constrangedora pra mim. Além disso veja meu lado. Não como há tantas horas, meu pai está no Brasil doente. Eu estou me sentindo mal. Vou desaparecer por um bom tempo.
E depois disso ela me deu um block no whatsapp, que era nosso meio de comunicação.
Olha, me senti muito magoado com o tratamento. Posso ter me estressado, mas eu não merecia um block desses, e ainda mais ter saído como se fosse alguém tentando humilhar ou fazer algo do tipo. Ela virou o jogo e fez parecer que eu estava fazendo tudo errado, mesmo que eu tenha agido por preocupação.
Enfim. To puto, magoado, ofendido, contrariado. Quase mandei uma mensagem desaforada pra ela dizendo o quanto ela é mimada e precisa amadurecer na vida. Mas decidi ficar calado e desaparecer pra sempre. Sinceramente, perdi a admiração por ela. Se ela voltar a falar comigo um dia vou ignorar e não quero mais conversa.
Mas afinal, será que to certo? Acho que fiz certo em não falar nada. A questão não é nem essa. Volta e meia começa a sentir raiva dela. Me sinto injuriado e isso ta me fazendo mal. Só que essa situação sempre me deixa pensando mais do que deveria e isso me deixa sem energias.
Update: Ontem ela me mandou um email comentando o curso online que eu criei sobre pré-produção para video. E mandou um depoimento dizendo agradecendo pelo curso e no fim mandou outro email em seguida dizendo que acha que isso é tudo.
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2019.06.13 12:29 kong-dao La mentira del reciclaje plástico

El plástico, material extremadamente difícil de degradar, tóxico, nocivo para la flora, fauna y humanos. En muchas ciudades del mundo hay cestos para separar los productos reciclables como el papel/cartón, vidrios y plásticos. Una vez que los ciudadanos cumplen con obediencia los "consejos" del gobierno (o debería decir las imposiciones?) separando los materiales ¿qué tan seguro estamos de que una vez llevada la basura en el camino se recicla?
En el siguiente link se podrán ver las compañías del todo el mundo que hacen reciclajes plásticos, ordenados por país, tipo de plástico que recicla y cantidad soportada (la mayoría está en blanco)

¿Cómo es el proceso de reciclaje plástico?
Debido a los diferentes pesos moleculares de sus largas cadenas de polímero, los plásticos poseen una baja entropía de mezclado. Por lo que cuando diferentes tipos de plástico se mezclan, tienden a separarse en capas por fases, como el aceite y el agua, de tal forma que los tipos de plásticos tienen que ser idénticos para mezclarse eficientemente. Las interfaces entre fases causan puntos estructurales débiles en el material que se obtiene, por lo que las mezclas de distintos polímeros poseen muy pocos usos. Otro problema al reciclar el plástico es el uso de tintes, rellenos y demás aditivos que están en los plásticos, son generalmente muy difíciles de eliminar sin dañar al plástico. Una última barrera es que muchos de los pequeños artículos de plástico comunes no están catalogados como tal, lo que dificulta su reciclado. Aquí dejo un interesante informe que se ha llevado a cabo en España (2016) También hay videos que explican de forma "superficial" el proceso.

¿Todos los países tienen plantas de reciclaje plástico?
La respuesta es NO ,incluso aquellos países que tienen plantas de reciclaje, una vez troceado, los ponen en contenedores de carga, los suben a un barco y los venden a Asia por Millones de dólares. Lamentablemente no hay muchas plantas de reciclaje estatales, por lo que el dinero siempre se mueve dentro de sectores privados, es decir, entre compañías, haciendo así de la basura un negocio altamente lucrativo.
Además de que el dinero siempre fluye dentro de aquellas entidades, el plástico, desde que se comenzó a utilizar de forma masificada en los mercados, solamente es reciclado menos del 10% a nivel mundial.
Según censos hechos por Earth Day y World Atlas son al menos 20 los países que hacen una mala administración de los plásticos, terminando en océanos o vertederos. ¿Se puede culpar a esos 20 países por comprar los residuos del mundo? No lo creo. Los responsables son las empresas que producen el plástico, haciendo que los países asiáticos tengan que reciclarlo para usarlos en materiales que luego exportarán, como carcasas de laptops, móviles, juguetes, ropa, etc, (ej. lo que diga made in China/Bangladesh/etc) El problema reside en que se produce más plástico del que se consume o del que se pueda legar a re-utilizar, pero para entender esto veamos un poco la historia del comercio plástico:
2009: Según New York Times Europa ya exportaba ilegalmente 7 toneladas de basura a países asiáticos y sudamericanos, con origen en uno de los puertos más grandes de Europa: Rotterdam
2010 : un periodista de Bloomber Shangai visitó Wen (China) para mostrar los efectos de la polución plástica en la región causando enfermedades sanguíneas, pulmonares y demás en la población. El costo estimado en exportación de plástico con origen en Estados Unidos, según Forbies, era de $940 Millones de dólares
2011: China importaba o compraba los desechos plásticos de Norte América que según The Guardian y otras ONG estaban valuados en $11.3 Billones de dólares anuales, que según New York Post, fueron $39 Billones a empresas privadas americanas.
2012: Según la Agencia Europea Medioambiental (EEA) en 2012, Europa no contaba con las infraestructuras suficientes para reciclar la basura que estaba produciendo por lo que tenía que enviar contenedores con más de 75 toneladas de basura (como hizo desde 2009) a países fuera de la región, situación que es avalada con documentos oficiales de la Comunidad Europea.
2013 China propuso "Operación Cerca Verde" (Operation Green Fence) una política para prohibir la importación de plásticos post-consumo sin lavar y otros contaminantes, aludiendo a los países exportadores de basura a que reciclen el material en sus propias regiones, reduciendo la importación a 8/9 toneladas con respecto a los años anteriores, y, que según Journal Science dió paso a países como Indonesia, Filipinas, Vietnam, Sri Lanka, Tailandia, Malaysia y Bangladesh, entre otros, a sumarse al negocio de comprar basura.
2015: China declaró que recibía de Europa casi 50 Millones de toneladas basura y 1.4 Millones de toneladas de EEUU
2016: China se convierte en el "basurero del mundo" recibiendo más de la mitad de todos los desechos plásticos, metálicos y de papel, invirtiendo $18 Billones de dólares en importaciones y que según informes de Huffington Post, $5.2 Billones eran de Estados Unidos. The Guardian por su parte informa que se vendieron más de 480 Billones de botellas plásticas de agua en todo el mundo, estimando que podría subir a 600 Billones para el 2021. Las estadísticas indican que solamente el 7% de las botellas usadas en bebidas han sido recicladas en nuevas botellas durante aquel año, desechando 13 Millones de toneladas al océano. En Inglaterra se estima que 38.5 Millones de botellas plásticas son usadas por día y 16 Millones de esas botellas van a parar al océano o vertederos tóxicos. Por otro lado, científicos de la Universidad Ghent en Bélgica, calcularon que las personas que consumen alimentos marinos, ingieren 11 Mil pequeños pedazos de plástico por año, una cantidad lo suficiente significativa para producir enfermedades genéticas y hereditarias.
2017: China implementa el nuevo proyecto "Operación Espada Nacional" (National Sword) prohibiendo la compra de productos reciclables, una política extensible hasta el 2020. Esta situación puso contra la pared a las empresas que más plástico producen, forzando a los gobiernos (protectores de aquellas compañías) a crear plantas de reciclajes locales o buscar nuevos compradores, situación que, según Wall Street Journal, llevó a un desplome de los valores de mercado en un 3% Para finales del 2017 se exportaban 7.3 Millones de toneladas por metro cuadrado, fecha en la que el 87% del plástico de Europa era enviado directamente a Hong Kong. El periódico The Economist resalta que la mayor exportación de desechos plásticos es de productos domésticos, como botellas de agua, lejía para vajilla, y lo que se pueda adquirir en un supermercado. The Guardian también publicó un detallado informe indicando que solamente el 14% del plástico mundial era reciclado; y al mismo tiempo National Geographic realizó otro informe indicando que el 91% no es reciclado. Un excelente informe de Huffington Post detalla cómo Canadá vende el 83% de su basura plástica a empresas privadas norteamericanas para enviarlas dentro de contenedores a las islas Filipinas. Según el periódico DW, Alemania, en 2017, estaba exportando el 95% de su basura plástica a India, Malasia e Indonesia. El periódico El Espectador, comenta que en este año el valor alcanzado en la exportación de basura mundial llegó a los $86 Millones de dólares. Acorde al portal científico The Conversation, muchos de los países que importaban sus desechos a China se saltaban directamente el proceso de tratamiento de residuos y reciclaje (por la facilidad de sacarla de sus países) España tampoco está exenta de las atrocidades, exportando en 2017, 115 toneladas de plástico, valuado en $35 Millones de euros
2018: NAT GEO redobla la apuesta tras otra investigación diciendo que menos del 5% es reciclado a nivel mundial. Sin embargo otras estadísticas señalan que es menos del 1%. Las cifras van en picada y el consumo de plástico en alza. El mismo año China avisa al mundo que dejará de comprar plásticos y otras 24 categorías de desechos incluyendo materiales textiles y papeles, situación que generó malestar en los países exportadores de basura, por ejemplo, Irlanda que envía el 95% de su basura plástica a China; otro informe de New York Times comenta que países como UK, Nueva Escocia envían el 80% de los productos reciclables a China, Science Advance realizó una detallada y minuciosa investigación que explica cómo China, desde 1993 a 2016, se encargo de convertirse en el "basural del mundo", explicando la cantidad de dinero ganado por tonelada de residuos plásticos, los países que importaban los mismos, rutas marítimas y muchos más, un informe que vale la pena leer. La BBC comenta que el Buró Internacional de Reciclaje (BIR), con sede en Bruselas, que representa a la industria global de reciclado, afirma que ya se están buscando nuevos mercados potenciales para estos materiales, que podrían incluir a Tailandia, Vietnam, Camboya, Malasia, India y Pakistán. La "solución" para Europa sigue estando en mandar sus porquerías lejos del territorio. La nueva medida de China forzó a países como España y México a reducir la exportación de plásticos en un 50%, sin embargo, el primer país, durante el primer cuarto de año re-destinó 1.100 tonleadas sus residuos a Tailandia, Vietnam y Camboya, haciendo caso a las normas del BIR. Tras las nuevas normativas de China, Malasia tomo la posta y pasó a ser líder del mercado inviertiendo $5 Billones de dólares en la compra de basura de forma ilegal, y, $116 Millones de forma legal. Reportes de Business Insider informan que tras las medidas de China, se bajó un 4% la exportación de plástico a nivel mundial (buena noticia) aunque no es lo suficiente para terminar con los altos niveles de toxicidad que producen las plantas de reciclaje, después de todo, el plástico, es un gran negocio.
2019: El presidente de Filipinas envía 106 contenedores con basura plástica originado en Canadá de vuelta al país emisor siguiendo el plan de China con respecto a la desintoxicación medioambiental desatando una batalla legal contra el presidente Trudeau

¿Cuáles son las empresa que más plástico producen?
Según Independent es que la empresa Coca-Cola produce 100 Billones de botellas de plástico cada año. Otras fuentes como ZME Sience dicen que Coca-Cola produce 110 Billones.
Acorde a Forbies y Huffington Post Coca-Cola produce 3 Millones de toneladas en plástico; Nestlé 1.7 Millones de toneladas; y, Unilever 610 Mil toneladas.
Según la CBC las empresas que producen más plástico son: Coca-Cola, Nestlé, Danone, Johnson and Johnson, H&M, Kellogg, L'Oreal, PepsiCo y Walmart.

Hay un dato extremadamente irónico en todo esto, en 2019, fueron 30 las empresas que crearon la Alianza para terminar con los Desechos Plásticos (The Alliance to End Plastic Waste) y que según las fuentes: Plastic Technology, Fast Company esas empresas son, al mismo tiempo, las mayores productoras de plástico.

¿Qué se puede hacer para reducir el consumo de plástico?

Estadísticas de la polución producida por el plástico:
Our World in data
Collective Responsibility
Statista
Statista 2
Naciones Unidas
Video: Océano Plátsico (Naciones Unidas) 2017

Documentales (inglés)
Exposing Australia recycling lies
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2019.06.02 11:36 Subversivo-Maldito A propósito de las donaciones a la sanidad pública.

Resumen:
El tema sobre las DONACIONES del alta tecnología relacionada con la oncología a la Sanidad Pública precisa de un debate sosegado y reflexivo...algo que resulta imposible en una campaña electoral ya se que abre a posicionamientos muy pasionales y fácilmente manipulables
No hay que olvidar nunca que estamos haciendo referencia a nuestra SALUD y, además nada más y nada menos que en relación a enfermedades con patologías graves...Todos sabemos que, en tales momentos, la capacidad de reflexión se nubla y uno se arrima a un clavo ardiendo sobre todo, si se les prometen soluciones a sus problemas...
Pasada la campaña electoral, se trataría de llevar a cabo un debate serio y sosegado en relación a este tema, y, en dónde, al menos por mi parte se trataría de resaltar lo siguiente:
1º) La SANIDAD PÚBLICA debería contar SIEMPRE con una FINANCIACIÓN ESTATAL suficiente para hacer frente a todas las situaciones relacionadas con al SALUD...
2º) La SANIDAD PÚBLICA no debería DEPENDER jamás de la generosidad de algunos millonarios.
3º) Para garantizar la FINANCIACIÓN SANITARIA se precisa de unos impuestos suficientes y de una recaudación progresiva, situación que en nuestro país NO SE DA.
4º) Muchos sabemos que hay un diferencial de 7-8 puntos de presión fiscal sobre el promedio de la UE (y de más de 10 puntos sobre los países europeos que la tienen mayor), y que ese diferencial se produce a costa de una baja tributación de las grandes fortunas, que se ven favorecidas por cuantiosas exenciones y desgravaciones, a mas de su capacidad para la ingeniería financiera.
5º) No es razonable que las grandes empresas estén tributando en torno al 8-9% sobre los beneficios y un pensionista pueda superar el 20% de IRPF.
6º) En definitiva: el primer cambio que se debería llevar a cabo, en relación con el tema de si DONACIONES SI o DONACIONES NO, sería el establecer como premisa que MUY BIEN, pero, al mismo tiempo que las GRANDES FORTUNAS tributen por sus ingresos reales y que tal tributación no pueda bajar del 30% real, con eso tendríamos garantizada la financiación de la Sanidad Pública....Si a partir de ahí, los MULTIMILLONARIOS siguen queriendo hacer DONACIONES para que nuestra Sanidad Pública siga siendo un auténtica JOYA, pues BIENVENIDAS SEAN LAS DONACIONES....
7º) No deberíamos olvidar nunca que, en estos momentos, el sistema de DONACIONES gozan de unas ventajas fiscales que vienen a rondar una desgravación del 30% sobre lo donado....Ello quiere decir que una TERCERA PARTE de esas donaciones, en realidad, las estamos pagando todos los españoles.
8º) Por otro lado, si analizamos la situación de las DONACIONES A NIVEL INTERNACIONAL, se observa que tales donaciones son muy frecuentes en los países con presión fiscal moderada o baja, con servicios públicos insuficientes en cobertura y medios (el paradigma es USA, donde por cierto las rebajas fiscales de Trump han ido seguidas de un aumento de las donaciones )
9º) Sin embargo, en aquellos Países en donde existe un potente estado del bienestar, con potentes servicios públicos de cobertura universal y medios suficientes así como, una importante presión fiscal con carácter progresivo (el ejemplo son los países nórdicos), las donaciones son prácticamente inexistentes y están dirigidas básicamente a programas de ayuda internacional.
10º) Existe, por tanto, una relación entre buenos servicios públicos con financiación suficiente y progresiva con ausencia de donaciones y un papel importante de estas en modelos neoliberales de baja y/o deficiente cobertura pública.
11º) En definitiva: El debate VA MÁS ALLÁ DE LAS DONACIONES concretas pues atañe al modelo de sociedad que queremos...En este contexto es curioso observar como los que ponen el grito en el cielo criticando a quienes NO APOYAMOS LAS DONACIONES, son precisamente los partidos neoliberales, así como los grupos empresariales y mediáticos....Hay otros, sin embargo, que también muestran un apoyo eufórico a tales donaciones, y confieso que no logro entender muy bien la COHERENCIA entre la "ideología" que dicen defender y la "posición" real que muestran al hablar de este tema...
12º) No deberíamos olvidar nunca que las DONACIONES son dirigidas siempre según los INTERESES DEL DONANTE....No seamos ilusos...Ello implica, en la práctica, que tales donaciones NO TIENEN PORQUE CONSIDERAR COMO PRIORIDAD los intereses generales del sistema sanitario así como las necesidades de salud más apremiantes de la población....Además, es evidente, aunque para algunos parece que no tiene IMPORTANCIA, que los intereses PARTICULARES pueden entrometerse en la política de organización y planificación de recursos de la Sanidad Pública...Ello implica que a la hora de ORGANIZAR LA SANIDAD PÚBLICA muchos recursos sean destinados ( según intereses privados) y no precisamente para atender los problemas PRIORITARIOS de la SALUD PÚBLICA....No parece razonable que particulares tengan capacidad por esta vía para condicionar decisiones estratégicas del sistema sanitario.
13º) Además, ¿son tan necesarias y APREMIANTES las donaciones que se han hecho al sistema de sanidad, más allá de la propaganda que se ha hecho de ellas?...Pues lo datos parecen señalar que no:
a) En España, según la OCDE (OECD Health Data 2018), hay 17 resonancias magnéticas (RM) y 18,3 Tomografías axiales computerizadas (TAC) por millón de habitantes. En el primer caso una cifra superior al promedio de la OCDE (16,4) y en el segundo por debajo (26,1).
b) La situación en la UE es de 17 RM y 22 TAC/millón. Esta cifra de España es claramente superior a la de muchos países más desarrollados que el nuestro, por ejemplo los RM/TAC millón sería de 7,2/9,5 en Reino Unido, 9,5/15 en Canadá, 11,1/14 en Suecia, por poner ejemplos significativos, y parece que estas cifras están bastante relacionadas con el modelo sanitario, siendo muy superiores en modelos neoliberales (36,7/41,8 en USA) y no con las mortalidad por cáncer, ni con la mortalidad general, ni con la esperanza de vida de la población.
c) Es cierto que, en España; hay una gran disparidad en la dotación entre las CCAA, en cuanto a las RM oscilan entre un máximo en Madrid (19,5) y el mínimo de Cantabria (8,6) y en los TAC entre Navarra (21,9) y Canarias (15,4).
d) Se ha dicho que el parque tecnológico español está obsoleto, pero esto es bastante discutible...Habría que analizar, caso a caso, si las innovaciones que pretende vender la industria suponen mejoras reales en los resultados...ya que, a lo mejor lo que desean es que te compres un móvil de última generación, cuando te sirve perfectamente el que tienes...
e) Una revisión de la utilización de robots quirúrgicos, cuyo uso se magnificó en los medios como un “gran avance”, no encontró diferencias significativas en las complicaciones postoperatorias comparadas con la laparoscopia, aunque si tuvieron mayores tiempos quirúrgicos y mayores costes de hospitalización a los 90 días, con lo que podría concluirse que las nuevas tecnologías quirúrgicas robóticas parecen ser más un instrumento de marketing y una nueva vía de dilapidar dinero público que un avance real para enfermos.
f) En España, en 2018 se compraron 46 robots Da Vinci, con un coste aproximado de 92 millones €). Lógicamente, la industria en esto, como en los coches, los televisores, las lavadoras, la ropa, etc., procura vendernos “lo último” que no necesariamente incorpora ventajas significativas para la salud ni es coste/eficiente. Y una prueba de que tan necesarios no eran los equipos donados está en el hecho de que, a día de hoy, dos años después, cerca del 50% de los equipos todavía no han llegado al sistema sanitario y otros continúan en sus embalajes originales.
14º) De todos modos, aunque dotación tecnológica del país no es especialmente baja sí que lo es su utilización en el sistema sanitario público....Y es que no llega únicamente con la tecnología...Para que funcione un acelerador lineal, un RM o un TAC se precisa de personal médicos, técnicos, enfermería, mantenimiento, etc....Y es aquí, precisamente en dónde los RECORTES hicieron su trágica cirugía.... Con los recortes se disminuyó el personal sanitario y bajó la escasa utilización que ya existía en la Sanidad Pública que contrasta mucho con su uso en el sector privado....En definitiva, tener más aparatos, a base de DONACIONES, no va a mejorar nada si no se acompaña de un aumento de personal cualificado que permita su utilización.
15º) Además, ¿en dónde está demostrado que la SOBREUTILIZACIÓN DE LA TECNOLOGÍA SANITARIA sea un beneficio real para la salud de los pacientes?.. Está constatada la utilización excesiva e innecesaria de la tecnología médica...Por ejemplo, una revisión de The Lancet en 2017 detectó un 73% de utilización inapropiada y excesiva...En nuestro país, se considera que en torno al 30% del uso de la tecnología médica no está justificada; y que el uso excesivo entraña en ocasiones problemas para la salud de las personas, como sucede por ejemplo con la relación entre radiación y cáncer...Menos adoración al "nuevo" becerro de oro y más ser conscientes de que por existir MÁS tecnología, y, MÁS utilización de la misma, no necesariamente tiene porque ser bueno para la salud...El uso UNICO Y EXCESIVO puede ponerla en peligro, por lo que se impone un uso prudente de la misma.
16º) Las dotaciones del sistema sanitario público deben de garantizarse por los impuestos...Esto implica EL CAMBIO DEL SISTEMA FISCAL que asegure la contribución progresiva de todos. Una vez que se garantice esta equidad fiscal no sucede nada si alguien decide contribuir con una donación a la Sanidad Pública siempre que esta sea incondicionada y pueda ser utilizada por las administraciones sanitarias, de acuerdo con las necesidades y los planes de salud (equipamientos, personal, infraestructuras, etc.). No tiene ninguna lógica fomentar la sobreutilización tecnológica ya existente, tenemos que utilizar los recursos tecnológicos de la Sanidad Pública de una manera intensiva (para lo que se necesita más personal cualificado, no necesariamente más aparatos) y deberíamos de avanzar en medidas preventivas y de promoción que favorezcan las desmedicalización de la sociedad.

[Fuente: https://www.nuevatribuna.es/articulo/sanidad/proposito-donaciones-sanidad-publica/20190601150923163282.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=publico&fbclid=IwAR2ee6RGeXGRO-hzBpW8mw7n10oc3euTkJhvUk50wU1AR_coXl4H6S7E1xQ]
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2018.12.24 23:04 Adoridas Natal sem familia no exterior

Primeira vez postando aqui, então desculpa se o flair foi mal utilizado.
Queria saber o que as pessoas fazem pra se sentirem menos sozinhas no exterior quando chegam as essas épocas de festas... Primeira vez que estou tendo que lidar com isso e não tem sido fácil.
Estou morando no Canadá, a maioria das pessoas que conheço ainda não sao tao próximas ou não ficam na cidade que moro nas festas.
Alguma dica?
Tl;dr: O que fazer pra não ficar deprê no fim de ano/aniversários/datas especiais quando se mora no exterior?
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2018.07.26 01:33 Saelbt Cheapest cellphone plan for my needs and where to get it?

Hello Americans, Mexican here. I would like to know which cellphone plan would yo recommend for my following needs:
I need an American cellphone plan where I can be anywhere at any time between the US, MX or Canadá and receive calls from the US (and also make calls from anywhere of those 3 countries TO the US.)
Also, I don't really need internet data as I don't really use any social media.
Thank you so much in advance.
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2018.03.16 12:08 marencalma "CUANDO DESPERTÓ, EL DINOSAURIO TODAVÍA ESTABA ALLÍ." (Augusto Monterroso)

"CUNAS SALVADORAS" POLEMICA EN EUROPA POR UNAS CUNAS PARA ABANDONAR BEBÉS BBC MUNDO http://www.bbc.com/mundo/noticias/2012/07/120626_cajas_bebes_abandonados_lp A la vera de una tranquila calle de un suburbio de Berlín, un cartel con una flecha apunta hacia un sendero que se abre paso entre los árboles. El cartel dice "Babywiege", en español: cuna.
Al final del camino hay una caja de acero inoxidable con una manija. Dentro de la caja hay un par de pequeñas mantas prolijamente dobladas para abrigar al recién nacido. La cálida temperatura del contenedor es tranquilizadora.
En su interior también hay una carta con indicaciones de qué hacer si uno cambia de opinión.
Alrededor de dos veces al año, alguien -posiblemente una mujer- camina por esta recluida senda que conduce a la parte trasera del Hospital Waldfriede para dejar allí a un bebé nacido tal vez en secreto y pocas horas antes.
Esta persona -posiblemente su madre- se marcha luego de allí. Ya no volverá a ver al recién nacido. Cuando éste crezca, no sabrá quién fue su madre.
Uso la palabra "posiblemente" porque el proceso es secreto y anónimo. Nadie sabe quién dejó allí al bebé.
Polémica Este sistema es tan anónimo, tan alejado de la posibilidad de dar ayuda psicológica, que generan una situación dañina para la madre y para el hijo Kevin Browne, psicólogo de la Universidad de Nottingham El anonimato es precisamente el punto que critican aquellos que están en contra de este sistema que data del medioevo y que volvió a implementarse en los últimos 10 años. Podrían ser padres inescrupulosos o incluso proxenetas que presionan a las madres para deshacerse del niño, dicen los críticos.
Según le dijo a la BBC Kevin Browne, psicólogo de la Universidad de Nottingham, en el Reino Unido, "una serie de estudios en Hungría muestra que no son necesariamente las madres las que abandonan a sus hijos en estas cajas, pueden ser parientes, proxenetas, padrastros o los padres".
"Por eso, la gran pregunta es si estas cunas están protegiendo los derechos de la mujer y si la madre del bebé está de acuerdo en que se lo dejé allí", dice Browne.
"Este sistema es tan anónimo, tan alejado de la posibilidad de dar ayuda psicológica, que genera una situación dañina para la madre y para el hijo", añade.
Cunas por país Alemania: 99 Polonia: 45 República Checa: 44 Hungría: 26 Eslovaquia: 18 Lituania: 8 Italia: aprox. 8 Bélgica: 1 Países bajos: 1 planificada Suiza: 1 Vaticano: 1 Canadá: 1 Malasia: 1 También hay en Japón, EE.UU.
Al facilitarle a la madre el deshacerse de su hijo, dicen los críticos de la iniciativa, éstas se sienten menos inclinadas a buscar la ayuda que necesitan en ese momento de trauma emocional e incluso de riesgo físico.
Éste es un argumento que rechazan los impulsores del proyecto. Según ellos, les están ofreciendo a las madres desesperadas una manera segura de abandonar a sus hijos no deseados. Si no existiese esta posibilidad, dicen, muchas dejarían a sus bebés muertos de frío a la intemperie.
O peor aún. Recientemente se resolvió un caso en una corte alemana en el que la madre estaba acusada de tirar a su bebé desde el balcón de un quinto piso.
Por casos como estos la iniciativa está ganando impulso para extenderse por Europa Central y del Este, desde los estados bálticos hasta Alemania, Austria, Polonia, la República Checa y Rumania.
En algunos países la ley favorece este sistema. En Hungría, por ejemplo, la ley fue modificada como para que dejar el niño en una de estas cajas equivalga a entregarlo legalmente en adopción, mientras que abandonar al niño en cualquier otra parte continúa siendo un delito.
Browne cree que su difusión es mayor en los países con un pasado comunista y en los países católicos donde tener un hijo sin estar casado es visto con muy malos ojos.
El psicólogo estuvo a cargo de gran parte de la investigación que el Comité de Naciones Unidas sobre los Derechos de los Niños consultó para evaluar el sistema. Este comité considera que el niño tiene el derecho a saber quienes son sus padres, y este proyecto, dicen, les quita este derecho.
Los defensores de este sistema alegan que permiten salvar vidas. Sus defensores están totalmente en desacuerdo. Gabriele Stangl, del Hospital Waldfriede de Berlín, opina que estas cunas salvan vidas, por lo tanto aumentan los derechos del recién nacido.
En la caja de Berlín, dice, hay un sistema de seguridad proporcionado por la maternidad del hospital. Una vez que el bebé es depositado en la cuna, una alarma alerta inmediatamente al personal de su llegada. Al comienzo el hospital se encarga de su cuidado, luego pasa a una familia de acogida y, finalmente, puede ser adoptado legalmente.
Al principio, la madre puede volver a buscarlo si está arrepentida, pero luego, cuando el bebé ingresa al sistema de adopción, ya pierde su derecho.
Una de las madres que regresó por su hijo le dijo a la BBC que cuando dio a luz estaba desesperada. El padre no estaba, ella era joven y se encontraba en estado de shock, por eso optó por la caja.
Pero una semana después volvió a buscar a su hijo. Cuando notó que tenía su pelo, sus ojos, se dio cuenta de que no podía abandonarlo.
Todavía hoy visita la maternidad del hospital para mostrar fotos del niño que está criando. Este sistema le dio tiempo parar pensar y aclarar su cabeza.
Alternativa En 1999 cinco bebés fueron abandonados. Tres de ellos fueron hallados muertos. Reflexionamos sobre esta situación, por qué pasó y hallamos una nueva manera para que estos niños sobrevivan Steffani Wolpert, a cargo del sistema en Hamburgo En una de las cunas instaladas en Hamburgo, han dejado 42 bebés en los últimos 10 años. De las 17 madres contactadas por los organizadores del sistema, 14 volvieron por sus niños.
Steffani Wolpert, una de las mujeres a cargo del sistema en Hamburgo, cree que esto es mejor que nada.
"En 1999 cinco bebés fueron abandonados. Tres de ellos fueron hallados muertos".
"Reflexionamos sobre esta situación, por qué pasó y hallamos una nueva manera para que estos niños sobrevivan", explica.
Sin embargo, estos argumentos no convencen al comité de la ONU ni a los críticos que siguen pensando que las cajas para recién nacidos son un regreso al pasado, cuando la iglesia contaba con un mecanismo similar para que las madres entreguen a sus hijos no deseados.
Maria Herczong, psicóloga del comité de la ONU, le aseguró a la BBC que tanto antes como ahora siempre hubo una alternativa mejor: ofrecer más comprensión y ayuda a las madres que atraviesan circunstancias difíciles.
"(Este sistema) envía a las mujeres embarazadas un mensaje equivocado: que está bien esconder su embarazo y dar a luz en circunstancias no controladas y más tarde abandonar a sus hijos".
Se trata de dos puntos de vistas de dos grupos bien intencionados. La voz que todavía nos hace falta escuchar es la de la madre que tuvo su hijo en secreto hace algunas horas y que, y que después de abandonar a su bebé vuelve con las manos vacías. 16 marzo 2018
PRONUNCIAMIENTO: Ante el próximo debate del Proyecto de Ley sobre las denominadas cunas salvadoras en el Pleno del Congreso de la República (de Perú) UNICEF-PERÚ En atención al próximo debate anunciado en el Pleno del Congreso de la República, relativo a los dictámenes del Proyecto de Ley N° 211/2016-CR, que proponen regular las cunas salvadoras y el nacimiento confidencial, el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia – UNICEF, desea señalar lo siguiente: Cualquier mecanismo que suponga la entrega anónima de niñas y niños al Estado o a cualquier otra organización pública o privada es contrario a los estándares internacionales sobre protección de menores de edad en situaciones de desprotección familiar, o en riesgo de estarlo. Estos estándares están reconocidos en la Convención sobre los Derechos del Niño y en las Directrices de Naciones Unidas sobre Modalidades alternativas de cuidado para niñas, niños y adolescentes. Las denominadas “Cunas salvadoras” vulneran la acción protectora del Estado, basada en la preservación de los vínculos del niño con su familia y en la integración familiar como primera opción. Estos mecanismos dificultan el contacto directo con la madre, padre o persona que entrega al niño y por tanto impiden que el Estado pueda brindar a ambos el apoyo necesario para tomar una decisión informada que garantice el bienestar de ambos, y evite el abandono anónimo. Las Directrices de Naciones Unidas sobre Modalidades alternativas de cuidado establecen que los Estados deben adoptar políticas públicas dirigidas a evitar la práctica del abandono anónimo de niños y niñas. Señalan que en los casos en que las madres o padres manifiesten su deseo de renunciar a sus obligaciones parentales el Estado debería brindar, en primer lugar, el asesoramiento y apoyo social necesarios para alentarlos a conservar el cuidado del niño y ayudarlos a que esto sea posible. El Comité de Derechos del Niño de la ONU ha manifestado que el establecimiento de las “Cunas salvadoras” o dispositivos similares que promuevan el abandono anónimo de niños, vulnera la Convención. Ha solicitado que los Estados adopten todas las medidas necesarias para poner fin a esta práctica y abordar las causas que originan el abandono. En relación al denominado “Nacimiento confidencial”, el Decreto Legislativo N° 1297 para la protección de niñas, niños y adolescentes sin cuidados parentales o en riesgo de perderlos, aprobado en 2016, regula ya la posibilidad de que una madre o padre acuda al Estado para pedir ayuda y solicitar que asuma el cuidado de su hijo o hija recién nacido. El procedimiento establecido por el Decreto cumple con la Convención sobre los Derechos el Niño y el resto de estándares aplicables, y garantiza la protección del niño o niña así como el reconocimiento de todos sus derechos. Por tanto, el marco normativo peruano no requeriría una nueva regulación a ese respecto. UNICEF expresa sus felicitaciones al Estado peruano, por la aprobación del Decreto Legislativo N° 1297. Con ello Perú se pone en la vanguardia de la región, y establece un sistema nuevo para la protección de los niños que no pueden vivir con sus padres, o que están en riesgo de que ello ocurra. Un modelo de protección basado en el fortalecimiento de la familia, en la prevención de la separación familiar, y en la garantía que todos los niños tienen el derecho a vivir en una familia, de preferencia la suya u otra preparada para garantizar su bienestar. La vida en una institución no puede ser la solución. UNICEF insta al Estado a poner los esfuerzos en la aprobación del reglamento del Decreto Legislativo antes mencionado, de manera que el nuevo marco normativo entre en vigencia y se proceda a su implementación. Con ello, Perú estará cumpliendo con una de las recomendaciones emitidas por el Comité Derechos del Niño en 2016. Además reafirma su compromiso con el Estado peruano para continuar contribuyendo a los esfuerzos nacionales que aseguren que todas las niñas, niños y adolescentes puedan ejercer todos sus derechos y desarrollar todo su potencial.
Lima, 5 de septiembre 2017 DIARIO "EL COMERCIO" (PERÚ) Proyecto "cunas salvadoras" fue aprobado: ¿en qué consiste esta polémica iniciativa? Tras su aprobación en la Comisión de la Mujer, este proyecto de "cunas salvadoras" pasará al pleno del Congreso para ser debatido Redacción EC 16.03.2018 / 04:50 am
La Comisión de la Mujer del Congreso de la República aprobó este miércoles el dictamen del proyecto de ley "Cunas salvadoras" (PL 211-2016 CR), que busca instalar incubadoras acondicionadas en establecimientos de salud públicos o privados para que las mujeres puedan dejar ahí al recién nacido que no vaya a ser criado por la madre.
La mujer que tome la decisión de dejar al bebe en estas incubadoras podrá hacerlo de manera anónima y sin responsabilidad legal, según se indica en el proyecto.
El autor de la propuesta, Yonhy Lescano (Acción Popular), dijo en setiembre del 2016 que “la medida está dirigida a las mujeres con embarazos no deseados: adolescentes o víctimas de violación sexual. Si se aprueba la norma, en el reglamento se especificarán las condiciones de uso de estos ‘buzones’. Aunque no hay cifras precisas sobre este drama social en el Perú, las experiencias internacionales me hacen creer que la iniciativa tendrá un impacto positivo”.
en su momento, el Ministerio de la Mujer y Poblaciones Vulnerables (Mimp), Ministerio de Economía y Finanzas (MEF), Ministerio de Justicia y Derechos Humanos (Minjus), Ministerio de Salud (Minsa) y organizaciones como Unicef manifestaron estar en contra de este proyecto de "cunas salvadoras".
En el proyecta se agrega que ni las "cunas salvadoras" ni el nacimiento confidencial van en contra del derecho a la identidad ni del derecho a la vida del niño.
Tras su aprobación en la Comisión de la Mujer, este proyecto de "cunas salvadoras" pasará al pleno del Congreso para ser debatido.
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2018.03.03 19:09 FabriD Aborto en la Argentina y en el mundo: evolución y consecuencias

Como sabemos, la polémica discusión acerca de la despenalización y legalización del aborto volvió a la agenda pública producto del gran “pañuelazo” convocado por la Campaña Nacional por el Derecho al Aborto Legal, Seguro y Gratuito durante el día 18 de febrero de 2018.
Si bien no es un debate reciente (de hecho el proyecto ha sido presentado en reiteradas oportunidades, nunca consiguiendo su tratamiento en el recinto), por primera vez logró trascender la órbita de las organizaciones sociales llegó a la “elite” política, es decir, a nuestros representantes. Este debate “taboo” siempre generó un ambiente reticente para los legisladores, con contadas excepciones, como los diputados del Frente de Izquierda o diputadas tales como Victoria Donda.
No obstante ello, por primera vez el tema comienza a tomar repercusión en la agenda, a la cual los legisladores ya no pueden escapar. Pero sin lugar a dudas el gran hito y disparador fue el pronunciamiento del Presidente Mauricio Macri. Si bien desde sectores cercanos al Ejecutivo alegan que no hay una intención oficial de impulsar el proyecto de ley, ha quedado claro (dicho por el propio Presidente en la Apertura de las Sesiones Ordinarias del Congreso) que ha llegado la hora de debatir un tema “que nos debemos como sociedad hace 35 años”.
Claramente el país se encuentra frente a una oportunidad única de avanzar en una legislación al nivel de Europa y Uruguay en este ámbito, aunque los cortocircuitos y las presiones existentes que se manifiestan en el Parlamente, especialmente en el Senado, cámara que representa a las provincias, en donde la doctrina eclesiástica tiene un peso mucho más notable que en la capital, parecen poner en duda que el proyecto pueda avanzar, por lo menos en los términos del proyecto original. Un antecedente de esto pudo verse en Uruguay, cuando en 2012 el parlamento del país vecino pasó una ley de carácter mucho más restrictivo que lo que querían las y los feministas e impulsores del proyecto.
Como ya trascendió públicamente, el tema será tratado pero deberá someterse a un largo período de discusión y tratamiento por varios comisiones, en donde expertos en el tema, tanto a favor como en contra de la iniciativa, expondrán sus argumentos e intentarán convencer a aquellos diputados y diputados que aún no tienen una opinión formada y por ende tampoco una decisión. Aquellos que se encuentran en este situación no son pocos, ya que de acuerdo a un relevamiento llevado adelante por Economía Femini(s)ta son 66 los diputados que aún no tienen una posición tomada y 35 los senadores.
La situación del aborto en la Argentina es un tema bastante delicado, del cual son pocos los datos oficiales que se tienen, y por lo tanto se debe recurrir a estimaciones que, si bien son realizadas con un criterio estadístico, muchas veces parecen estar lejos de la realidad. Constantemente hemos escuchado que muchos de aquellos que se pronuncian a favor de la despenalización hablan de un número de alrededor de 500.000 abortos inducidos (esto es, provocados, no espontáneos o “naturales”) en nuestro país. El criterio utilizado para obtener esta cifra no es algo arbitrario, sino que sigue un procedimiento estadístico basado en la utilización de un dato empírico, que es la cantidad de mujeres egresadas de centros de salud públicos como consecuencia de complicaciones por abortos inducidos (es importante destacar que estos datos provienen únicamente de hospitales públicos, por lo que centros de medicina privada no están incluidos en este relevamiento). Como es sabido que no todos los abortos inducidos resultan en complicaciones, y por lo tanto existen muchos (la mayoría) que son realizados de manera correcta y en buenas condiciones de asepsia, podemos inferir que los abortos practicados son más que sólo aquellos que terminan en complicaciones, por lo que se necesita un parámetro, un multiplicador que nos permita poder estimar la totalidad de abortos inducidos llevados a cabo.
De acuerdo a un relevamiento llevado adelante por la Dirección de Estadísticas e Información de Salud, dependiente del Ministerio de Salud de la Nación, en el año 2000, alrededor de 65.000 mujeres egresaron de hospitales públicos producto de complicaciones en abortos inducidos. El cálculo del multiplicador es algo más complejo, y resulta de los conocimientos de los expertos en el tema, consecuencia de la experiencia adquirida durante los años de trabajo. Este multiplicador se estimó en 6,8 abortos por cada egreso hospitalario, por lo que el número total de abortos inducidos realizados en la Argentina se estima en alrededor de los 450.000. Es importante destacar, creo yo, dos aspectos esenciales para tomar dimensión de estas cifras. Por un lado, esto no indica que se lleven a cabo exactamente esa cantidad de abortos por año en la Argentina, pueden ser más como también pueden ser menos. Estos números son altamente criticados por muchos especialistas, quienes los consideran exagerados. No obstante ello, son los únicos números que tenemos y deben siempre ser tomados como una estimación, una aproximación, no como un dato certero, ya que no lo es. En segundo lugar, producto de la masificación del Misoprostol en el mundo (y en nuestro país), un fármaco que permite llevar adelante un aborto inducido con pastillas y sin una intervención quirúrgica, con un costo monetario mucho menor que un aborto en una clínica privada, es muy posible que este multiplicador sea mayor que aquel que está estimado, ya que al ser un método más seguro, son menos las mujeres que sufren complicaciones que las llevan a terminar en centros de salud.
Una vez expresado todo esto, me propuse a investigar cómo evolucionaron los países respecto a sus estadísticas sobre el aborto. Uno de los argumentos más extendidos por aquellos que se manifiestan en contra de la legalización es que, como consecuencia de ello, esta práctica se masificará y comenzará a llevarse adelante por muchas más mujeres, que ahora enfrentan muchos menos impedimentos para realizarlo. Pero, ¿es esto realmente así? ¿aumentó en los países que lo legalizaron la cantidad de abortos?
Para ello, tomé una lista de países en los cuales la interrupción voluntaria del embarazo es una práctica legal y observé la evolución en el tiempo en la cantidad de abortos llevados adelante. Para sorpresa de muchos, lo que se ve es una curva con forma de “u invertida”. Esto es, en un principio la cantidad de abortos incrementa hasta que llega a una meseta, y luego comienzan a disminuir. Los países que tomé para la muestra son 7: Canadá, Francia, Italia, Uruguay, España, Portugal y Sudáfrica. La elección no fue arbitraria, sino que el criterio es el siguiente: los primeros tres de la lista son países que cuentan con el aborto legalizado hace varios años (más de treinta). En el caso de los cuatro siguientes, son países que lo legalizaron hace bastante menos, pero que cuentan con una realidad social algo más cercana a la de nuestro país (en relación más que nada a universalización de la anticoncepción y la educación sexual) y que por lo tanto son muestra más fiel de lo que podría suceder en nuestro país una vez que se legalice el aborto. Estados Unidos es también un buen ejemplo del primer grupo, pero fue descartado porque al tomar para la muestra la cantidad de abortos (y no la tasa de abortos por mujer, ya que es mucho más difícil de obtener, por lo menos en internet), al ser una población mucho mayor y por ende una cantidad superior de abortos, la escala no permitía observar esa curva con forma de “u invertida” en los demás países. De todos modos, en el país norteamericano esta tendencia también se cumple.
Un aspecto importante que es necesario a la hora de analizar estos datos es que, como ya fue mencionado en el párrafo anterior, el indicador tomado es la cantidad de abortos practicados y no la tasa de abortos (abortos practicados por cada mil mujeres). ¿Qué implica esto? Que la cantidad de abortos realizados en los últimos años de análisis están sobrevaluados, pues la población de los países fue incrementando (y por lo tanto, teniendo en cuenta que la tasa de mujeres por hombre se mantiene relativamente igual, la cantidad de mujeres también se incrementó). Como consecuencia, podemos inferir que, frente a una cantidad de abortos estable o en descenso, y una población que crece, la tasa de abortos está disminuyendo.
Otro de los puntos a tener en cuenta es el siguiente: en cuatro de los siete países analizados (cinco si contamos a los Estados Unidos), la cantidad de abortos practicados es menor en la actualidad que en el año en cual se legalizó. Los únicos casos que no verifican son Uruguay (en donde el aborto se legalizó recién en 2012, por lo que el tiempo es muy corto para hacer un análisis de estas características), Canadá (aunque los últimos datos que conseguí son del 2010, y donde además se observa una notoria caída en la cantidad de abortos durante mediados/fines de la década del 2000, por lo que si extrapolamos esta tendencia hacia adelante es muy probable que la cantidad de abortos sea hoy menor a la de 1974) y Sudáfrica (en donde si bien la cantidad no es inferior a la del año 1998, tampoco es el nivel más alto registrado en ese país).
Véase que aquí nunca se hizo mención a la mortalidad materna como consecuencia del aborto. ¿Por qué? La razón es muy sencillo: me parece innecesario, pues es más que lógico que esta disminuyó en absolutamente todos los países donde se legalizó, pues obviamente un aborto realizado o tutelado por profesionales de la salud es muchísimo más seguro que uno realizado en la clandestinidad por personas no idóneas y realizado en condiciones de higiene no recomendadas. Este argumento es muy utilizado por aquellos que defienden la legalización, pero por alguna razón aquellos que están en contra no parecen tomarlo en cuenta, pues consideran que una mujer muerta tiene el mismo valor que un feto que es abortado. De acuerdo al análisis realizado, demostramos que no sólo la cantidad de mujeres muertas por aborto disminuye, sino también la cantidad de abortos.
Pero, ¿cómo es posible que suceda esto? ¿Acaso no habíamos planteado al principio que era lógico que, con su legalización, la cantidad de mujeres que decidían interrumpir su embarazo aumentara? La pendiente ascendente en el número de abortos durante los primeros años es un tema de debate que lleva a muchas hipótesis. Algunos sostienen que, la cantidad real de abortos incrementa ya que, frente a menores restricciones para abortar, las mujeres cuentan con más autonomía y libertad para tomar una decisión acerca de su embarazo. Sin embargo, muchos critican esta postura, pues alegan que cuando una mujer realmente decide interrumpir su embarazo, lo hará de todos modos, ya sea legal o ilegal. Otra de las explicaciones que se le intenta dar a este aumento es que no todas las mujeres conocen acerca de sus derechos y las leyes vigentes cuando estas salen. Pensemos que hasta que se aprueba en el Congreso, tiene que pasar por la promulgación, y luego establecer un plazo para su aplicación definitiva. Por lo tanto, muchas mujeres continúan recurriendo al circuito clandestino por un tiempo, por lo que el número de abortos legales durante los primeros años queda subvaluado y va incrementando hasta llegar a la totalidad de abortos practicados.
Gráfico con los países seleccionados
Ahora bien, la gran cuestión es entender la reducción en la cantidad de abortos. Creo que aquí el sentido común es el que nos brinda la explicación: pensemos en dos países, A y B. El primero cuenta con aborto y legal y el segundo no. En A, las mujeres recurren a hospitales y centros de salud para interrumpir sus embarazos, mientras que en B recurren a clínicas clandestinas, tanto de buena calidad como de mala calidad. En A, la mujer que aborta pudo haber quedado embarazada por muchas causes, pero imaginemos que fue por desconocimiento en la anticoncepción (algo muy subestimado, pues creemos que la totalidad de la población conoce su funcionamiento, pero en zonas más marginadas aún persisten muchos mitos y falacias acerca del embarazo). Por lo tanto, al decidir abortar, ingresa al sistema de salud, el más indicado para darle toda la información sobre anticoncepción e informarle acerca de las formas de prevenir un embarazo no deseado. En cambio, en B la mujer entra al sistema clandestino para practicarse el aborto ¿Qué información puede recibir allí? Ninguna, pues ¿cuáles son los incentivos que tienen estas clínicas para dar información sobre prevención? El sentido común nos dice lo contrario, pues hay incentivos a no dar información, ya que no nos olvidemos que este es un negocio que mueve mucho dinero. En definitiva, podemos decir que la legalización trae un "efecto información", en donde el conocimiento y herramientas sobre anticoncepción y prevención se masifica más rápido.
Este punto anterior es de vital importancia, pues es la clave para entender la reducción de los abortos y ver a la legalización de la interrupción voluntaria del embarazo como una forma de entrada a los sectores más vulnerables al circuito de salud y a la información sobre prevención. No hay que subestimar el desconocimiento, pues muchas mujeres sólo recurren al hospital cuando están enfermas o van a hacerse un chequeo. El aborto legal claramente puede funcionar como una masificación aún mayor de la anticoncepción.
Espero que esta lectura les haya parecido interesante y sirve como reflexión para comprender porqué es vital y beneficioso que se aprueba la legalización del aborto en la Argentina. Obviamente cualquier comentario y crítica está más que bienvenida.
Fuentes:
Economía Femini(s)ta: Aborto Legal ¿Cómo votarían nuestros representantes? Link: http://economiafeminita.com/aborto-legal-como-votarian-nuestros-representantes/ Datos de aborto en Argentina. “Estimación de la magnitud del aborto inducido en la Argentina”, Silvia Mario y Edith Alejandra Pantelides. Link: http://archivo.cepal.org/pdfs/NotasPoblacion/NP87Mario.pdf Datos de aborto en España: Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad Datos de aborto en Uruguay: Ministerio de Salud de Uruguay Datos de aborto en Portugal: Johnston’s Archive. Link: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/ab-portugal.html Datos de aborto en Sudáfrica: Johnston’s Archive. Link: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/ab-southafrica.html Datos de aborto en Italia: Johnston’s Archive. Link: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/ab-italy.html Datos de aborto en Canadá. Abortion in Canada. Link: http://abortionincanada.ca/stats/annual-abortion-rates/ Datos de aborto en Francia: Institut National D’Études Démographiques. Link: https://www.ined.fen/everything_about_population/data/france/abortion-contraception/abortions/
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2018.02.23 08:30 IndependienteLibreAI Los cambios en torno al negocio de la marihuana llegaron para quedarse. Su legalización será inevitable a pesar de las resistencias de las Farmacéuticas. Un descanso para la policía y juzgados.

¿No te parece todo esto algo mucho más parecido a un negocio serio que a un tipo vendiendo cosas raras en un callejón oscuro y peligroso? Información de USA.
Ofrece la venta de un sistema para destilar cannabis y separar sus componentes más importantes: el THC y el CBD.
El THC es, en palabras simples, “el que te coloca”.
El CBD, por otro lado, es el más codiciado por las compañías farmacéuticas, ya que es un poderoso analgésico que no produce hábito como los opiáceos, y que es la piedra angula de la defensa médica al uso de la marihuana para esos fines.
Y mira este otro, que promete “unir la tecnología alemana con la innovación de Detoit”:
Ya la semana pasada repasamos el éxito que tuvimos con la recomendación de Aurora Cannabis (ACBFF), una firma con base en Canadá y que es conocida en el mundo financiero como “el Amazon de la marihuana medicinal”. Cuando recomendamos las acciones de Aurora, en febrero de 2017, éstas valían US$ 0,43, mientras que hoy están en alrededor de los US$ 9…
Un nuevo estudio publicado por New Frontier Data demuestra que la legalización de la marihuana a nivel federal generaría US$ 132.000 millones de ingresos fiscales a nivel federal, así como 1 millón de nuevos empleos.
Y esa cifra ni siquiera considera los ingresos fiscales estatales y municipales. Ni tampoco toma en sus cálculos el crecimiento económico consecuencia de la creación de un millón de nuevos empleos a lo largo de ancho de la nueva cadena de producción de la marihuana.
Sin importar cuál sea tu posición política en este tema, es difícil oponerse a cifras tan significativas –más aún cuando estados como Colorado llevan ya más de cuatro años aceptando el uso de la marihuana para usos recreacionales.
En pocas palabras, el abogar por la marihuana legal podría ser la solución que tanto ha buscado Trump para ponerle números a sus logros presidenciales. La legalización es la solución obvia aquí.
Y por irónico que parezca, es posible que el fiscal federal Jeff Sessions esté acelerando este proceso.
Este mes Sessions publicó un nuevo memo en el que deshacía las políticas de la era de Obama que le impedía al gobierno federal interferir con la marihuana legal en estados en particular.
Su jugada fue un duro sacudón de mercado para las compañías dedicadas al cannabis.
También encendió la mecha de los estadounidenses que ya están hartos de que el gobierno haga de la vista gorda con la marihuana.
Aún si consideras personalmente que la marihuana para usos recreativos es ir demasiado lejos, ningún individuo racional podría argumentar seriamente que la marihuana debería seguir clasificada como narcótico de Clase 1, junto a la cocaína y el PCP.
De forma similar, es absurdo que el gobierno federal se oponga a las compañías farmacéuticas que quieren realizar estudios empleando los compuestos dentro de la marihuana en un intento por curar diferentes enfermedades.
Siendo totalmente objetivo, el gobierno federal está equivocado sobre la marihuana. Así que el enorme paso atrás de Sessions en realidad podría terminar siendo el catalizador que los legisladores necesitan para actuar y descriminalizar la marihuana de una vez por todas.
La marihuana legal a nivel federal no solo le podría abrir la puerta a unos US$132.000 millones de ingresos fiscales y a un millón de trabajos –dos cosas que Estados Unidos sin duda necesita– sino que por primera vez en la historia las compañías estadounidenses de marihuana serían competidores reales para sus rivales extranjeros.
En el pasado Trump no ha tenido problemas para ponerle un alto a Sessions cuando ha tenido que hacerlo. Entre le pésima reputación que se han ganado los cambios de políticas del Fiscal General, y los miles de millones en ingresos de impuestos y el millón de trabajos posibles, no es difícil imaginar que el Presidente lo haga una vez más.
Échale un vistazo al comportamiento de índice de la marihuana estadounidense durante los últimos seis meses:
Queda claro que el cannabis estadounidense tiene un gran recorrido por delante. Ya sea lo adores o no lo puedas ver ni en pintura, el Presidente Trump es un hombre de negocios, y como tal él nunca podría ignorar una oportunidad para embolsar tantos ingresos.
En definitiva, puede que la marihuana sea la solución que Trump tanto está buscando para este 2018.
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New federal modelling shows COVID-19 transmission across Canada is largely under control, with the exception of some significant hotspots. But as Eric Sorens... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube. This video takes a historical look at the population counts of Canada, from 1871 to 2016. Transcript: http://www.statcan.gc.ca/eng/sc/video/census2016_150yea... Top earning occupations in Canada by field of study. Data released in 2020 by Statistics Canada. #TopOccupations #TopJobs #TopPayingJobs #TopJobsCanada MORE ... Canada and Australia are 2 of the most livable countries on earth but how do they compare? Which has better health? Education? Employment? Data Sources: http... Statistics Canada produces statistics that help Canadians better understand their country—its population, resources, economy, society, environment, and culture.