Sala de citas

Estou enojado com esse trecho do livro "A Classe média no espelho", do Jessé Souza. Não que eu não soubesse que isso acontecia, mas não imaginava que era tão "normalizado" assim.

2020.10.27 17:29 cidopina Estou enojado com esse trecho do livro "A Classe média no espelho", do Jessé Souza. Não que eu não soubesse que isso acontecia, mas não imaginava que era tão "normalizado" assim.

Sérgio: o CEO de um banco explica como se compra o mundo

Sérgio não é um CEO qualquer. Muito inteligente, culto, leitor de psicanálise nas horas vagas – a mulher é psicóloga –, ele é dessas pessoas que têm prazer numa sinceridade desconcertante. Sérgio tinha plena consciência de quem era e do que fazia. Se no passado teve algum problema com isso, agora não deixava transparecer nenhum incômodo.

Desde a adolescência, ele era grande amigo de João Carlos. Filho de banqueiros, havia acumulado fortuna própria na década de 1990, durante o governo de FHC, administrando fundos de investimento estrangeiros que ganharam uma grana preta com as privatizações levadas a cabo no período. Segundo Sérgio, João Carlos começou como um hábil representante de bancos estrangeiros e abriu inúmeras portas de investimento para os parceiros por meio de suas relações nos meios financeiros paulistanos, bem como no poder político e no Poder Judiciário, tanto em Brasília como em São Paulo. Lucrou tanto se utilizando do dinheiro alheio que fundou o próprio banco.

Nessa época, Sérgio frequentava uma faculdade de Direito nos Estados Unidos. Depois passou um ano em Londres, estudando finanças e ciência política e, por indicação de amigos do pai, estagiando num escritório que lidava com o mercado financeiro. Morou também em Sevilha, na Espanha, onde descobriu sua área jurídica de predileção: o direito administrativo.

No início dos anos 2000, quando voltou ao Brasil depois de quatro anos de pós-graduação no exterior, com pouco mais de 30 anos, o amigo João Carlos já era um multimilionário por “esforço próprio” e apenas naquele ano tinha ganhado mais dinheiro do que o pai durante toda a vida. Como o negócio do banco – aliás, o de todos os bancos hoje em dia – dependia da intersecção entre mercado e Estado, João precisava de alguém de confiança para cuidar da parte jurídica, antes terceirizada em diversos escritórios. Sérgio recebeu então carta branca para montar sua equipe de trabalho. Hoje o departamento jurídico é o centro nervoso do banco, com tudo passando pelas mãos de Sérgio, e ocupa um andar inteiro de um prédio moderno, decorado com luxo e bom gosto.

Quando lhe perguntei qual era seu trabalho, Sérgio não titubeou.

O João é o gênio, sabe onde estão o dinheiro e as oportunidades, pensa nisso o tempo todo. Eu só faço comprar as pessoas necessárias para que as coisas aconteçam como ele quer. Não fui eu que inventei o mundo como ele é, só procuro sobreviver da melhor maneira possível. O mais importante no Direito é conhecer os meandros da linha cinzenta entre o legal e o ilegal. Meu trabalho é expandir ao máximo a margem da legalidade a serviço dos interesses do banco.

Como já existe toda uma legalidade paralela que cuida dos interesses do setor financeiro, meu trabalho é fazer com que o nosso banco fique com o melhor pedaço da torta. Nossa equipe tem mais de vinte advogados escolhidos a dedo e bem pagos. Mas eles fazem o ramerrão do trabalho jurídico. O dia a dia. Eu faço os contatos com juízes, políticos e jornalistas e cuido dos clientes estrangeiros. Com o serviço jurídico, no sentido tradicional, meu trabalho não tem nada a ver. É mais gestão de clientes, dar a eles o que querem, dizer o que querem ouvir, beber o que eles querem beber e ser discreto e sóbrio em tudo.

E o que eles querem?

Aqui em São Paulo o que move tudo é o dinheiro e todo mundo quer viver bem. As pessoas são compradas com dinheiro vivo e com depósitos em paraísos fiscais criados para isso. A gente sabe fazer bem feito. Sem deixar rastro. A cidade é toda comprada, não se iluda, toda licitação pública e todo negócio lucrativo, sem exceção, é repartido e negociado.

Todo mundo tem um preço. Até hoje não conheci quem não tivesse. E para todo negócio é necessário uma informação privilegiada aqui, um amigo no Banco Central ali, uma sentença comprada ali ou a influência de um ministro em Brasília acolá.

Além da compra direta, em dinheiro vivo ou depósito no exterior, a gente tem que paparicar constantemente os caras. Uma forma eficaz são os presentes constantes, sem a expectativa imediata de contrafavores. Isso gera simpatia. Às vezes você ganha até um “amigo”.

Todo mundo adora vinhos caros, e as mulheres desses caras adoram essas bolsas que custam 50, 60 mil reais. Se é alguém com conhecimentos técnicos, você pode promover seminários e palestras, e pagar muito além do que se paga nesse tipo de mercado. Para cada tipo de cliente e de gente existe um jeito mais conveniente de comprar sem parecer que está comprando.

Não fazemos isso em troca de um serviço concreto. Isso é muito importante. O que construímos é um círculo de amigos. Temos uma lista grande de pessoas que simplesmente presenteamos no aniversário e em diversas outras ocasiões, ano após ano. Presentes bons e caros. Não economizamos nisso. Aí, quando você precisa, pode contar com a boa vontade do cara. Isso é o que chamo de criar relações de confiança.

E o pagamento direto por serviços específicos?

Obviamente isso também existe. Aí pagamos em paraísos fiscais, por meio de transferências sucessivas entre dezenas de empresas de fachada, de tal modo que nem Sherlock Holmes consegue refazer o caminho original.

Hoje em dia existem meios ainda mais eficazes de eliminar os riscos, mas este é nosso pulo do gato, e não posso lhe contar. Mas não fica rastro, posso assegurar. Esta, afinal, é a nossa mercadoria: a segurança no investimento. E, sendo um banco, tudo fica mais fácil. Não é só no caso do nosso banco: todos os bancos, inclusive os maiores, fazem a mesma coisa.

A mina de ouro de qualquer banco comercial ou de investimento é o Banco Central. Ali só entra gente nossa. E o país é gerido a partir do Banco Central, que decide tudo de importante na economia. É lá que a zona cinzenta entre legalidade e ilegalidade define a vida de todos. Isso não aparece em nenhum jornal.

Podemos fazer qualquer tipo de especulação com o câmbio, como nos swaps cambiais, por exemplo. Se der errado, o Banco Central cobre o prejuízo. Não existe negócio melhor. Se der errado, o famoso Erário paga a conta. Quem controla toda a economia somos nós e a nosso favor, o Congresso nem apita sobre isso. Quando, muito eventualmente, decide sobre algo, apenas assina o que nós mandamos, essa é verdade que ninguém conhece porque não sai em nenhuma TV.

Claro que tudo é justificado como mecanismo de combate à inflação, e não para enriquecer os ricos. Para quem vê isso tudo funcionar a partir de dentro, como no meu caso, é até engraçado.

Essa é a estrutura legalizada pela opacidade do Banco Central e da dívida pública. Mas e os negócios ilegais mesmo?

Não existe negócio que não seja intermediado por um banco, seja legal ou ilegal. Essa história de operador e doleiro é coisa da Lava Jato e da imprensa para desviar a atenção da participação dos agentes financeiros. Os bancos são completamente blindados porque inventaram um meio infalível de distribuir dinheiro para quem já tem muito poder e dinheiro. Falam de todo mundo menos de nós, que comandamos tudo.

Para mim, aí é que está o poder real, o poder do dinheiro. Na verdade, são os bancos os operadores e os doleiros, e todo o dinheiro sai de bancos, seja dinheiro limpo – na realidade, sempre dinheiro que foi tornado limpo –, seja dinheiro sujo. A não ser que você fabrique dinheiro em casa.

Aliás, parte do lucro dos bancos vem de lavar dinheiro e intermediar transações. Mas o grosso da grana vem do Banco Central, das remunerações de sobras de caixa – que são ilegais, mas sobre as quais ninguém diz nada –, das operações de swap cambial, dos títulos da dívida – enfim, o Banco Central é nossa mãe. É tudo escancarado, mesmo com inflação zero e o país na ruína.

Nosso lucro é legal, ou seja, legalizado, já que somos intocáveis e ninguém se mete conosco. Boa parte dos juízes e ministros de tribunais superiores, como todo mundo no meio sabe, advogam por interposta pessoa, e nós somos os principais clientes de alguns e de quem paga melhor. São os bancos que pagam as eleições do Congresso quase inteiro. Aí você pode legalizar qualquer coisa, qualquer papel sujo que a gente mande ao Congresso os caras assinam. Nesse contexto, onde se pode tudo, as operações abertamente ilegais são uma parte menor dos lucros, mas obviamente existem.

Se ninguém imprime notas de dinheiro no quintal, é óbvio que todo o dinheiro, inclusive todo dinheiro sujo, vem dos bancos, que retiram parte do seu lucro real intermediando essas relações e lavando esse dinheiro. Os bancos controlam o que você vai fazer com o dinheiro e todo dinheiro pode ser rastreado.

Toda transferência bancária tem um chip e, se você quiser saber de onde o dinheiro vem, dá para saber. Inclusive nas transações internacionais. Se a transferência é em dólar, tudo passa por Nova York e recebe um número. Mas ninguém quer saber, essa é a verdade. Como os bancos mandam na imprensa, nos juízes e nos políticos, a intermediação de todo dinheiro ilegal jamais é denunciada. E se for denunciar, você é que acaba preso. Isso eu garanto.

Como funciona mandar dinheiro para propinas no exterior, por exemplo, para comprar gente em Angola, na companhia de petróleo?

Você liga para o presidente de um banco [e cita, testando minha reação, o nome do presidente de um grande banco] e pergunta qual a comissão dele para fazer remessa.

“Assim, na cara de pau?”, pergunto. “E como você acha que funciona?”, indaga Sérgio, rindo e se divertindo com minha surpresa.

Lembra daquelas malas do Geddel? Como você acha que aquele dinheiro chegou naquele apartamento? Dinheiro não dá em árvore. Quem tem a possibilidade de fazer o dinheiro circular de um lugar para outro são os bancos, mais ninguém.

Não há nenhum caso de corrupção em que o dinheiro não venha de um banco. Ou seja, os bancos são os intermediários, sempre. A imprensa nunca toca nisso porque é tabu. Afinal, a imprensa é nossa.

Como assim?

Vou lhe contar um caso. Assim que cheguei no banco, o João Carlos estava com problemas com um jornalista, metido a investigador, que publicava todo dia uma notinha chata sobre negócios nossos aqui em São Paulo. O João ofereceu milhões ao cara para apoiar projetos dele se aliviasse a pressão, mas o cara não aceitou. Foi um caso raro, pois era uma grana e tanto na época. O que fizemos? Compramos o jornal, um dos maiores do Brasil, e demitimos o fulano.

Agora decidimos o que sai ou não, pois somos os donos do jornal. Não precisamos pedir nada a ninguém. O jornal é literalmente nosso. Toda a imprensa hoje em dia é assim, de um modo ou de outro. Ou eles devem os olhos da cara aos bancos ou os bancos são os donos diretamente. Por isso não sai nada na imprensa contra os bancos. A imprensa é toda nossa: televisão, jornais, internet, o que você pensar.

E com os políticos e os juízes, como funciona?

Com os políticos você paga a eleição do cara e o que sobrar, se sobrar, porque toda eleição é mais cara do que se imagina de início, ele embolsa. Aí cobramos e montamos a agenda do cara. Ou então pagamos por serviço, como expliquei, normalmente uma parte em dinheiro vivo e outra em depósito sigiloso. Às vezes, num caso ou outro mais complicado, que precisa ser resolvido para os negócios andarem, você faz um depósito no exterior para vários ao mesmo tempo.

A coisa funciona do mesmo modo em Brasília e em São Paulo, e com todos os partidos políticos. Aquilo que aquele maluco da Odebrecht fez, ao criar um departamento de propina, todo banco tem, é como os negócios andam, não tem outro jeito. Mas a gente não deixa rastro como fizeram esses malucos. Ninguém é “santo” [referindo-se à suposta alcunha de Alckmin no livro da Odebrecht], pode acreditar.

E com o Poder Judiciário?

Com os juízes os presentes funcionam que é uma beleza. O cara termina incorporando ao salário – afinal, é a mania deles. A coisa que mais irrita um juiz é saber que um advogado ganha muito mais do que ele. Na verdade, quando o advogado é muito rico, pode ter certeza que também enfia a mão na merda. Como advogado, para enriquecer de verdade, você tem que saber comprar promotores e juízes, além de advogados de outras empresas, para que escolham o seu escritório quando houver necessidade. A Lava Jato está cheia disso. Cansei de ver um colega fodendo o outro para depois ficar com a conta da empresa. Talento muita gente tem, mas construir um círculo de poder e dinheiro e saber gerir isso, mesclando cuidado e ousadia, poucos sabem.

É por saberem disso que muitos juízes ficam putos com o dinheiro que os caras ganham. Sempre acham que merecem ganhar ainda mais do que os advogados mais bem pagos, porque os riscos maiores seriam deles, e não dos advogados. Mas a verdade, e todo mundo sabe, é que a maior punição que um juiz recebe é aposentadoria compulsória, e mesmo para chegar a isso tem que aprontar um monte e fazer muito mal feito.

E como vocês recompensam os juízes?

É um pouco diferente, porque os caras são muito vaidosos, alguns se acham intelectuais. Quando o cara é muito vaidoso, o melhor método é pagar uma palestra com 100, 200 ou 300 mil reais, e ainda faz o cara se convencer de que é por sua cultura jurídica. Ou fazemos seminários internacionais com grandes jornais e revistas comentando e fotografando – aí eles piram. Nesse meio, você tem que saber comprar a vaidade dos caras, fazer com que se sintam mais importantes do que são. Ou então compramos diretamente a sentença.

Você pergunta o preço da sentença e paga, assim, na cara de pau?

“Como você acha que funciona?”, retruca Sérgio, sempre se divertindo muito por estar dando aulas de sociologia prática da vida real.

Vou lhe contar um caso que vai fazer você entender como tudo funciona. O João queria abrir uma casa noturna em Florianópolis, só para se divertir. O diabo é que encasquetou de construir a boate num lugar que era área de proteção ambiental, o MP [Ministério Público] local encrencou e a história virou uma pendenga judicial. Aí tive que ir lá para acertar com o juiz. Quando deixei tudo combinado, o João mandou uma loura – que foi favorita dele durante um tempo e depois passou a trabalhar com a gente, dessas muito bonitas e de 1,80 de altura, como só tem no Sul – levar, numa bolsa grande dessas de marca, um milhão de reais, misturando reais e dólares.

A ordem do João foi mais ou menos assim: “Põe aquele vestido vermelho justinho da Armani que te dei, entrega a mala e faz o juiz feliz.” O fulano passou um fim de semana com a loura, ficou com o dinheiro e a mala, e o João construiu a boate bem onde queria. É assim que funciona com o Judiciário.

Mas não foi uma experiência agradável, vou confessar, já que a moça foi humilhada de um modo meio violento. Fomos ela e eu levar a mala com dinheiro vivo para o juiz. Começamos a discutir o modus operandi jurídico do caso com o juiz e mais dois auxiliares na própria sala do juiz, depois do expediente.

Betina, era assim que a moça se chamava, era estudante de Direito e de vez em quando arriscava um palpite sobre o caso. A certa altura, o juiz se irritou e disse que ela não era advogada, mas puta, e estava ali para outro serviço. Na mesma hora, botou o pau para fora, na minha presença e de outros dois, e mandou a moça chupar.

Depois mandou que fizesse o mesmo com os dois funcionários. Em seguida entra um terceiro assistente, todos obviamente de confiança do juiz e de sua equipe “privada”. Ao ver a moça ainda de joelhos e já com o belo vestido meio rasgado, lança um olhar entre divertido e intrigado à cena, e então o juiz o interpela: “Quer também?” Ato contínuo, a moça cumpre pela quarta vez o mesmo ritual. Esse pessoal adora um abuso, quase tanto quanto dinheiro.

As mulheres sempre participam desse jogo?

Nem todo mundo gosta de misturar putaria e trabalho, mas se você for carente e cair nessa, está fodido. Aí fica na mão mesmo. E o diabo é que o que mais existe é gente carente afetivamente, que sem perceber cai nessa armadilha. Eu, por exemplo, não participo. Como tenho mulher parceira, não tenho este tipo de carência. Não digo que não tenha participado uma vez ou outra, nesses quase 20 anos em que trabalho aqui, mas não é a minha praia.

Mas tem muitos que gostam. Os estrangeiros, por exemplo, adoram. Passei um ano em Londres trabalhando como estagiário na área jurídica do mercado financeiro e lá a putaria é mais pesada. Onde tem muito dinheiro tem muita putaria. Pesada mesmo, todo tipo de coisa que você for capaz de imaginar. Tipo alugar castelo do século XVII para um fim de semana com muita droga e muita festa para todo tipo de gosto.

Afinal, todas as máfias do mundo estão por lá, russos, árabes, africanos, brasileiros. Londres é uma grande lavanderia atrás da fachada da realeza. Comparados com eles, somos amadores. Mas o João sabe fazer esse jogo, não é nenhum amador. Por exemplo, para funcionar, não pode parecer putaria barata, e o João é um gênio nesse jogo.

Outro dia tivemos um cara, um norueguês, da companhia de petróleo deles. O cara sabe tudo de prospecção de petróleo. O João se encarregou pessoalmente de armar a festa. Ele tem uma ilha em Angra só para isso, com heliporto e um iate lindo. Tudo encoberto pela mata atlântica, privacidade total. É um fim de semana de sonho.

A gente tem de 15 a 20 mulheres lindas, que podemos chamar a qualquer hora, algumas ganham presentes caros todos os meses, outras a gente paga mesmo, e nenhuma delas você diria que é puta. São lindas, elegantes, sabem conversar, usam roupas caras, se comportam e não destoam em nenhum ambiente. Algumas você deve conhecer, aparecem na internet, mas isso eu não posso contar. O norueguês, por exemplo, ficou tão louco que queria levar uma delas para a Noruega.

O João aproveita e chama ainda um juiz, um político, um amigo do mercado ou um procurador mais chegado, chama também alguns daqui do banco mesmo, que sabem criar o ambiente mais relaxado e agradável possível, tudo para criar um clima de festa normal. O segredo é forjar “amizades”. Às vezes montamos negócios inteiros com todos os interessados participando, mas sem parecer negócio, como se fossem amigos se divertindo.

Você tem que saber misturar e montar para parecer diversão entre os “parça”, entende? Lá as meninas sabem fazer o trabalho do melhor modo possível. Tudo parece a coisa mais natural do mundo, como uma festa normal e animada entre conhecidos. Nisso de criar uma relação de confiança, o João é impagável. Eu só faço o meio de campo. O astro é ele.

E cabe a você comprar as pessoas para os negócios andarem?

Quem existe neste mundo que não é comprado de alguma forma? Comprar alguém bem comprado não envolve só dinheiro. Você tem que comprar uma relação de confiança. Sem isso, todo o dinheiro do mundo não conta. E isso é um talento.

João costuma dizer que quem manda no Brasil, a elite, não soma mais do que 800 pessoas, e que ele e eu conhecemos cada uma delas. Dessas 800 pessoas, 600 estão em São Paulo, 100 em Brasília e 100 no resto do Brasil. Temos uma relação excelente com boa parte desse pessoal, e diria que, com pelo menos umas 100 dessas 800 pessoas, temos uma relação de confiança construída ao longo dos anos.

Um banco, como qualquer empresa, vive de oportunidades de negócios que a conjuntura econômica e política cria. Se você é realmente um bom empresário, não pode ficar apenas esperando que a oportunidade surja com a conjuntura, pois aí vai ter muitos rivais e concorrentes.

Um bom empresário ou banqueiro é o que percebe a oportunidade quando ela aparece. Mas se você é muito bom, melhor que os outros, como no caso do João, então você tem que fazer com que a oportunidade aconteça só para você ou que você possa aproveitá-la antes dos outros.

Este é o segredo do nosso negócio. Se deixa passar uma janela de oportunidade, você não é bom no que faz. Mas nós somos muito bons no que fazemos. Nós criamos a oportunidade de tal modo que ela caia no nosso colo. Para isso servem as relações de confiança cultivadas ao longo dos anos.
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2020.10.09 17:57 Subversivo-Maldito CRONOLOGÍA de la "pieza 10" en dónde el CASO VILLAREJO, gracias a la colaboración de las CLOACAS POLICIALES, MEDIÁTICAS Y JUDICIALES, acaba por convertirse en el CASO PABLO IGLESIAS...


1º) El 27 de marzo de 2019 el juez ofrece al líder de Podemos personarse como perjudicado en el 'caso Dina', en dónde constaba que se habia ROBADO un móvil a Dina Bousselham..
2º) Todo ello había sido sido "manipulado", "a bombo y platillo", por varios MEDIOS DE INFORMACIÓN.
3º) Pues bien, en estos momentos, el Juez García-Castellón acusa: 1º) A Dina de difundir la noticia. 2º) A Pablo Iglesias de llevar a cabo un montaje con fines electorales...
Existe un problema: los dos primeros apartados están claramente PROBADOS, mientras que el tercer apartado HAY QUE PROBARLO, ya que no existen pruebas que respalden tal acusación...
La cuestión es GRAVISIMA!!!!
Y es que estamos asistiendo a algo surrealista y rocambolesco:
a) Una persona a la que una Audiencia tilda de PERJUDICADO, pasa, de repente a SOSPECHOSO..
b) Todo ello, además, inserto a la denominada PIEZA DEL CASO VILLAREJO, el cual, por otro lado, está en la CARCEL...
c) La PIEZA 10 VILLAREJO ha pasado a convertirse en un asunto secundario para el Juez y la Fiscalía Anticorrupción...
d) En la PIEZA VILLAREJO lo que que está en juego es, nada más y nada menos, el decidir si existió o no una policía política que atacó a la oposición durante la primera legislatura de Mariano Rajoy con la connivencia de algunos medios de comunicación.
e) En tales medios de comunicación se dedicaron horas y horas en cuestionar a la Fiscalía Anticorrupción, personalizando los ataques en uno de los fiscales del caso, Ignacio Stampa, que investigaban la organización criminal que dirigía el comisario Villarejo.
No perdamos la MEMORIA:
Estamos en noviembre de 2015. Podemos, después de que irrumpiera en el panorama político en las elecciones europeas de mayo de 2014, sigue un trayectoria ascendente. En esos momentos, Pablo Iglesias, compagina la dirección de partido con su escaño en el Europarlamento.....Por su parte, una de sus colaboradoras más próximas es Dina Bousselham....Un buen dia acude al Ikea de Alcorcón, y, en un descuido le roban varias pertenencias, entre ellas su móvil de Bousselham....Lo denuncia ante la Policía Nacional de la localidad madrileña.
El día 12 de enero de 2016, dos periódicos digitales de Madrid, Okdiario y El Confidencial, "a bombo y platillo", nos "informan" del contenido de un informe policial sobre la presunta financiación irregular de Podemos....Por supuesto tal "información" NO SE ENMARCA EN NINGÚN TIPO DE CAUSA JUDICIAL...Las publicaciones se producen coincidiendo con el arranque de las conversaciones entre Podemos y PSOE para una posible coalición de Gobierno.
En este contexto, "Manos Limpias", utiliza el informe de OkDiario y El Confidencial, para denunciar ante el Tribunal Supremo tanto a Iñigo Errejón como a Pablo Iglesias... Sin firma, ni sello, su contenido fue despreciado por el Alto Tribunal y por la Audiencia Nacional.
Y ahora llega el momento en que la POLÍCÍA de Jorge Fernández Díaz, Ministro de Interior, hace su aparición para remitir el MISMO INFORME al Tribunal de Cuentas...Y, poco después, sale a la luz un ESCANDALO del que apenas se habló: resulta que tal INFORME había sido confeccionado en la Dirección Adjunta Operativa, nido de la brigada política....
¡DEMENCIAL!
Resulta, además, que sabemos que uno de los COMISARIOS investigados en el caso Kitchen atribuyó la autoría de tal INFORME al comisario Andrés Gómez Gordo, el policía asesor de María Dolores de Cospedal.
Sobre todo este tema, SILENCIO SEPULCRAL....
PARALIZACIÓN DE LA INVESTIGACIÓN, Y, DESVIACIÓN DE LA ATENCIÓN HACIA LAS CUENTAS DE PODEMOS Y EL CASO DINA....
Pero, sigamos sin PERDER LA MEMORIA, con la descripición de los hechos...
Llega enero del 2016...
Ahora nos encontramos con la figura de Antonio Asensio Mosbah, propietario entonces del Grupo Zeta...
Un día, 20 de enero del 2016, el Señor Antonio Asensio, escribe por Telegram a Pablo Iglesias. Lo cita para entregarle un material que ha llegado a la revista Interviú y que incluye fotografías de la que el editor piensa que es la pareja del líder de Podemos. Durante 40 minutos, Iglesias dispone de un ordenador para, en privado, poder ver el material. No es su pareja la que aparece en fotos íntimas junto a capturas de chats del partido y otro material relativo a Iglesias y la formación. Se trata de Dina Bousselham, de la que había surgido el FALSO rumor de que mantenía una relación con su jefe.
Desde la dirección de Interviú, se afirma que la tarjeta del teléfono llegó de forma ANÓNIMA a la revista....Deciden que no era material de interés periodístico y se la entregan a Pablo Iglesias..
Pablo Iglesias se quedó con la tarjeta, pese a no pertenecerle, durante al menos seis meses. Después ha explicado que quería proteger a Bousselham, bastante afectada por entonces de las informaciones FALSAS que le vinculaban sentimentalmente a Iglesias.
Todo podría haber finalizado aquí...aunque siempre con la duda de que "algo olía mal en relación con lo sucedido"....Y es que, por un lado, la Polícía tenía la denuncia de Dina de que le habían robado la tarjeta (?????), y, por otro lado, tal tarjeta no aparece en manos de la Policía, que se supone de debió investigar los hechos, sino en manos de una Revista de dudosa reputación...Pero, cabe preguntarse, ¿qué podía haber hecho Pablo Iglesias? Si el caso está denunciado, pues dejar que la Polícía investigue...Si una revista le dice que tiene la tarjeta del movil robado de la que se considera su pareja, ¿debió también denunciarlo a la Policía?...Pero si la Polícia lo sabía ya todo!...A que estamos jugando?
Pero sigamos, sin PERDER LA MEMORIA:
Llegamos a Febrero de 2016...Pablo Iglesias tiene la tarjeta con fotografías de un movil robado a quien se considera que es su pareja...Son fotografías personales, en dónde no hay indicio alguno de delito...
Pues bien, es en estos momentos, en dónde hace su aparición el Sr. Villarejo....En Febrero de 2016, el comisario Villarejo se pone en contacto con los periodistas de Interviú y les dice que sabe que tienen la tarjeta y que la necesita para sus trabajos policiales.
La dirección de la Revista, MUY ATENTA ELLA, y, SERVICIAL, se reúnen con él para COMER EN UN RESTAUTANTE, y, así, sin más ni más, le entregan el material....Nótese que tanto el policía, entonces en activo, y, los dos periodistas de Interviú, se encuentran imputados por un delito de revelación de secretos.
Y ya la tenemos líada: el COMISARIO VILLAREJO tiene en sus manos todo el material recibido por INTERVIÚ...Y, entretanto, la POLICÍA ¿a qué conclusiones había llegado en relación con el robo de la tarjeta y el hecho de que ésta apareciese como de la nada, en una Revista como Interviú?...
Cada uno que piense lo que quiera...Yo tengo formada mi opinión...
Pero la vida seguía en esos años, y, de ese modo llegamos al Junio del 2016...Villarejo llevaba ya 5 meses en posesión de la tarjeta...¿Cuáles serían sus movimientos?
Los podríamos adivinar observando los acontecimientos del 21 de Junio del 2016
Ese día se celebran las elecciones generales y Podemos no logra su objetivo de dar el 'sorpasso' al PSOE....Sin embargo, Podemos obtiene 72 escaños, y eso abre la puerta a un Gobierno de coalición con Pedro Sánchez....En julio del 2016, Pablo Iglesias, formaliza su oferta al líder de los socialistas.
Y llega el momento de la CLOACA MEDIÁTICA, a través de la figura de Eduardo Inda...
El 22 de julio de 2016, Okdiario, dirigido por Eduardo Inda publica una información que adjunta el pantallazo de un chat interno de Podemos en el que Pablo Iglesias afirma: "La azotaría hasta que sangrase… Esa es la cara B de lo nacional popular… un marxista algo perverso convertido en un psicópata". Iglesias se disculpa públicamente del comentario en el chat privado: "Siento mucha vergüenza de haber hecho una broma machista".
Las cosas se complican, para las CLOACAS..
En el año 2017, el comisario José Manuel Villarejo Pérez, jubilado en el verano de 2016, es detenido en su chalet de Boadilla del Monte...El materila incautado ha servido para abrir más de 30 piezas vinculadas a "ENCARGOS" realizados al comisario cuando estaba en activo.
Las CLOACAS se revuelven "como gato panza arriba"....
De esta forma llegamos al año 2019...Ese año se remite un oficio al juez informando de que han aparecido dos archivos, DINA 2 y DINA 3, que albergan "una multitud de información de la usuaria, tanto datos personales, bancarios, fotografías de carácter íntimo, además de contener comunicaciones con terceros a través de correo electrónico diversas aplicaciones para telefonía móvil (Whatsapp, Telegram), archivos de vídeo y audio, estando buena parte de esos documentos fechados en los años 2014 y 2015”.
NOTA: ¡En la página 2 del informe se reproduce el mismo pantallazo del mismo chat que había publicado Okdiario!.
¡Qué mal pensados somos algunos!
Las CLOACAS deciden desviar la atención sobre sus DELITOS, intentando desprestigiar a Podemos...
¡No perdamos la memoria!
Descripción de los hechos, a partir a la aparición de los ARCHIVOS DINA 2 Y DINA 3
El 27 de marzo de 2019, Pablo Iglesias, y, Dina Bousselham declaran ante el juez Manuel García-Castellón....Pablo Iglesias reconoce que se quedó con la tarjeta cuando la recibió de manos de Asensio Mosbah (Interviú)...Por su parte, Bousselham cuenta al juez también que no pudo consultar su contenido después de que se la entregara Pablo Iglesias. El magistrado ofrece a ambos personarse como PERJUDICADOS en el caso...Además, en esos momento, García-Castellón, elogia la exposición del líder de Podemos...demostrando que todo se ha tratado de una estrategia para perjudicarles. El magistrado instructor llega a decir a Iglesias: "Sabe usted que aquí estamos investigando implicaciones muy serias del Ministerio del Interior…".
¿Qué es lo que ha cambiado en este tiempo? ¿Tendrá algo que ver que Pablo Iglesias es vicepresidente en un Gobierno de Coalición, al que muchos tachan de ILEGITIMO?
Y de este modo llegamos al 2020...
Durante un tiempo, el CASO DINA parece haberse diluído en un segundo plano...De repente, sin embargo, vuelve a REPUNTAR...El 18 de mayo de 2020 la POLICÍA CIENTÍFICA entrega un informe al juez sobre el contenido de la tarjeta y los famosos "pantallazos" y, sobre todo, los "daños" causados a la tarjeta...Esto hace que, a partir de ahora, se señale a Pablo Iglesias Iglesias como autor de dos delitos: daños informáticos por haber entregado la tarjeta a su dueña en un estado dañado; y otro de revelación de secretos, por haber guardado durante al menos seis meses el dispositivo que le había entregado Interviú sin trasladárselo a su legítima dueña....En esos momentos se solitica que se RETIRE a Pablo Iglesias la condición de PERJUDICADO...
De esa forma llegamos al 25 de mayo de 2020....
Ahora el Juez retira la condición de perjudicado a Pablo Iglesias...
Pero va aún más allá: emprende una investigación contra el lider de Podemos en dónde se le acusa de ser PRINCIPAL SOSPECHOSO DE LA PIEZA 10...¿Se acuerdan de la Pieza 10?...Si no lo hacen, deberían ir al inicio de esta cronología de las CLOACAS DEL ESTADO ESPAÑOL....
Y, de ese forma, como por arte de magia, VILLAREJO, el PRINCIPAL SOSPECHOSO DE LA PIEZA 10, queda como marginado en su propio CASO...Su lugar, lo pasa ocupar Pablo Iglesias...
¡ALUCINANTE!
¿Cuales son las medidas que García-Castellón decide llevar a cabo, en esos momentos?
1º) Ordena a Dina Dousselham que deje de compartir abogado con Iglesias...
2º) Comisión rogatoria a Gales para que la empresa que intentó recuperar el contenido de la tarjeta, explique si llegó dañada "físicamente"...
3º) Los policías de Asuntos Internos tienen que repasar la declaración de Ricardo Sa Ferreira, expareja de Boussleham.
Y en todo este lío, claro está, no podía faltar VOX:
EL 10 julio de 2020 Vox denuncia a fiscales del caso Villarejo...Se acusa a Ignacio Stampa de haber facilitado información confidencial a Podemos, en el transcurso del caso Villarejo...La denuncia ya ha sido archivado dos denuncias ya que no aprecia irregularidad alguna...Además, Vox, no tiene reparo en emponzoñar entrando en los bulos y mentiras referidas a las relaciones personales...Han llegado a dar por cierta una relación personal del fiscal y la abogada de Iglesias...pese a que ella niegue que haya relación alguna.
Malas noticias para las CLOACAS:
El 26 julio de 2020. La empresa galesa que analizó la tarjeta que Iglesias le devolvió a Bousselham contesta al juez que ésta no estaba dañada "físicamente"...Un informe posterior de la Policía Científica confirma que esos daños materiales fueron producidos por los trabajos iniciales de recuperación de la empresa
CONCLUSIONES:
1º) Ninguna de las diligencias ordenadas por el juez permiten avanzar en los indicios contra Pablo Iglesias.
2º) Entre tanto, García-Castellón rechaza tomar declaración de nuevo a Bousselham, como solicita Anticorrupción...¿Será porque en tal declaración EXCULPARÍA a Pablo Iglesias?
Otro "PETARDO" más...Llega la hora de CALVENTE.
En septiembre de 2020, declara ante la Audiencia Nacional José Manuel Calvente, antiguo abogado de Podemos.
Habia sido despedido por supuesto acoso a la abogada Marta Flor, aunque tal acusación ha sido rechazado los tribunales.
Calvente acude a la Guardia Civil en Barcelona, donde vive, para denunciar supuesta financiación irregular de Podemos.
La denuncia acabó en un juzgado de Madrid que investiga en la actualidad a la formación.
A partir de esos momentos, Calvente, se convierte en un asiduo de la medios y de algunas portadas de periódicos...En una entrevista a El Mundo presenta la tesis de que Podemos utilizó el caso Dina de forma falsaria para presentarse víctima de las cloacas policiales.
Ante tal declaración, RAPIDAMENTE, [con que rapidez se mueve la Justicia, en algunos casos] el juez considera que debe declarar en la Audiencia Nacional.
En la Audiencia, Calvente y presenta una teoría que dice que le HA CONTADO "alguien" de dentro del partido sobre quien se niega a revelar la identidad....
¡EL GLOBO DE LAS CLOACAS SE DESINFLA DE NUEVO!
El 16 de septiembre de 2020, la Sala de lo Penal de la Audiencia Nacional obliga a García-Castellón a que el líder de Podemos figure de nuevo como víctima y perjudicado en todo este embrollo.
Al mismo tiempo, sin embargo, los jueces, a la hora de tratar el tema VILLAREJO, que sigue en la CARCEL, hablan de “meras hipótesis alternativas” al referirse a la posibilidad de que Villarejo no esté detrás de la filtración a los medios...
No sirve de nada RECODARLES que VILLAREJO tenía en su casa la información que luego fue publicada por Okdiario, El Confidencial y El Mundo, sobre el Caso Dina...
¡Y VUELTA LA BURRA AL TRIGO!
Manuel García Castellón, el juez que investiga al excomisario José Villarejo, parece importarle un comino el CASO VILLAREJO, y, parece dispuesto a seguir R con R con el CASO IGLESIAS...
Y es que el 7 octubre de 2020, el juez toma la decisión de que las "hipótesis alternativas", sobre el Caso Villarejo, deberían ser investigadas por otra instancia
Al mismo tiempo, eleva exposición razonada al Tribunal Supremo en la que acusa a Iglesias de dirigir un montaje para sacar "rédito político".
Su acusación se basa en la declaración de Calvente que el magistado considera "minuciosa".....Todos sabemos que tales declaraciones están basadas en rumores y "dimes y diretes"...
El juez solicita también que se investigue a Gloria Elizo, a Raúl Carballedo, y a la abogada Marta Flor. También pide imputar a Bousselham y su exmarido por falso testimonio....Si por él fuera, todos los de Podemos seríamos imputados...
Y el "CULEBRÓN" SIGUE...
Y SI LLEGA A FINALIZAR, VENDRÁN MÁS....
Pero, eso sí, cada vez, con menos intensidad porque la CATARSIS que este País necesitaba ya lleva años llevándose a cabo...En algún momento veremos sus EFECTOS...y, las CLOACAS serán, no solamente totalmente descubiertas, sino también desmanteladas...
¡SI, SE PUEDE!
[Fuente: https://www.eldiario.es/politica/cronologia-pieza-10-acabo-iglesias-acusado-tarjeta-colaboradora-incautada-villarejo_1_6279911.html?fbclid=IwAR0NAH_d_7dC2YReg_q-E-zyMMzzqzqTm7-DKSHh1UJnx7wooWmbGKFzurg]
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2020.09.26 09:27 niuz-bot INTERVIU Profesorul din Oradea care făcea propagandă anti-mască în timpul orei își bazează atitudinea pe ”studii” pe care nu le poate cita. El pretinde că „elevii pot decide singuri, sunt adolescenți” - [Anchete]

Profesorul orădean Nelu Sandu Pop, de la Liceul Sportiv din Oradea, care s-a filmat în sala de clasă purtând o mască de carnaval și numindu-i… Mai departe »
Citeste in continuare: https://www.g4media.ro/interviu-profesorul-din-oradea-care-facea-propaganda-anti-masca-in-timpul-orei-isi-bazeaza-atitudinea-pe-studii-pe-care-nu-le-poate-cita-el-pretinde-ca-elevii-pot-decide-singuri.html
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2020.09.04 05:42 SpeedHS11 Edgar Allan Poe - O Gato Preto e Outras Histórias

Edgar Allan Poe - O Gato Preto e Outras Histórias (editora PandorgA) 
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Este livro contém 4 contos:
- o gato preto (1843)
- Ligeia (1838)
- a queda da Casa de Usher (1839)
- pequena conversa com a múmia (1839)

O Gato Preto (1843) 
''NÃO ESPERO NEM PEÇO que acreditem neste relato estranho, porém simples, que estou prester a escrever. Louco seria se eu o esperasse, em um caso onde meus próprios sentidos rejeitam o que eles mesmos testemunham.''
Faço das palavras de Poe as minhas, o conto começa com Poe falando de sua paixão por animais, e que sempre foi mimado pelos pais em relação à isso, o conto carrega toda uma história por trás, a começar pelo nome Plutão, que é o apelido de Hades (deus dos mortos), a cor preta, a superstição de que gatos pretos seriam bruxas disfarçadas e também a ideia de sete vidas dos gatos, todas essas características se encaixam perfeitamente no enredo do conto.
Com o passar do tempo, Poe foi mudando para uma pessoa pior, graças ao alcoolismo, se tornando mais melancólico, irritável, e indiferente às todos ao seu redor, menos ao gato, porém isso não durou muito tempo e o gato agora também passara a sofrer assim como todos os outros com as atitudes de Poe.
Quando Poe voltava para casa após mais uma noite de puro alcoolismo, percebeu que Plutão evitava-o, percebendo isso tratou de agarrar o gato, porém, o gato ficou assustado (com razão) e acabou dando uma pequena mordida em sua mão, isso despertou uma fúria (como o próprio Poe diz, demoníaca) e ele acaba por arrancar o olho do gato com um canivete que estava em seu bolso.
''de fazer o mal pelo único desejo de fazer o mal'' E foi assim que Poe fez o que ele julgava errado mas fez. Em uma manhã fria ele enforcou e matou o gato, no galho de uma árvore enquanto lágrimas escorriam de seus olhos, segundo as próprias palavras de Poe: ''enforquei-o porque sabia que assim fazendo estava cometendo um pecado - um pecado mortal, que comprometeria então minha alma importal e a colocaria - se tal coisa fosse possível - além do alcance da infinita misericórdia do Deus mais misericordioso e mais terrível.'' A noite do mesmo dia terminou com a casa de Poe em chamas, a cortina de seu quarto pegou fogo e por pouco conseguiram sair todos vivos e a casa acabou completamente destruída.
No dia seguinte ao incêndio, quando Poe visita as ruínas do que sobrou de sua casa, todas as paredes com exceção de uma tinham desabado e justo nessa única parede que não havia sido destruída completamente, estavam as palavras ''estranho!'', ''singular!'' e outras expressões similares, que despertaram a curiosidade de Poe, porém, o que mais o intrigava era o fato de que nessa mesma parede havia a figura de um gato de um gato gigantesco e havia uma corda ao redor do pescoço do anomal, Poe criou uma grande explicação para o ocorrido e se deu por satisfeito, embora dessa forma tenha prontamente satisfeito a razão, ele não poderia dizer o mesmo quanto à sua consciência.
Sem mais nem menos, surge um gato preto extremamente parecido com Plutão, no meio da noite em mais um dia de bebidas de Poe, os dois acabam gostando um do outro e assim, o gato segue para a casa de Poe e logo se familiariza com a casa e a esposa. Aos poucos por alguma razão Poe começou a sentir uma aversão ao gato, o fato do animal não ter um olho e a marca no peito do gato que antes era indefinida, mas agora essa marca branca passa a ser a imagem do enforcamento, contribuiram para essa aversão.
Certo dia enquanto ia para o seu porão, o gato mais uma vez o seguia e acompanhava-o, desta vez o gato acompanhava Poe enquanto descia as escadas e quando o fazendo cair, isso despertou uma fúria demoníaca em Poe, que na mesma hora pegou seu machado, quando estava pronto para matar o animal sua mulher interviu, desviando o golpe, sem pensar Poe enfiou o machado na cabeça de sua mulher, ela caiu morta sem sequer gemer.
Poe agora precisava se livrar do corpo, pensou e chegou na conclusão que deveria emparedá-la no porão, o que ele fez foi retirar os tijolos de um ponto da parede que havia uma saliência de uma falsa chaminé e fez no final das contas um ótimo trabalho.
O gato obviamente assustado com a situação fugiu e nunca mais voltou, isso despertou uma sensação de alívio em Poe, ele se sentia um homem livre, a sua consciência em relação sua mulher, pertubava- o pouco. No dia seguinte policiais foram até a casa fazer uma última busca e quando já estavam prestes a ir embora, Poe cita o quanto aquele porão fora bem construído e acaba por bater na parede com a bengala que segurava, na qual estava o cadáver de sua mulher do coração.
O eco da batida nem tinha acabado de soar quando uma voz de dentro respondeu com um uivo, como se tivesse vindo do inferno, com isso Poe quase desmaia até a parede do lado oposto, o cadáver ''com a boca vermelha escancarada e o olho solitário de fogo, estava sentada a criatura hedionda cujos ardis tinham me seduzido ao assassinato, e cuja voz delatora havia me condenado à forca. Eu tinha emparedado o monstro dentro da tumba!''
Ligeia (1838) 
O conto começa com Poe lembrando-se de Ligeia, fazendo grandes elogios e lembrando-se apenas que a encontrou pela primeira vez em alguma grande e decadente cidade às margens do Reno. Poe não se lembra do nome de sua família.
''Não existe beleza rara sem que haja algo de estranho em suas proporções''. Poe segue exaltando Ligeia: Alta, porte majestono, a quietude complacente de seu comportamento... A pele rivalizava com o mais puro marfim, a imponente fronte sobressaindo e a delicada proeminência acima de suas têmporas, as brilhantes e negras madeixas, negras como as asas de um corvo, luxuriantes cachos naturais, suas linhas delicadas do nariz, as covinhas, os olhos bem maiores do que o comum, a magnífica curvatura do lábio superior e o aspecto suave e voluptuoso do inferior. Ele se lembra de seus olhos, incríveis e incomuns, largos e luminosos, e sentiu fortes sentimentos ao lembrar de seus olhos, que só sentiu os mesmos sentimentos raramente quando: viu o crescimento de uma videira, numa mariposa, uma borboleta, um fluxo de água corrente...
Poe lembra dos primeiros anos de casamento, em que ele confiava em Ligeia em nível de confiança semelhante à de uma criança, a ser guiada por ela, em um caótico de investigação metafísica em que se achava ocupado durante os primeiros anos de casamento. Enquanto Poe acompanhava de perto a morte de Ligeia na cama, ela demonstra todo a sua paixão e pede a Poe que leia alguns de seus versos, logo após Poe terminar a leitura, Ligeia ergueu-se e teve espasmos, e então, abaixou os braços retornando ao leito de morte e morreu.
Meses depois do ocorrido, Poe, compra uma abadia em um lugar remoto da Inglaterra se casa com Lady Rowena, no primeiro mês de casamento ela temia o violento mau-humor de Poe seu temperadomento, que tanto evitava e amava. No segundo mês de casamento Lady Rowena fica doente e demora para se recuperar até que um segundo e mais violento acesso a acometeu, colocando-a de volta à cama em sofrimento, ela começa a ficar doente de forma mais grave e reccorente, Poe então decide dar uma taça de vinho para recuperá-la, foi aí então que ele ouviu passos leves sobre o carpete próximo a cama, e então quando Rowena estava prestes a bebero cálice, ele viu caindo dentro da taça, três ou quatro grande gotas de um brilhante líquido, porém ele achou que fosse tudo imaginação e não mencionou o fato à ela, algum tempo depois ela morre e seu corpo é preparado para o túmulo.
Com o tempo, Poe percebe que suas bochechas voltam a ficarem vermelhas, durante alguns dias ele escuta alguns sons do cadáver e havia até mesmo uma leve pulsação de seu coração, ela estava viva, porém, sempre indo e voltando da morte, com grandes sinais à prova, mas Poe não se importava e estava cansado das violentas emoções.
De repente, ela ergue-se da cama, cambaleando de olhos fechados avanã para o meio do quarto, Poe se aproxima e toca, fazendo assim cair os tecidos sinistros que a enrolavam, revelando assim seus cabelos negros, mais negros que as asas de um corvo da meia-noite e os grandes olhos, grandes, negros e selvagens de seu perdido amor, Lady Ligeia.
A queda da Casa de Usher (1839) 
Poe percorri de cavalo um caminho escuro, chegando à casa de Usher (sua caraterística principal era parecer excessivamente antiga) ele sente uma sensação de insuportável melancolia invadir seu espírito, ele chega até a sala grande e imponente em que Usher (um dos únicos amigos de infãncia e adolescência de Poe) estava, Usher então se levanta do sofá e o comprimenta calorosamente. Com sua voz que variava rapidamente de um indecisão trêmula até uma forma pesada e lenta de falar, ele contou sobre o objetivo da visita e do consolo que ele esperava sentir com a presença de Poe e abordou a causa de sua doença, disse que era um mal constitucional e familiar para o qual ele já não tinha esoerança de encontrar uma cura.
Ele sofria de um aguçamento mórbido dos sentidos: só suportava as comidas mais insípidas, só podia uisar vestes de certa textura, o cheiro de todas as flores o oprimia, uma mera luz fraca torturava seus olhos e somente alguns sons não lhe inspiravam horror. Poe percebe pouco a pouco por meio de alusões entrecortadas e ambíguas, ele estava dominado por certas impressões supersticiosas com relação ao imóvel onde vivia e de onde, por muitos anos, nunca havia se aventurado a sair, superstições acerca de uma influência cuja força hipotética foi descrita em termos muito obscuros para ser relatada aqui e a aproximação evidente e iminente da morte de sua querida e amada irmã, lady Madeline.
Lady Madeline tinha uma apatia, uma devastação física lenta e gradual, e frequentes afecções de um caráter parcialmente cataléptico. Até então, lutara com firmeza contra a doença e não se entregara à cama, mas, ao final da noite, ela sucumbiu e Poe nunca mais a veria a mesma dama pelo menos enquanto vivesse.
Usher declarou que tinha a intenção de preservar o corpo da irmã por quinze dias (antes de finalmente sepultá-la), em uma das várias câmara que existiam dentro dos muro principais da casa, a razão era o caráter incomum da morte da falecida e as inevitáveis perguntas inoportunas e impulsivas por parte dos médicos, Poe ajuda pessoalmente nos preparativos do sepultamento temporário, levam ao à uma câmara que estivera fechada por muito tempo e lá é revelado que Usher e sua irmã eram gêmeos.
Uma noite tempestuosa, ma terrivelmente bela invadiu o quarto quase erguendo-os do chão, um vapor agitado subia pela casa e a encobria como uma mortalha, Poe logo retirou Usher de perto da janelo e colocou-o na poltrona, lendo um de seus romances favoritos: ''O Louco Triste'' de Sir Launcelot Canning.
Ao terminar a leitura, em que um escuto havia caído sobre um piso de prata, Poe, como escuta como se relamente um escudo de bronze tivesse caído com todo seu peso sobre um pavimento de prata. Quando Usher é questionado por Poe sobre o barulho, Usher: ''Sim, eu ouço e tenho ouvido. Por muito... muito... muito tempo... por muitos minutos, muitas horas, muitdos dias ouvi... Nós a colocamos viva no túmulo! INSENSATO! ESTOU LHE DIZENDO QUE ELA AGORA ESTÁ DO OUTRO LADO DA PORTA!''
Como em um passe de mágica, a porta para que Usher apotava abriu lentamente, e lá estava a figura alta e amortalhada de lady Madeline Usher. Então, com um lamento baixo, desabou pesadamente sobre o corpo do irmão, e em sua agonia final, arrastou-o para o chão, morto, vítima dos terrores que havia previsto.
Poe então foge horrorizado daquele quarto e daquela mansão, de repente, uma luz forte surgiu no caminho, era a luz da lua cheia, um vermelho escalarte que brilhava através daquela rachadura na mansão e que se estendia até do telhado até o chão. Dali veio um sopro forte do redemoinho, as grandes paredes desabavam enquanto se ouvia uma demorada e tumultuada gritaria, como se o ruído viesse de mil aguaceiros, e o lago profundo e gélico aos seus pés se fecharam, de forma sombria e silenciosa, sobre os destroços da ''Casa de Usher''.
Pequena Conversa Com a Múmia (1839) 
O simpósio (festa após um banquete) da noite anterior tinha sido demais para Poe, com uma dor de cabeça miserável e caindo de sono preferiu fazer uma última refeição antes de dormir (Welsh rabbit). Porém, ainda não completara o terceiro ronco quando a camapinha começa a tocar furiosiamente, era um bilhete do doutor Pononner, que dizia que obteve o consentimento dos direitos do museu da cidade para examinar uma Múmia, em um salto se levantou da cama rumo à casa do doutor.
Chegando na casa do doutor ele encontrara um grupo ansioso e a Múmia, encontrada às margens do Nilo, estendida sobre a mesa de jantar, acâmara onde fora encontrada a Múmia era rica em ilustrações, isso indicava uma vasta riqueza do morto. Encontraram o corpo em ótimo estado de preservação, sem nenhum odor perceptível, cor avermelhada, olhos removidos e substituídos por olhos de vidro, cabelos e dentes em boas condições. Quando perceberam que já passava de duas horas da manhã, decidiram adiar a dissecação até a noite seguinte, porém, alguém surgiu com a ideia de fazer um experimento com a pilha de Volta (aplicar eletricidade).
Prestes a ir embora, Poe se depara com as pálpebras da Múmia coberta pelas pálpebras, depois do choque inicial decidiram prosseguir com um novo experimento, e, durante o mesmo, a Múmia desfere um pontapé no doutor Ponnonner que foi lançado à rua janela abaixo. Depois de iniciarem o teste elétrico a Múmia espirrou, sentou e se dirigiu aos senhores Gliddon e Buckingham com um egípcio perfeito um discurso, neste discurso ele reclamou de ser despido num dia frio e da forma como fora tratado.
Gliddon fez um discurso em que citava principalment os enormes benefícios que a ciência podera obter com o desenrolamento e a evisceração das múmias e aproveitou o momento para se desculpar por qualquer incômodo que pudéssemos ter causado à múmia Allamistakeo, reparando que ela estava se tremendo de frio, o doutor correu e logo voltou com uma casaca preta, um par de calças xadrez azul-celeste, uma camisa xadrezinha cor de rosa, um colete de brocado com abas, um sobretudo branco, uma bengala de passeio, um chapéu sem aba, um par de botas de verniz, um par de luvas de pelica cor de palha, um monóculo, um par de suíças e uma gravata cascata.
Seguiu-se uma série de perguntas e de cálculos pelos quais se tornou evidente que a antiguidade da múmia tinha sido muito mal avaliada, haviam passado cinco mil e cinquenta anos e alguns meses desde que ela tinha sido despachada. Logo depois a múmia explica o princípio fundamental do embalsamento e que gozava de ter o privilégio de ter nas veias sangue do Escaravelho, pois só assim teria o direito em sua época de ser embalsamado vivo. O Escaravelho era o brasão, as ''armas'' de uma família muito nobre e muito distinta, pois era comum se retirar o cérebro e as vísceras do cadáver antes de embalsamá'lo, só o clá dos Escaravelhos não seguia essa regra.
''Veja nossa arquitetura!'' gritava Ponnonner. ''A Fonte Bowling-Green!Ou, se esse espetáculo e imponente demais, contemple por um instante o Capitólio, em Washington, D. C.! E o bom doutorzinho chegou até a detalhar de forma minuciosa as proporções do edifício a que se referia. Explicou que o pórtico era adornado com não menos que vinte e quatro colunas, cada uma com um metro e meio de diâmetro e colocadas a três metros de distância umas das outras.
O conde respondeu que lamentava não se lembrar das dimensões precisas de nenhum dos edifícios principais da cidade de Aznac, cuja fundação se perdia na noite dos séculos, mas cujas ruínas permaneciam ainda de pé, se lembrou de ter visto um palácio secundário que tinha cento e quarenta e quatro colunas, com onze metros de circunferência e sete metros de distância entre cada uma delas, o acessoa esse pórtiro, vindo do Nilo, era feito através de uma avenida de três quilômetros, composta por esfinges, estátuas e obeliscos de seis, dezoito e trinta metros de altura. O palácio em si tinha, só em uma das direções três quilômetros de comprimento e deveria ter, ao todo, uns onze de circuito. As paredes eram ricamente decoradas, por dentro e por fora, com pinturas hieroglíficas. Ele não pretendia afirmar que até cinquenta ou sessenta dos Capitólios do doutor poderiam ter sido construídos dentro dessas paredes, mas que tinmha absoluta certeza de que duas ou três centenas deles se espremeriam ali com alguma dificuldade.
Nisso se seguiu a noite com os cavalheiros fazendo perguntas complexas ao egípcio, que respondia todas surpreendentemente bem, os cavalheiros não sabiam mais que perguntas fazerem, pois, a cada pergunta que faziam, o egípcio respondia todas e simplesmente os calava com sua superioridade egípcia em basicamente todas as áreas mencionadas pelos cavalheiros ali presente.
Porém, quando estavam prestes a serem derrotados intelectualmente, Ponnonner perguntou se as pessoas no Egito realmente pretendiam rivalizar com as pessoas modernas, na importantíssima questão do vestuário. O conde então olhou para os suspensórios de suas calças e, segurando a ponta de seu fraque, segurou-os perto dos olhos por alguns minutos. Deixando-os cair finalmente, sua boca escancarou-se gradualmente de uma orelha à outra, mas não me lembro se respondeu alguma coisa.
O egípcio baixou a cabeça. Nunca houve um triunfo tão completo, nunca antes a derrota foi assumida com tanto despeito, Poe pega seu chapéu e parte para casa. Chegou em casa depois das quatro horas da manhã e foi-se deitar, agora eram dez horas da manhã com Poe escrevendo estas lembranças, ansioso para saber quem será o Presidente em 2045, iria procurar o doutor Ponnonner e pedir para que seja embalsamado por alguns séculos.
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2020.08.28 00:41 futebolstats Coluna – GDLK conta apenas uma parte da história dos games

Já é chavão comentar que a indústria de games movimenta mais dinheiro que o cinema e a música juntos. Ou defender que videogames são, sim, uma forma de arte. Mas você já parou para pensar que essa mídia tão nova, com pouco mais de 50 anos, tenha histórias fascinantes de bastidores? Nos últimos anos, vimos muitas delas se tornarem livros de sucesso, como Guerra dos Consoles, Sangue, suor e pixels_e _Masters of Doom.
Mas agora, parece que o mercado televisivo e de cinema também está interessado nessas histórias. Não, eu não estou falando de trabalhos de ficção baseados em games, que há alguns anos já lotam as salas de cinema – vide o sucesso recente de Sonic – O Filme. Eu me refiro a produções que discutam os altos e baixos no processo de criação de alguns dos games mais famosos de todos os tempos. E é exatamente essa a proposta por trás de High Score, série documental da Netflix, dividida em seis episódios, que estreou na semana passada. Por aqui, a série ganhou o estranho nome de GDLK, uma abreviação de godlike, ou "como um deus" na tradução literal em português, expressão usada para elogiar grandes jogadas (confesso que eu mesmo tive que pesquisar para entender o significado dessa sigla).
A série expõe os primórdios dos videogames, desde Spacewar!(1962), considerado o primeiro videogame, até Doom(1993). Cada episódio traz uma temática diferente, de forma que não é sequer necessário assistir aos episódios na ordem, ainda que seja recomendado para quem não tem familiaridade com o que aconteceu no universo dos games até o início dos anos 1990. Todo o conteúdo é apoiado por uma narração divertida e animações bem coloridas. Assistir à série assim torna-se uma experiência bem prazerosa, em que os minutos parecem passar tão rápido que percebermos.
Apesar disso, o documentário não se aprofunda em nenhuma questão, e deixa de lado vários momentos importantes da história dos games. Se por um lado esse estilo pode tornar a série acessível até mesmo a quem não gosta muito de videogames, por outro tende a complicar a compreensão do assunto para os não iniciados. E não me surpreenderia se muitos destes esquecessem em pouco tempo o conteúdo tratado ali.
O documentário traz entrevistas com figuras importantes como Toru Iwatani, criador de Pac-Man, e Nolan Bushnell, fundador da Atari, mas foca principalmente em nomes com menor repercussão na indústria. Apesar de suas grandes contribuições em alguns dos jogos mais importantes da história, esses criadores não estavam sozinhos. Não dá para falar de Sonic sem citar Yuji Naka, ou Final Fantasy sem Hironobu Sakaguchi e Nobuo Uematsu. A falta de entrevistas dessas figuras da indústria pode explicar as escolhas feitas por parte dos roteiristas da série. Ainda assim, acredito que um bom trabalho de pesquisa e edição poderia solucionar isso. Algo semelhante ao que foi feito no episódio com os bastidores da produção do game Star Fox, que cita a importância de Shigeru Miyamoto no processo de desenvolvimento do jogo, ainda que não conte com uma entrevista do famoso designer japonês.
Acredito que a série também perca o foco ao relembrar antigos vencedores de campeonatos de e-sport nos anos 90. Embora os primórdios do esporte eletrônico já rendessem um documentário bastante interessante, _High Score_opta por narrar apenas a experiência pessoal desses campeões que, na época, eram crianças ou adolescentes, sem entrar em detalhes sobre as competições em si ou sequer entrevistar outros interlocutores relevantes. Nem mesmo os pais, ou outros parentes próximos, foram ouvidos. São no máximo relatos curiosos, sem muita relevância no contexto geral dos games ou mesmo do e-sport.
A razão por trás dessa abordagem rasa talvez esteja no formato adotado pela Great Big Story, uma empresa de mídia subsidiária do canal de tevê CNN, responsável pela série. O grupo surgiu em 2015 produzindo mini-documentários, de menos de dez minutos, geralmente focados em apenas um entrevistado cada. Episódios muito bem produzidos e publicados em mídias sociais como Facebook e YouTube. Alguns dos games expostos em GDLK, inclusive, já foram tema de vídeos do grupo, como E.T. e Street Fighter II, embora a série da Netflix conte com material original, com abordagens diferentes para estes jogos. Cada episódio de GDLK tem, em média, 42 minutos, nos quais reúne três histórias conectadas de uma maneira um tanto forçada em alguns casos, o que dá a impressão que os roteiristas apenas amarraram entrevistas pré-produzidas independentemente.
Por enquanto, não há uma segunda temporada confirmada. Portanto, se você gostou da série, vale dar uma conferida no canal oficial do Great Big Story_no YouTube, em especial a série _8Bit Legacy, indicada ao Emmy em 2018. Destaque também para o vídeo sobre Charles Martinet, famoso dublador do personagem Mario e que, inclusive, narra a série da Netflix. Outros canais no YouTube também têm investido em conteúdo documental de alta qualidade, como o NoClip, Gaming Historian e o People Make Games. Nenhum dos conteúdos citados neste parágrafo, porém, conta com opções de legendas em português.
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2020.08.20 18:49 bot_painani Reabre SAT sus salas de internet pero atenderá con cita

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2020.08.14 22:06 ComprehensivePass925 Madre Con Derecho trato de ligarme frente a mi novia.


Hola chicos :D, soy nuevo por acá y hace poco vi un video de lo vi en reddit y otro canal que no recuerdo, y dije, esto me paso a mi también xdddd.
Personajes:
Yo.
Madre Con Derecho.
Niño que creo que era bueno.
Mi novia.
Policía.
Contexto:
En Septiembre del 2019 estaba con mi novia en un parque pasando el rato, estábamos planeando un viaje a Italia en junio de este año, (Que por obvias razones no se pudo).
Estábamos hablando con mi novia y le dije:
Yo: vamos al cine?.
Novia: Si vamos.
Estábamos caminando a mi auto y vimos a madre con Derecho, (Que para acortar le diremos solo MD).
MD: hola, como estas?.
(Olvide aclarar que mi novia era muy celosa en ese momento).
Novia: hola, estamos bien.
Mi novia me toma de la mano y nos hace rodearla, antes de terminar de rodearla la señora me toma de la manga y me tira.
MD: Ups... Perdón, es que te quiera hablar.
Llega el hijo y dice.
Niño: mama, quien es el?.
MD: Papi, hijo espera atrás.
Yo ese momento escuche mal y pensé que ella dijo larry xd.
Yo: Lo siento señora, yo no soy larry.
Mi novia me toma de la mano y casi que me arrastra hasta el auto.
Subimos al auto y arranca.
Avanza un poco para y dice:
Novia: Quien es esa perra?.
Yo: No, se quien sea la verdad.
(Introduzca conversación de lo toxica que era, digo era ya que a ella le hacían bulling y una vez le hicieron una broma de una cita falsa para burlarse de ella y desde ese momento era desconfiada de todo, yo soy el chico """""""guapo""""""""" del salón, cuando le empece a hablar pensó que era una broma y cuando empezamos a salir reviso todo para comprobar que no era broma).
Ella conducio hasta el cine y yo como todo meco iba acostado en sus piernas.
Llegamos y yo fui a comprar los tickets y mi novia los refrescos y esas cosas.
En los tickets tengo una tarjeta platino con la que tengo preferencia, llegue y me atendieron al momento.
Fui a darle la tarjeta a mi novia para que le cobraran menos y me fui a sentar, estaba tarareando el minuto de flow de sony vs jack.
Yo estaba hay llega un niño corriendo:
Niño: Wow, cantas bien.
Yo: Gracias, pero no estoy cantando, estoy tarareando.
Niño: Bueno.
El niño agarra una silla y se sienta y me vuelve a decir:
Niño: Bueno lo haces bien.
Yo: Graci--.
Sentí que alguien se sento en mi regazo yo vi y era la señora esta.
MD: Sabes, deberías dejar a la toxica esa y venirte conmigo, venirte en todos los sentidos.
Yo me pare asustado.
Yo: Perdón señora pero no.
Sali corriendo, tome a mi novia y entramos corriendo a la sala.
Cuando nos sentamos le explique a mi novia lo que paso.
A este punto los dos estábamos asustados, pero ya no nos podía seguir.
Vimos, la película, era mejor de lo que esperábamos, salimos y nos estábamos haciendo juegos estúpidos que tenemos que es hacernos cosquillas y picándonos el estomago, y sentí un piquete por detrás en el trasero, orto dirían los argentinos xd.
Yo me asuste y vi hacia atrás, estaba la señora esta, mi novia se puso pálida, la verdad, yo también, salimos corriendo, me subí al auto, y nos fuimos a un burguer king a comer.
Los dos nos pensamos en bajar o no, cuando paso la señora corriendo los dos nos escondimos en el auto y ella entro al burguer king.
Mi novia le dio un ataque de pánico, yo la abrace y llame a la policía.
Poco después llega la policía y justo la señora empieza a salir del burguer king.
Yo baje rápido mientras que mi novia se quedo sentada ahí.
Le hable a la policía y la karen me vio corriendo, primero se puso una cara de felicidad al verme, pero luego me vio con el policía y puso una cara de terror, la señora trata de correr pero sus 200 kilos no la ayudaron.
El policía la alcanzo en cosa de 2 segundos, la madre puso excusas de que yo era el padre y que no había pagado la pensión alimenticia.
Y también dijo que yo la había acosado sexualmente, era la palabra de mi novia y la mía vs la palabra de Madre Con Derecho y el niño.
Yo dije: Me estuvo persiguiendo en el cine y en el parque, estoy seguro de que hay cámaras en mínimo un lugar.
La señora se puso pálida y para acabar de cagarla en niño dijo.
Niño: Pero mama, no entiendo, Por que lo perseguíamos?.
Ahí fue cuando quedo claro todo, el policía me pregunto que si quería ponerle cargos, le dije que si, al parecer el niño estaba secuestrado de cierta manera, ya que ella había perdido la custodia y se lo robo al padre.
Creo que al final consiguió 25 años de cárcel y fue.
Después de eso fui con mi novia a Burguer king xd.
A también fui a terapia para ayudarla a superar sus traumas y también dejo de ser toxica.
Ella se puso triste por que no pudimos viajar a Italia pero ya paso xd.
Si eres youtuber y la quieres usar solo deja el link aquí en los comentarios.
Gracias por leer :)).
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2020.07.13 13:34 Chitose_Isei Si existieran los chips para el control de vacunas no me pasaría ésto.

Hace unos días vi en internet algunas conspiraciones sin fundamento sobre Bill Gates. Una de ellas hablaba sobre cómo quería inyectar chips para controlarnos. La realidad es que éstos chips serían un control de vacunas, para que aeropuertos y médicos supieran cuántas y cuáles son las vacunas que tendríamos puestas. Similar a la típica cartilla de vacunas, pero sin tantos papeles encima. Si ésto hubiera existido, no me habría pasado lo que explicaré a continuación. Mi familia emigró a España desde Ucrania, yo nací allí y vine con 3 años. Tenía vacunas hechas en mi país (y recuerdo el momento de hacerlas) que estaban apuntadas en una tabla en en un papel. A los 4 años, tuve un accidente en un tobogán del colegio y me torcí el tobillo. Una profesora me llevó al hospital, donde mi madre estaba esperándome y cuando me lo vendaron, el doctor pidió las vacunas. Éstas estaban traducidas en un papel, el cual se lo quedaron para poder registrarlas; resulta que para mí edad, solo me faltaba una y tenía muchas puestas que en España no son obligatorias. Días después volvimos para una triple vírica. No tengo una cartilla de vacunación, así que a regañadientes, el enfermero que me atendió escribió la vacuna, fecha y lugar en que me la hicieron al final de la tabla con las demás vacunas en ruso (y suerte que lo hizo). A partir de allí, todas las demás vacunas las distribuían en los colegios/institutos. Y nunca he vivido algo tan doloroso Algunas enfermeras no atinaron con la vena, una aguja tenía el extremo final fino pero se ensanchaba al inicio, eran terriblemente dolorosas y apenas podíamos mover el brazo del dolor y, finalmente, a las chicas nos ponían más contra posibles ETS. Recuerdo una vez que nos pasaron un documento donde debíamos marcar tres vacunas, dos obligatorias y una opcional para la varicela. Marqué las tres, debido a que nunca la había tenido. No me la hicieron y justo ese verano mi hermano se contagió, y por ende a mi hermana y a mí. Adelantando más. Nunca he sido fan de ir al médico, tampoco tenía problemas de salud o accidentes y por eso no tuve uno de cabecera hasta finales del año pasado, con 20. Al menos en el CAP (Centro de Atención Primaria), cada médico tiene su propio enfermero en una sala a parte pero conectada con una puerta. Con la doctora fue bien ya que solo eran análisis rutinarios. El problema vino a inicios del 2020. No suelo enfermarme, pero no sé qué ocurrió este año que tuve fiebre por varios días, pero el malestar, el dolor de cabeza y cuello y el toser hasta el dolor de esternón perduró por tres semanas. De ellas, solo seis días fui a clase y aproveché todo momento para hacer broma sobre el Covid19, como era de esperar. Sin embargo, no podía seguir así y mi madre me acompañó a urgencias. La recepcionista nos pasó a una enfermera. No recuerdo de qué estaban hablando, creo que ella comentó que me faltaba una vacuna pero en un momento, mi madre dijo que yo nunca me ponía enferma, así que nunca iba al médico. La enfermera lo entendió como que ni siquiera había venido a hacerme las vacunas, así que buscó en mi archivo y dijo que me faltaban TODAS. Al explicar que debía haber un error, ella dijo que debía pedir cita con la enfermera de mi doctora. Y cuando me encontré con ella, me explicó sólo estaban registradas las vacunas hechas en el colegio y que debía traer todos los documentos que tenía sobre ellas, aunque estuvieran en ruso. Así lo hice, le expliqué sobre ese papel traducido que se quedaron en el hospital e incluso llevé el mismo pero de mi hermana. Finalmente en ese papel con una tabla vio la triple vírica en español, documentada en ese mismo centro y la cual tampoco había sido registrada. El papel traducido obviamente estaba extraviado. La enfermera hizo copia de todo eso y me dijo que buscaría un traductor o que, en el peor de los casos, existía el Google traductor. Me aclaró que si realmente me faltaba alguna, me llamarían. Seis meses después no me han llamado. Por supuesto comprendo la situación actual, pero no sé si es que aun está buscando traductor (o como traducirlo desde el Google) o alegrarme.
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2020.06.14 20:20 VoyeurFoyer Consejo para recien ingresados a EEUU: Cuidado con visitas al Hospital

Trabajo de interprete medico, asi que me toca interactuar con mucho Mexicano/Latinoamericano recien ingresado. Veo que mucha gente viene al hospital por cosas que se pueden considerar de menos urgencia, ejemplo: Dolor de cabeza, mareo leve, resfriado comun, etc.
Se que en Mexico el cuidado medico es mucho mas economico y por lo general el atenderse algun pendiente medico en el hospital no implica muchos enredos financieros. Sera conocimiento comun, pero creo que cabe reiterar lo siguiente:
Una visita a la sala de emergencias te puede terminar costando miles de dolares aqui en EEUU. Terminan cobrandote hasta el aire que respiras. Si tu problema medico no es de mucha urgencia, vale mas investigar por tu propia cuenta y encargarte tu mismo. Si no, por lo menos esperate un ratito hasta que puedas programar cita con un Doctor individual.
Se que parece mucho mas conveniente simplemente presentarte en la sala de emergencias. Pero creeme que no van a valer la pena los miles de dolares que posiblemente podrias terminar pagando por la atencion que te van a dar en casas no urgentes (que casi siempre termina siendo algun consejo cotidiano y una pastillita para el dolor).
Cuidese, mi gente.
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2020.05.20 08:52 eliasrc4 Bueno aprovecharé para desahogarme...

Papa realmente¿ no te das cuenta de lo mal que me haces sentir?, del poder que tienen tus palabras sobre mi, no sé, si es tu forma de ser si tu simplemente dices las cosas así crudas, sin pensar en cómo se sentirá el otro.
O realmente si te das cuenta de lo que me dices de verdad me duele, que me digas que tengo mal aspecto, que me veo asqueroso y que soy un cerdo ql por usar el pelo largo y barba quizás yo me siento bien así, quizás me gusta como me veo pero a veces tengo dudas siento que me veo mal, que soy feo, débil, que quizás no ve me veo muy bien... y tu solo me haces sentir peor cuando me dices eso
Recuerdo una noche que la mamá te mostró unos dibujos que hice sobre anime en ese tiempo lo único que dibujaba era dragón ball, te mostró varios los hacía en hojas de oficio serían 12 a 20 dibujos que te mostró, realmente me gustaba dibujar lo pasaba bien y realmente les dedicaba mucho tiempo el que más tiempo me tomó fueron 5 horas y bueno ella estaba muy orgullosa le parecían muy bonitos y detallados. Como toda madre supongo jajaja, la cosa es que te los mostró 1 a 1 y realmente no te parecían la gran cosa, lo reflejabas en tu rostro y bueno también en tus palabras que “eran puras weas” unos “ monos qls” y yo no decía nada, porque tenía tanta pena, tantas ganas de llorar, me dolía tanto tenía 11 años y realmente sentí que me pisaste ese día. Poco a poco deje de dibujar.
Recuerdo cuando me lesione a 1 semana de las pruebas en deportes temuco tenía 16 años, no te imaginas las mil cosas que pasaban por mi mente, no dejaba de pensar y pensar, no entendía que me pasaba porque dolía tanto, nunca me había lesionado de esta manera. Algo sonaba muy fuerte en mi cabeza la cagaste, los decepcionaste a todos, todo el esfuerzo que hicieron para que tuvieras esta oportunidad fue en vano, decepcionaste a tu familia, decepcionante a papá, te decepcionaste a ti. Se que ustedes intentaron de todo para tenerme listo para las pruebas, perdón por no decirles en el momento, no podía...
Pasaron los años y nunca me recupere, intenté de todo por mi cuenta para enmendar el error de verdad que lo quería con el alma, pero simplemente no dejaba de doler.
Poco a poco ya nada me quemaba, nada me hacía sentir vivo.
Pasaron 2 años y yo creía que era mi abductor que era una lesión crónica que no deje curar en su debido tiempo.
Cuando tenia 18 en febrero me hice una resonancia magnética un examen muy caro que me pidió un traumatologo de cadera para saber qué tenía semanas antes junté todas mis fuerzas y trataba de pensar muy positivo que por fin saldría de esto que lo podía lograr y pondria todo de mi parte que aunque me tengan que operar pondría mi alma en la recuperación, llego el día de mi cita con el Doctor el examen estaba listo, entre a su box con el corazón en el puño, comenzó diciendo: “debes dejar de hacer el nivel de actividad física que estás haciendo tu cuerpo no lo soporta, anda en bicicleta, ya no puedes correr por cerros no puedes seguir jugando fútbol” le dije que haria lo que sea, opéreme si es necesario dijo que no serviría de nada, sobra decir que me fulmino aunque el realmente no quería herirme, al salir de la sala me contuve lo más que pude, pero me ganó la pena y rompí a llorar.
Al terminar el mes tenía que comenzar mis Estudios no estaba seguro de ello pero ustedes insistieron y no fui lo suficientemente valiente para decirles que no.
1 semana antes de viajar a la ciudad en la que estudiaría, estábamos tú y yo en la terraza era de noche estábamos conversando y dices que tengo que aterrizar, que me olvide de esto que mi cuerpo no da yo te respondo que sé que puedo dar más que mi cuerpo tiene que aguantar,”entiende estás cagado” fueron tus palabras me dolió tanto todo lo que decías era verdad mi cuerpo ya no daba, pero no lo quería aceptar lloré tanto cuando te fuiste, lloré porque tenías razón porque todo era verdad. Me dolían tanto tus palabras porque si era la verdad pero venia de ti, no quería decepcionarte a ti ni a nadie simplemente pensaba que no era los suficientemente fuerte para lograrlo por eso me esforcé tanto, tanto que me rompí...
Cuando llegue a la ciudad después de que se fueran, salí a trotar necesitaba despejarme pero corría y dolía crujía mi cadera y dolía, a cada paso mi cabeza no dejaba de gritar “ PORQUEEEEEE!!!” “PORQUÉ NO TE PUEDO GANAR” “PORQUÉ A MI” “porque no me dejas tranquilo...” “por favor dejame” “ no quiero seguir peleándo contra ti “ y lloré en la calle en un parque con el dolor de mi alma lloré como si no hubiera un mañana, una chica paro me toco el hombro y me pregunto ¿qué pasa? Porque lloras? Yo solo seguí llorando y ella se fue ya estaba fuera de mi.
Deje de estudiar a 1 año y medio de carrera me eche muchos ramos, no podía concentrarme ya no podía más deje de ir a clases porque me sentía muerto en vida hace tanto tiempo finalmente deserté, volví a la casa mamá se lo tomo bien tu simplemente aceptaste, llego la noche y nuevamente estábamos tu y yo en el living solos estabas tomando te curaste y me dijiste lo decepcionado que estabas de mi, “perdí mi plata wn” “fuiste a puro webiar” no sabes cuando lloré me dolió mucho que me lo dijeras fue como clavarme un puñal.
Bueno y me quede comencé a hacer cosas porque sentía que tenía que castigarme que tenía que hacer algo ocuparme para dejar de pensar y así lo hice limpie la casa todo el patio, lije muebles los barnicé, trabaje entrando leña, trabajé en una pensión haciendo quehaceres domésticos y poco a poco sentía que me iba sintiendo un poco mejor que estaba sanando no física si no que mentalmente, pero tu cada vez que tenías la oportunidad me recalcabas que fue una vergüenza que dejara de estudiar con todo tipo de comentario...
Hoy me preguntaste de manera burlesca ¿quien te dijo que te veías bonito con el pelo largo y barba? Insinuaste que no hago nada que soy un holgazan y una asquerosidad a tus ojos.
Me dolió pero me pareció chistoso que te quejarás de tu jefe que agrede verbalmente a su hijo, que le mata la personalidad, que lo pisa constantemente, que como trataba a su hijo así, estaba listo para sacarte en cara que tú haces lo mismo conmigo si me volvías a decir una cosa mas, pero no era el momento estabas tomando, mamá estaba al lado, esperare y te dire como me haces sentir, no puedo dejar que me sigas pisando Papá.
¿Cómo debiera decírselo?
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2020.05.15 06:47 DanteNathanael Nelkenherz: parte 1/2

NELKENHERZ


Las escaleras están frescas con heridas mientras sube escalón a escalón, poco a poco la obscuridad esclareciendo en sus viñetas oculares, volviendo a respirar con tranquilidad. Y aunque presentemente se encuentre solo, en su corazón lleva la compañía de todo el mundo.
La encuentra limpiando claveles en el estanque del jardín. Se pone de puntitas y trata de evadir las recientes flores y frutos caídos de las jacarandas que cubren la casa de la extraña lluvia tardía. Las obscuras ramas dibujan hipotrocoides en el aíre. Gorriones con la cabeza rojiza surfean el flujo etéreo que pasea sobre la ciudad, hacía el moribundo sol, la niebla ascendente pintada más y más de naranja en el horizonte hasta esfumarse en espirales concéntricos. . . . Pero antes de llegar a ella, ve la suavidad y lentitud con la que lava cada pétalo—del rojo pasan al rosa dentro del agua. A su lado apenas queda un par. Acercándose un poco más, las pieles de los irregulares pétalos revelan haber sido artificialmente teñidos con un rojo escarlata. Lentamente, todavía de puntitas, la abraza por detrás, un beso en la mejilla, un silencioso “ya estoy en casa, cuéntame.”
Termina de lavar los últimos claveles, los amarra en un ramo con la liga de su cabello, exdorado y cayendo en gravedad disminuida, seguramente por la presión atmosférica, y por fin le deja ver sus ojos, su mirada decaída. Una serie de jalones cardiacos le hacen instantáneamente besarle la frente y abrazarla. Pequeñas aglomeraciones de tristeza liquida empiezan a bajar por sus mejillas. Ambos se paran al mismo tiempo, petricor acercándose cada vez más. Deja que ella tome el ramo. Lo sostiene cerca de su pecho, manchando su azul uniforme. Caminan hacía la puerta trasera, entrando silenciosamente a casa.
La luz permanece apagada. A través del estudio hay veladoras que él empieza a encender, mientras ella regresa del almacén con un jarro acampanado de vidrio. Dentro de él coloca las flores, agua y unas cuantas lágrimas. Cuando la ultima veladora ha sido despertada, el pequeño cofre, Cuauhxicalco—que le sorprende aún funcioné después de tanto tiempo, especialmente al ser su primer proyecto de carpintería, regalo de su primer aniversario—ya descansa en sus blancas y temblorosas manos. Se acerca y le desabrocha el pequeño collar de oro del cual pende una pequeña llave con las letras vanvda en el cuerpo de esta, que ahora va clink, clink, para abrir y revelar múltiples chalchihuites, jades y serpentinas. De su bolsillo saca 3 jades. Las lágrimas dentro de él no pueden ser contenidas por mucho más tiempo, pero da su todo para seguir mirando en silencio. Ella toma un pétalo de clavel y envuelve una de las piedritas en él. Tan pronto como introduce las tres piedritas se deja caer, él apenas si la alcanza.
La sienta en el sillón de vinilo negro, su favorito, en la esquina del estudio. Toma otra silla y se sienta frente a ella. Después de un minuto, comienza a hablar.
“No fueron 3.”
“Oh. Gracias a Dios. . . .” La tristeza viene ahora a ser reemplazada por curiosidad. “¿Entonces por qué pusiste tres piedritas dentro del cofre?”
La lluvia llega al techo sobre sus cabezas. Su pequeño entra a la habitación, buscando a sus padres, extrañado de no haber escuchado el usual tumulto en la puerta delantera.
“Cuando me llamaste y dijiste que quizás tardarías un poco más, no pensé que fuera tan grave, Cariño.”
Las manitas del pequeño toman otra silla y la arrastra hasta quedar entre ellos. Despeja el cabello de sus ojos y se amarra su casi dorado cabello con una liga que siempre lleva en la muñeca. Su mirada revela entender lo que está pasando. Coloca una de sus manitas de porcelana en la pierna de mamá y la otra en la pierna de papá, y asiente gravemente, pidiendo que continúe.
Und ich gehör dir nicht zu.
Beide klagen wir nun.
¿Dijiste algo, Preciosa?” dice mientras pasea su trapo de derecha a izquierda sobre la blanca superficie moteada del mostrador, dejando un rastro húmedo—susurros narcolépticos de caracol. “¿Has estado leyendo tus poemarios de nuevo?”
“¡Yia! Pfugeljin.”
“¿Vögelchen?” una pequeña risa. “¿Y ahora por qué soy una pequeña ave? ¿Qué hice ahora?”
“Eeeees—“ acercándose hacía él, hasta dejarse caer sobre sus hombros, rodeándolo con sus suaves y cansados brazos, recostando su cabeza en palpitante pecho de su amado, para continuar “—porque eres el que me lleva al cielo en tus alas.”
Las ultimas tormentas han dejado de caer, aunque el hombre del clima, Don Eladio, alias “Hieladio,”avisó de un frente frío que llegaría del Norte por la tarde. El un poco oxidado gallo de los vientos, siempre anunciando en sutil canción la víspera del amanecer sobre el letrero de la florería, Nelkenherz en grandes letras serif rojas sobre un fondo blanco, avisa que el viento se acerca no desde el Norte, pero del Este.
En el encuadre se puede ver la parte baja del letrero de la tienda, del cual cuelgan cuatro bulbos geométricos, uno parpadeando, a punto de morir; ambos ventanales llenos de flores por detrás. Y la gran puerta de cristal-madera obscura, de la cual sale jovial, suelta y sonriendo naturalmente a quien pase Maxine Boan. La florería le pertenece a ella y a su esposo, Kelvin Antares. Las piernas del lucero de la calle Aloe se mueven de un lado para otro por debajo de su danzante vestido mientras recoge las restantes mesas que por la mañana estaban llenas de amapolas, lirios, petunias, girasoles, rosas, margaritas, geranios, hortensias, petunias, begonias, gitanillas, azucenas, nomeolvides y claveles—los primeros del año. La cámara no puede captar muy bien todo el rango de colores por la mañana, pero ya que es tarde, bajo la luz monótona, nublada, saturada, ella brilla en el centro de la película.
Un pequeño beep avisa que ya ha terminado de grabar. La guarda dentro de los tantos bultos de su chaqueta y se levanta de la silla frente a la florería. Todos esperan ya la lluvia, pero no viene . . . espera pacientemente en las alturas para dejarse caer.
La cita es alas 19:30, en la entrada a la Posada del Sol.
Realmente no sabe lo que está haciendo. Un amigo le había recomendado trabajar con Tomas Villacorta Jr. Desde hace un año. Era un trabajo simple como este: ir y tomar video de un grupo de amigos que siempre se reunía cerca de Plaza San Pedro. Cuando la noche caía, bajo el manto matrimonial del sol y la luna, de las estrellas y el smog, se acercaban más, pagándole a alguien en la iglesia para subir a la azotea, al Hospital Juárez. Allí llevaban un tipo de ritual para comunicarse con la Planchada. Habiendo contactado previamente a la Quemada unos días antes, que había revelado el nombre de aquel malvado italiano, pidiendo que le hicieran pagar por lo que hizo, pues así lo quería la Tierra.
“Deste gafe ni la Llorona sabe. Su crimen castigado verlo he. ¿Encontréis vosotros a V.? Diz que Planchada en vida fuera duno de su cuna amante.”
“¿Eulalia ‘La Planchada’ del Hospital Juárez?”
“Con ella averar.”
Así que lo hicieron. . . . Un poco.
La Planchada estaba demasiado cansada después de la pandemia que ocurrió hace unos años. Los pacientes necesitaban demasiada atención. Incluso tuvo que ir de paso a otros hospitales para suplir con la carga a los enfermeros espectrales que allí laboraban. En sus aventuras fuera del Juárez se encontró a varios fragmentos del alma de Nightingale trabajando horas extra. Historias fueron intercambiadas y pronto Eulalia se dio a conocer en todo el mundo fantasmal benigno. (Algunos dicen que incluso el maligno, pues se apareció el fantasma de un criminal, herido, una noche en la explanada del Juárez. Eulalia lo curo y lo cuidó sin dirigirle la palabra.) Esto hizo que se arreglara de nuevo el cabello y lavara sus ropas, por lo que cuando finalmente apareció, casi no la reconocieron. Era 12 de mayo. Se sentó con ellos.
Eulalia reveló el nombre de aquel muchacho que la engaño, dejándola atrás, sola. Huyendo con aquella que finalmente llamaría esposa . . . Teodoro V.
Los chicos desaparecieron uno a uno después de eso. Él nunca lo supo.
Pero el dinero escaseaba, y el trabajo del magnate transnacional era demasiado fácil como para que pagara $10000 . . . solamente por filmar por una semana a una reconocida pareja que vendía flores y nunca daño a nadie. Demonios, incluso él mismo había ido a comprarle flores ahí a ella . . . a ella . . . varias veces. . . . ¿Qué podría pasar?
En las puertas de la Posada del Sol lo esperaba un agente vestido de basurero—es eso . . . sí, dice “prohibido penetrar a personas no autorizadas:” nice—naranja como el metro, como el cuerpo de una pluma, estoico, llenando botes despintados y oxidados de una cantidad exagerada de basura para un disfraz. Le hizo una señal de que echará el instrumento en la basura.
Bajo la acera, dando la mejor impresión de desinterés que pudiera, y aventó todo junto dentro del bote de basura orgánica. El hombre le maldijo.
Antes de llegar a casa, por curiosidad pasó de nuevo por la florería. Maxine ya había recogido todo y se encontraba dentro. En su mano una taza que al beber de ella empeñaba sus lentes. Kelvin estaba terminando de merodear en la caja, un último click antes de acercarse a Maxine, quien instantáneamente sonríe viéndole a los ojos . . . ¿fue eso una patada? No puede ver muy bien desde ahí.
Recuerda que todavía lleva puesta el arrugado disfraz, desparramándose a los lados como una masa viscosa dejada mucho tiempo sobre la mesa. Se la quitó y la desechó en el cubo más cercano. Finalmente se arma de valor para ir a saludar a la pareja, que ya van un paso afuera de la florería. El cielo aún está gris, pero ni el viento ni la lluvia tienen la presencia que se esperaba. Cuando Kelvin apaga las luces, todos los colores de la calle Aloe se dispersan a los vientos como motas de polvo. Ni una herida traería un poco de color de vuelta.
“¡Memo!” salta Maxine. Su negro cabello lacio se alza y cae lentamente en ritmo con su vestido, resaltando la luminosidad de sus dientes, rodeados de un rojo natural. Se acuerda de ella. “¿Cómo has estado? Hace mucho que no pasas por la tienda. ¿Las cosas siguen mal?”
“Si. . . . No la he vuelto a ver desde el invierno. Navidad fue la última vez que estuvimos verdaderamente juntos, desde ahí he estado estático. No sé si—“
“Memo,” interrumpe Kelvin.
“Señor,” haciendo un pequeño saludo japones, sincero y automático, con los ojos fijos en el suelo.
“Me pareces un excelente chico, Memo. Desde que venías a comprarle ramos personalizados, desde la primera hasta la penúltima vez que entraste en esta tienda, pude ver en tus ojos cuanto la amabas. Ah, no solo en tus ojos, todo tu ser rebosaba de amor, de energía.” Una pequeña pausa, sus pupilas brillantes, buscando qué decir, le dan la vuelta al mundo.
“Es repentino,” voltea a ver a su esposo, que le da el si con la cabeza. “¿No gustarías acompañarnos un poco a la casa? Me gustaría saber qué está pasando contigo y con . . . ella.”
“No se preocupe, puede nombrarla.”
“—con Claire.”
“Por supuesto, no tengo nada más que hacer por hoy.”
Después de 5 calles y 2 vueltas, subiendo las escaleras verdeas, las que si tienen barandal, llegan a una grandiosa reja que tiene las letras A&B en la cúspide, sobre las cuales descansa una corona de flores. Todo el trabajo de hierro parece estar hecho a base de gigantes flores petrificadas.
Guillermo mira su reloj . . . se le hunde el pecho. Ya es un poco tarde, pero ya no hay una razón por la cual llegar a casa lo antes posible. Comprará la cena en el camino de vuelta . . . y una botella de ron.
Adentro va Maxine, luego Guillermo y finalmente Kelvin, quien cierra la puerta tras de sí. Dentro de los umbrales de la casa, Guillermo puede ver claramente una distinción entre aquel lugar y el mundo exterior. Todo huele a paz, el peligro ya no sabe en su boca. ¿Es esto lo que es un hogar? Su pecho se hunde todavía más. Trata de que los recuerdos de un futuro imposible ahora no le llenen los ojos, desbordando todo aquello que no dice, el dique de su escasa seguridad llevado a un punto crítico. La humedad derrumbándose lentamente sobre su cara lo llevará de nuevo a la orilla del mar donde la conoció. Sabe que cada vez que lo hace, la brisa de barre su corazón con bruma algún día lo convertirá completamente en un bloque de sal, uno que todas las empresas que lucran con la insoportable inaceptabilidad de una partida, esperando en los valles emocionales donde la obscuridad es más densa, más pesada, que se pega a la piel, exprimirle todo hasta convertirle en un fantasma que recurre a la pornografía, el alcoholismo, la putería, para seguir huyendo . . . pero nunca podrá huir de nada. Y lo sabe. La promesa de amanecer en otro día más brillante, apenas consciente, con la boca seca y una resaca, siempre termina por llevarlo a un día todavía mas obscuro, donde el sol sigue brillando igual pero lo siente cada vez menos. Los horizontes a los que quiere llegar son solo los bordes de su tumba, y cada vez que cierra los ojos, la única luz que hubo en su vida, la única que dejó entrar, va rondando en el laberinto de su tragedia, sin parpadear . . . ni sus parpados lo protegen de notar su ausencia. . . .
. . . y Maxine lo abraza sin dudar. Finalmente llora. Kelvin entra para preparar la sala.
En los lapsos que puede abrir los ojos, un poco distorsionadas por el mas acuoso, puede ver muchas flores y cajas, cajas grandes, apiladas por doquier.
Maxine lo sienta a su lado en el sillón más largo, dando de frente a la apenas usada chimenea. “Deja salir todo,” le dice.
Kelvin cena solo. Deja preparados otros 2 platos y sube a realizar una llamada. Aún cuando Guillermo ya ha dejado de llorar, La voz, con un tono de emoción igual al que cuando empezó, puede oírse todavía.
“Así que eso paso. . . .”
“Ya han pasado tantos días y todavía la extraño.”
“No importa,” Maxine con una sonrisa. “La verdad solo la extrañas porque le daba estabilidad a tu vida. Desde que se fue, nada ha sido lo mismo—¿cierto?—pero no tiene que serlo. Las cosas deben de mejorar. Y todo, especialmente el amor, se da de forma natural. Me contaste que incluso has rechazado a algunas personas por ella. Bueno, me parece que es porque crees que no eres digno de nadie, le tienes miedo a demostrarle a otras personas lo que realmente eres. Pero dime, ¿te has sentido mejor por rechazarlas? Quizás sientas que estás siendo responsable al no entrar en una relación, pero, querido, no lo estás siendo. Vales muchísimo como para que sigas huyendo de tomar responsabilidad de ti mismo, Sabes que tu corazón quiere amar, pero lo único que haces cuando se presenta ese amor es huir, llenándote la cabeza de mil cosas. No retrases lo inevitable, no quiero que te hagas daño.
“Pero ah, hermoso, mírate. Realmente mírate. Estás así por alguien que ya no está. Tu amor es muy grande. Tiene una fuerza inmensa. Ocúpalo en ti mismo y en alguien que realmente quiera lo mejor para ti. Quizás pienses que no es así, pero encontrarás a alguien que te ame, que pueda ver a través de todo lo que escondes, directo al tesoro de tu alma. Y ni tu pasado ni tus miedos le van a importar, por que está ahí no solo para amarte, también para enseñarte todas las cosas que hay por amar en ti: cuando la veas sonreír, cuando le haya contado a alguien de ti y al presentártelos digan ‘¡Memo! es un placer conocerte,’ cuando duerma tranquilamente en tu pecho y te diga con toda seguridad que tú eres lo que ella quiere. Y cuando menos te des cuenta, tu corazón habrá sanado, y ella te tratará igual, pero ahora estará aliviada de que puedes por fin verte como ella te ha visto desde el principio. Y no es que no vea toda la obscuridad en tu corazón, no es que sea ciega a ella, a veces, cuando no la veas, tendrá miedo, pero sus ojos brillarán de nuevo, pues sabe que eres realmente aquél que brilla por debajo de toda esa obscuridad.”
Antes de que la sonrisa de Memo se transformara en llanto, Kelvin baja al fin, sus pasos resonando en la escalera, pues baja dando brinquitos.
“¿Ya?” le pregunta a Maxine. Ella asienta. “Bueno, toma,” le dice a Guillermo, alargando el teléfono del cual ya cuelga una pila portátil.
“Amm . . . ¿yo?”
“¿Quién más, campeón?”
“Ah, uhhh, ahhhh . . . okay . . .” se pega el teléfono a la oreja. “¿Bueno?”
“Holaaa, ¿Memo?” Al oír aquella voz, el corazón de Guillermo empieza a latir de otra manera, no con ansiedad, pero con emoción.
“S-s-¿si?”
“Un placer Memo. Me llamo Eurus y—“
“¿Crees que estará bien? Eurus lleva mucho tiempo queriendo conocerlo.”
“Lo hará. Nuestra niña es la mejor.”
Cuando bajan de nuevo, la llamada todavía sigue su curso.
“—si solamente la buscas cuando estás triste, no la amas. Definitivamente extrañas la seguridad que te daba. Es más fácil regresar a lo que eras antes, porque así ya nadie podrá juzgarte por lo que eres realmente, temes abrirte con alguien más, porque como dijo mamá, crees que no te amaran. Bueno, Cariño, la realidad es que muchos y muchas te han amado, pero en tu necedad, has cerrado la puerta por un amor oxidado, que ya ni es cenizas, es carne muerta, y te vas a pudrir con ella si sigues aferrado.”
Al llegar a casa, ya muy de madrugada, Guillermo. . . . Bueno, la conclusión lógica entonces es que realmente amas a quien buscas cuando estás feliz, ¿no? . . . Guillermo estaba muy feliz. Y no podía dejar de pensar en Eurus.
. . .
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2020.04.17 03:00 kewlz3 Mensaje para que las personas tomen mas en serio el COVID-19

Hola, buenas noches. Soy un long-time lurker de este subreddit y comento muy pocas veces pero siempre estoy pendiente. Les escribo este mensaje porque quiero crear mas conciencia sobre este virus (COVID-19) ya que sigo viendo en redes sociales y en mis grupos de whatsapp las personas saliendo y realmente no estan poniendo mucha importancia a lo que esta pasando.
Yo vivo en la ciudad de Panama junto con mi abuela y abuelo. Ellos 2 son jubilados y yo soy el unico que trabaja en la casa. Desde el 10 de Marzo se me envio a casa para trabajar (tengo mucha suerte de que sigo laborando perfectamente bien desde mi casa) y desde entonces hemos tomado todas las medidas posibles recomendados por el MINSA. Mis abuelos por su edad no los dejo salir y yo soy el unico que sale en mi horario estipulado para ir ya sea a la farmacia metro o arrocha cerca de mi casa a comprarles las medicinas a ellos, o a Melo a comprarle la comida de mi perrita. Todas las compras de supermercados los hemos hecho a traves de aplicaciones como Appetito24 y Glovo. Las veces que e pedido alguna comida por delivery son menos de las que puedo contar con una mano, si acaso 2 o 3 veces. Aparte de eso solamente e salido al estacionamento de mi apartamento a pasiar a mi perrita, y no nos demoramos mas de 10 minutos cada ves que bajamos (regularmente 2 veces al dia). Les cuento todo esto porque lastimosamente apesar de tomar todas las medidas posibles el Lunes recibimos unas noticias de que mi abuelo salio COVID-19 positivo. Lo habiamos llevado al hospital el Domingo porque el ha estado muy depresivo ultimamente ya que no puede salir ni a visitar su finca en Arraijan y eso lo tiene demasiado triste, asique no habia querido comer en 4-5 dias. Esto ademas de estar tomandose sus medicamentos regulares produjo que la presion se le bajara y un gastristis en el estomago grave. Por su edad y su seguridad decidimos llevarlo al hospital donde lo hospitalizaron por unos dias para subirle las defensas. Ellos nos dijieron que ademas le iban hacer la prueba del COVID para descartar aunque no tuviese ninguna sintoma real del virus. Bueno, el dia siguiente nos llamaron del MINSA que habia salido positivo. Gracias a dios el esta bien y se siente mucho mejor ya que le dieron intravenosa y empezo a comer, etc. Hemos hablado con el y dice que no tiene ninguna sintoma alguna, pero nosotros sabemos que hace como 2 semanas el tenia una fiebre baja, pero como nos hemos cuidado bastante, y no se complico ni nada, lo tratamos como un resfriado normal. Ahora estamos pensando que si era este virus, pero por suerte no le pego tan duro. La unica forma que se pudo haber contagiado es por mi parte, ya que ni el ni mi abuela han salido ni al pasillo del edificio y solo van desde sus cuartos a la sala y de regreso. Yo soy el unico que a salido como les explique arriba, pero igual siempre con guantes, mascarilla, y tomo mis medidas de bañarme por completo al llegar a casa, dejar mis zapatos afuera, y hechar la ropa a lavar de una ves. Mi abuela super traumada tambien siempre limpia todos los productos que nos llegan, no entra las bolsas, y se lo pasa trapiando el piso cada ves que entro despues de haber salido. Inclusive a mi perrita le tengo un balde con agua y jabon afuera donde le lavo las patitas ANTES de entrar de vuelta a la casa, y luego la meto en el baño y nuevamente le hecho agua a las patitas para asegurar que no haya traido nada. A pesar de hacer todo esto y ser SUPER cuidadoso, igual nos contagiamos. Mañana tenemos programado la cita por el MINSA para hacernos las pruebas mi abuela y yo, y ojala nos salga bien, pero tengo mis dudas.
Queria escribirles este mensaje porque en verdad gracias a dios a mi familia no le a pegado duro este virus, pero se que hay otras personas que en verdad no son tan afortunados. Por favor traten de evitar salir LO MAS POSIBLE, porque no importa la cantidad de veces que uno se cuida, ni todas las medidas que uno toma, igualmente uno se puede contagiar. Este virus es un tema muy serio, y la forma de contagio es demasiado alto. Yo pues ahorita me siento bien, sin ninguna sintoma, pero igual estoy bien bravo conmigo mismo porque no se si hay algo diferente que pude haber hecho. Muchas personas son asintomaticos y estan saliendo y contagiando a otros sin saber, y bueno son cosas que pasan porque obvio ni ellos mismos saben que tienen el virus. La mejor forma de evitar un contagio es quedandose en casa por completo. Si no viven en edificio, mejor, porque pueden hacer sus compras online y les dicen que dejen las bolsas afuera para evitar contacto. Lastimosamente yo si tenia que bajar a recibir estos packetes, y no se si entre esa bajadera del elevador me contagie, y la verdad ya no importa, lo importante es mantenerse sano y no contagiar a mas personas. Ojala este mensaje le de mas consiencia a esas personas que todavia siguen saliendo, y si conocen a alguien asi, por favor diganles que la unica forma de combatir esto es quedandose en casa. Denles mi ejemplo, y ojala eso les haga cambiar sus pensamientos.
Saludos!
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2020.04.07 11:35 Gonzaloredpill Referentes y perspectivas en seducción

Hoy quisiera hablarles sobre diferentes perspectivas en seducción e ir brevemente mencionado a sus referentes mas claros . Obviamente son muchos lo que no podré mencionar pero me centraré en lo que realmente e estudiado de manera mas extensa y que representan un punto de vista claro y definido en seduccion .
Ross jeffries : Ross fue quiza unos de los primeros en intentar crear un metodo de seducción basandose en otras diciplinas , algunos dicen que es anterior a mystery pero esto no indica que mystery se alla basado en el trabajo de Ross, de hecho ambos métodos distan mucho el uno del otro . De hecho ambos an tenido una ribalidad por años . Lo interesante de Ross es debido al hecho que el tenía un bagaje en programacion neurolinguistica (PNL) . El se formo con los fundadores de esa diciplina ( Richard Bandler y John Grinder ) , la pnl es una diciplina que busca estudiar la manera de comunicarse de los grandes terapeutas , pero a traves de las herramientas de la gramática transformacional . En PNL existen dos modelos de comunicacion , uno es el metamodelo ( lenguaje específico ), y el otro es el metamodelo inverso (languaje vago ) . Este último modelo explica la configuracion del lenguaje de la hipnosis ericksoniana, tambien conocida como hipnosis conversacional , donde lo principal es el uso de historias y metaforas para crear estados de alta sugestividad . Por lo tanto lo que Ross enseñaba era como poder crear estados de alta receptividad , crear emociones , sensaciones fisicas , y poder sugestionar idea o situaciones . Y no solo eso , si no que también poder introducir anclajes para luego recrear esas mismas respuestas posteriormente con la misma persona . Si sientes curiosidad por esta perspectiva te recomiendo que no solo estudies a ross si no que sobre todo leas los libros principales de la PNL escritos por sus propios fundadores , esos libros son " la estuctura de la magia " y " trancefórmate " y obviamente que puedas buscar los videos de las sesiones hipnoticas de milton ericksos las cuales puedes encontrar en youtube , ya que en él esta basado todo el metamodelo inverso de la PNL ya que erickson es considerado el mas grande hipnoterapeuta del siglo .
Mystery : bueno creo que la mayoria conocemos a mystery , cuando hablamos de pick up , game y la primera comunidad de foros online sobre seducción , es una respuesta casi unánime la de considerar a mystery como el gran referente de la comunidad de pick up artist . Mystery fue mentor directo de gran parte de los pick up artist de la vieja escuela que son altamente reconocidos ( Tyler , Style , Todd , y muchos mas ) . Mystery basó su método principalmente en estudios de sexualidad evolutiva junto con la experiencia que fue tomando con cada approach . El principal legado de mystery esta en el marco teórico con la creación de su metodo formado por tres etapas , atracción , confort , seducción , en ese orden y donde cada etapa estaba formada por tres subetapas . A mystery le debemos conceptos como calibracion , validación, cualificación , indicadores de interes , indicadores de desinterés , entre muchos otros . La fama de mystery no solo se debe a su aporte teorico si no también se gano la admiracion por las habilidades que tenia seduciendo en la vida real , ya que mystery en su mejor epoca fue quiza uno de los mas carismaticos , calibrados socialmente , sabía atraer la atención de todos en la sala , etc. En su mejor epoca fue quiza uno de los mejores .
RSD Luke : queria hablar de alguien de rsd pero la mayoria de ellos han sido enseñados tanto por tyler como por mystery , por lo tanto en el fondo todos enseñan algo del metodo mystery . Lo que si vale la pena mencionar antes de hablar de Luke es que aun cuando los principales couches de RSD como Tyler , Todd , Julien , etc. Enseñan un metodo de pick up basado en el metodo mystery , en RSD avanzaron un poco mas en la metodología , buscando salirse del juego basado en tener todas las interacciones escritas de libretos y buscaron solo quedarse con la estructura para asi tener interacciones mas naturales y congruente a lo cual llamaron natural game . Pero volviendo a luke , queria mencionarlo ya que el fue probablemente el primero en enseñar una manera de juego llamada social circle game o juego de circulo social . Sabemos ya que unos de los puntos principales en game es la etapa inicial que es la de valor social . Indicators of higher value y aun cuando uno puede crear este tipo de valor social de la nada , ya sea con negas , con la validacion o haciando cualificar a la otro persona . El valor social que viene de los circulos sociales importantes es mucho mas solido y lleva al juego a otra escala . Luke enseña como lograr estar acargo de circulos sociales con gente importante , famosa , con dinero y poder y asi poder crear ambientes para estas personas , creando eventos privados y muy exclusivos donde esta gente pueda asistir , asi tambien conocer mujeres de alto calibre , modelos , y muchas mujeres hermosas que muy poca gente siquiera tendria oportunidad de conocer en persona . Este estilo de game le hace tener una valor social y una preseleccion muy dificil de replicar y que es muy dificil de igualar con otros metodos .
Steve " the Dean " williams : la ultima mención la queria hacer para uno de los tipos que vengo estudiando ultimamente que es Steve del canal de youtube "the man mindset " . Steve es un old school , el cual aprendio seduccion de la manera en que se enseñaba antes de toda la comunidad de pick up artist . Basicamente steve es un ejemplo de game de la calle , de ese juego que se enseñaba entre hombres , que pasaba de boca a boca , muy de calle y muy directo . Steve no adhiere demasiado a toda la metodología de pick up clasica de la linea de mystery . De hecho steve cree que es una manera manipulativa y difícil de sostener . Sus enseñansas se basan en masculinidad clasica y juego directo pero progresivo . Este estilo solo funciona si uno es extremadamente honesto y al mismo tiempo tienes tus estándares claros , la unica manera de poder mostrar interés desde un principio y no perder es cuando juegas a tu propio juego y no al de ellas , muestras interes desde el principio pero luego avanzas gradualmente a medida que ella no solo demuestre su interes , si no que demuestra voluntad por respetar tus estandares . tambien enseña conceptos como no ser una opcion si no ser una oportunidad . Steve tiene una capacidad que me parece impresionante para hablar de manera imaginativa y sugestiva y para hacerlas invertir a las mujeres en la seducción al ir estimulandolas cada vez de manera mas clara .
Tom Leykis : este lo agrege despues de publicar el post , pero lo tenia en mente desde un principio ya que concidero que es una perspectiva diferente y que logró gran repercusión , lo suficiente para incluirlo dentro de estas menciones . Tom leykis fue un animador de radio que conducía su propio programa " Tom Leykis show " en el cual habia una sección llamada " Leykis 101 " el estuvo casado varias veces y finalmente decidio luego de su ultima separación quedarse soltero y concentrarse en su carrera , sus inversiones financieras y seduccion . En la sección principal de su programa "Leykis 101" enseñaba su perspectiva sobre game , la cual se basaba principalmente en el concepto de estatus y el de bad boy . Sus consejos básicos eran , concentrarse en conocer mucha gente importante , lo cual a su vez trae de por si mucha opciones de negocios . Al crear esa realidad vas a tener accesos a muchas chicas que cuesta conocer y ese estatus social que as ligrafo va a ser el indicador de alto valor que te facilitará el juego , el aconsejaba que incluso si uno tiene mucha plata , no gastarla en las chicas ya que si uno tiene el estatus y el dinero, es suficiente para tener a la chica , "es suficiente con tenerlo para tener a la chica , no es necesario darselos ". Pero lo mas aplicable para el resto de los mortales eran sus conceptos de lo que podríamos llamar filosofia del chico malo . El enseñaba a solo comunicarse con las chicas para cordinar citas y así tener algo de acción ,o para tener interacciones que aumenten el deseo en ellas .Aconsejaba mantenerse alejado de todo trato amistoso o platónico con ellas y de todo tipo de interaccion que no sea en el tono de amantes .Enseñaba a ser impredecibles , inalcansable , y evitar sobre todo transformarse en esa figura en la cual ella pueda depender . Enseñaba también a mantener las relaciones en tu marco y bajo tus reglas . Tom Leykis es quizá el que a enseñado de manera mas amplia todos los conceptos de chico malo en seducción , y pueden encontrar su programas resubidos en youtube .
Bueno gente , seguramente hay alguna que otra manera de ver seducción que no he mencionado acá pero almenos hemos podido identificar estilos bien diferenciados , seducción con hipnosis conversacional , pick up metodo mystery , juego de circulo social , lo que llamo juego Callejero de la vieja escuela y juego de chico malo del estilo de Tom Leykis. Si quieren hacer sus aportes en los comentarios estan mas que bienvenidos . Buena semana y buen juego .
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2020.03.16 19:08 MHB_Fisioterapia MHB Fisioterapia - Tu fisio de confianza en Las Tablas (Madrid)

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Si aun tienes dudas te invitamos a que eches un vistazo a las opiniones de nuestro perfil oficial de Google, las cuales han sido escritas por clientes como tú, estando 100% verificadas.
Esperamos verte pronto.
MHB Fisioterapia.
mhbfisioterapia.com
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2020.01.19 23:38 Gevana FIESTRANS

Fiesta 18 de Enero
Este día como siempre llegamos desde muy temprano a la locación, me encontré con los otros dos anfitriones en la entrada saludándonos con mucha efusividad, pasamos a la locación y procedimos a dejar absolutamente todo sanitizado y ordenado para la llegada de todos nuestros invitados, el día pintaba un poco frío ya que el clima empezó a cambiar a partir de las 12 del día. Algunas de las chicas confirmaron a llegar posterior a las 2 de la tarde, nuestro primer invitado llegó alrededor de las 2:30 PM, un poco sorprendido porque aún no había alguien más, se dispuso a conocer todo el espacio y a fumarse un cigarrillo en el área creado para esto, dentro de la plática muy amena nos empezó a contar desde cuándo le nació la inquietud por las mujeres trans, dejándonos ver que era alguien totalmente seguro y entendido de lo que estaba buscando como primera experiencia, minutos después llegó otro invitado el cual se sumó a la plática y aunque tenía 23 años y con una experiencia casi nula, también tenía perfectamente entendido Cuál era la situación que buscaba vivir en la FIESTRANS, nosotros como anfitriones muy gustosos de tenerlos con nosotros, les platicábamos que regularmente el cuántas personas acuden y en qué horario va cambiando dependiendo de las actividades de cada quien, ninguna persona va obligada a asistir en ningún momento, tampoco para la interacción entre cada uno de los invitados pues es una fiesta y como todo en una fiesta cada quien decide con quién bailar, platicar o compartir la copa o si se suscitan otras situaciones, de igual manera es totalmente consensuado por las partes que participan en ello. Luego de un rato empezaron a llegar más invitados y dentro de ellos se encontraba nuestra preciosa debutante a quién bautizamos con el nombre de Karlita; Karlita es una chica joven de hermosas piernas torneada la cual estaba muy tímida a cambiarse porque no tiene casi la experiencia en transformarse y solamente había vivido algunas malas experiencias y buenas dentro de lugares como las famosas cabinas, nos expresó que no fue grata experiencia en este lugar y que ahora al ver las fiestas anunciada le llamó mucho la atención el poder visitarnos y explayar un poquito más el gusto que está empezando a nacer en ella, los chicos junto con los anfitriones la animamos a que se cambiará de ropa y se sintiera totalmente a gusto ya que el lugar está creado para que todos nos sintamos cómodos de la manera que prefiramos estar vestidos. Cuando salió de cambiarse, portaba una cabellera negra lacia casi a la cintura junto con un atuendo muy coqueto que era una pequeña falda tipo escolar y un poco de vuelo, calcetas ala rodilla, unos converse y una blusa de tirantes, era exactamente toda una colegiala, una chiquilla Qué quería juguetear y experimentar por primera vez lo que era estar en la fiesta, animándola un poquito le ofrecí darle un toque de maquillaje para suavizar un poco, realmente venía con un rasurado perfecto y con lo lampiño qué es su cuerpo, lucía simplemente exquisita. Nos fuimos para el área de fumar en donde yo le proporcione algunos toquecitos nada más de maquillaje sin pestañas ni sombras porque realmente su cara angelical hacia verla tan fresca como eso, una chiquilla, platicando con ella me decía que se sentía muy nerviosa, yo le expresé que se sintiera muy segura de estar en la fiesta porque nadie está obligado a nada y lo más padre es que podía sentirse lo más femenina y también que se sintiera muy cortejada por parte de nuestros invitados. Pasado un momento llegaron una pareja con los cuales platicamos y nos expresaban su gusto por la dominación y el arte de las cuerdas o BDSM, la fiesta estaba muy amena, empezamos con algunos juegos, y llegaban más invitados. Iniciamos a Karlita con un juego donde pasaban todos los invitados y podían toquetearla por arriba, por abajo y por enmedio ya que el juego se trataba de romper el hielo y de que ella se sintiera alegre y sensual con cada uno de los invitados, posterior a esto cada uno pasó a tener un pequeño faje con ella tocando sus hermosísimas piernas redondas totalmente torneadas juveniles y con un trasero redondito y levanta, tú te podrás imaginar la escena de una chamaquita de 15 a 16 años en comparación, obviamente nuestra sistente era mayor de edad, pero el juego de ilusión saben perfectamente que es válido en este tipo de situaciones, después pasó otra de las chicas a la cual también le metieron mano todos y cada uno de nuestros invitados, ella siendo una mujer Tans está más habituada y más familiarizada con el jugueteo de los hombres, cada una de ellas nos expresó que se sentía muy a gusto y los participantes fueron desfilando para convivir de una manera muy amena, la pareja invitada nos informó que querían estar de espectadores por lo cual ellos no participaron en ningún momento, ellos trataban de encontrar una chica trans que fuera bisexual para poder realizar la Fantasía que la esposa venía buscando, hay ocasiones que nos acompañan chicas trans que son bisexuales, pero realmente no es la regla, también en otras ocasiones nos acompañan chicas travestis que son bisexuales y Karlita es una de ellas, nada más que la interacción no se dio porque ella Aún es muy tímida y como Lo acabamos de mencionar este día fue su iniciación. Dentro del jugueteo las cosas se prendieron y se retiraron al cuarto oscuro junto con un asistente sorpresa que llegó y se puso un negligé de animal print unas medias con liguero tacones negros y su delgada figura se fue directo a lo que es el cuarto oscuro. Dentro del cuarto oscuro empezaron a fajar con un joven de cuerpo Atlético con una herramienta prominente, mientras una estaba besándolo la otra se daba gusto dándole sexo Oral, en su primera experiencia el exclamaba que era una Delicia, que era de lo más rico, que no se lo había podido imaginar de otra forma, después se fueron sumando algunos de los invitados y por ahí en el rincón empezaron a fajar nuestra querida Karlita, estaba asediada por los hombres los cuales no dejaban de tocar sus hermosas y torneadas piernas, ella expresaba que tenía miedo de ser pasiva por primera vez ya que se encontraba casi virgen a esta experiencia, Mientras tanto las otras chicas se dan gusto con los invitados dando sexo oral y las penetraban de manera efusiva, mientras a otros les daban una ayudada con la mano o con la boca los gemidos de Betty se escuchaban tan fuerte en el cucuarto que invitaba a los que estaban en la sala a echar una ojeada, la pareja que nos acompañó se mantenía al margen, solamente como voyerista y de vez en cuando él se acercaba para toquetear a las chicas pero manteniendo la línea sin participar, uno a uno fueron desfilando por el cuarto oscuro satisfaciendo las bocas y cavidades de las jóvenes que nos acompañaron el momento era tan candente que era difícil que alguno de ellos no se prendiera, algunos solamente se mantuvieron pegados a las paredes como observadores sin participar, cuando terminó el efusivo momento que duró más de dos horas, las chicas estaban totalmente saciadas, los chicos divertidos y cada uno de ellos se iban retirando, la mayoría llegaron un poquito tarde y por lo mismo ya no pudieron convivir más dentro de la plática y los juegos, llegaban y directamente pasaban al cuarto oscuro, fue una tarde súper divertida como siempre, con muchos de nuestros amigos acompañándonos y definitivamente esto se va poniendo mejor.
Como en toda fiesta hay algunos detalles, uno de ellos es que varias de las chicas que nos prometieron acompañar no asistieron por algunas situaciones familiares o laborales, debe de entenderse que dentro de la fiesta todo aquel que acude es por su propio pie y que nadie está obligado a acudir con nosotros, es de manera voluntaria, aunque las chicas no dan donativo, nosotros no podemos controlar sus compromisos, horarios y situaciones hagan que acudan de aquí, otro punto fue un invitado al margen de la situación, expresaba que deberíamos de contratar una masajista para que lo atendiera para que satisfaciera sus necesidades eróticas, de manera efusiva, nosotros les expresamos como fiesta en que este tipo de situaciones no se dan no se darán y no están permitidas, porque la temática de la fiesta no es un burdel, putero, casa de cita o lugar de mala nota, sino todo lo contrario, somos un lugar donde varios amigos nos reunimos para convivir de manera sana voluntaria y sin finalidad comercial, porque no es un establecimiento, es una fiesta, las chicas que brindan servicios sexuales se encuentran anunciadas en diferentes portales o se encuentran trabajando a ras de banqueta En dónde pueden contratarlas sin ningún problema, en nuestra FIESTA, Quien llegue asistir es por gusto propio. Otro punto es que llegó un invitado y alegando querer ver cómo estaba el ambiente ingresó a la fiesta y de manera inmediata nos dijo que prefería Regresar más tarde ya que esperaban Qué hubiera más chicas libres para poder convivir ; la asistencia es total y absolutamente variable, hay fiestas en donde hay más chicas que hombres y ellos se han dado el festín con cada una, finalmente si ustedes como caballeros tampoco publican que vienen muchas de las chicas no se animaran a participar y sobre todo ninguna chica está obligada a estar con una sola persona o con ninguno la decisión es muy personal y también debe de entenderse que los gustos particulares de cada quien se limitan a querer o no interactuar con alguien. Algunos chicos no participaron por falta de higiene, así que recuerden que esto es importante, están acudiendo a un punto de encuentro.
Se repite de manera muy clara Qué estamos en contra de la trata de personas.
Si tú estás gustoso de participar entendiendo la situación y que para ti no ha sido fácil contactar una mujer trans o una chica travesti o si eres un travesti o mujer trans que no te es fácil contactar por muchas situaciones o concretar alguna cita con algún chico, te invitamos a que vengas a la fiesta, te esperamos la próxima cita y recuerda invita a tus amigas y amigos, parejas son totalmente bienvenidas y respetadas al 100% así como las mujeres que acudan solas sientanse protegidas y seguras que nosotros siempre veremos porque todos nos divirtamos guardando el respeto que debe de existir en cualquier lugar, hasta la próxima y no dejes de seguirnos en nuestras redes sociales.
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2019.10.29 21:57 ucjw Un diario en Noruega expone cómo la Watchtower mintió sobre el trato a los expulsados

Primera página
Páginas 6-7
Página 8, incluida la defensa de la Watchtower
Carta de opinión escrita por un ex-anciano
Artículo completo en Noruego

Ex-Testigo: Lavado de cerebro en los los testigos de Jehová

Resumen: Jan Frode Nilsen estaba tan molesto que le costaba respirar cuando leyó lo que el liderazgo de los testigos de Jehová escribió al gobernador del condado.
Xueqi Pang.
"El liderazgo de los testigos de Jehová miente y pisotea descaradamente a miles de testigos que han perdido a sus familias. Escriben que los lazos familiares siguen siendo normales, pero saben que es mentira. Entonces siento en mis huesos que no puedo permanecer en silencio", dice Jan Frode Nilsen (42), nacido en el seno de una familia de testigos de Jehová y miembro desde hace más de 35 años. Por primera vez se presenta con su experiencia con su nombre completo.
Habla de su infancia caracterizada por deberes, reglas estrictas y, no menos importante, por el miedo constante a ser condenado al ostracismo.
'No podía dormir' Siento una llama dentro de mí, que no puedo permitir que esta respuesta de los testigos de Jehová pase sin respuesta". No podía respirar hasta que le envié mi propia carta al Gobernador del Condado.
Este verano, Vårt Land escribió que los testigos de Jehová expulsan a los miembros que votan en las elecciones políticas. El ministro de Fe y Vida, Kjell Ingolf Ropstad (KrF), pidió al gobernador del condado que considerara el apoyo estatal a los testigos de Jehová basándose en la controvertida práctica de que, en caso de renuncia o expulsión, hay varias historias de que los miembros de la familia, que todavía están en la congregación, rompen el contacto con el "apóstata".
En una declaración al gobernador del condado de Oslo y Viken, los testigos de Jehová creen que esto no es cierto. Respondieron a las autoridades:
"Si un miembro de nuestro grupo religioso decide participar en una elección política votando, los testigos de Jehová lo verán como la persona que ha decidido abandonar la comunidad religiosa. Además, él o ella también puede hablar e interactuar con la familia más cercana como de costumbre".
Experiencia propia. "El liderazgo de los testigos de Jehová blanquea la doctrina de la expulsión y pretende que no existe", dice Jan Frode Nilsen.
Cree que los Testigos de Jehová omitieron la realidad de la situación al Gobernador del Condado y que la comunidad religiosa ha proporcionado información falsa para asegurarse de que sigan recibiendo ayuda estatal.
"Nadie quiere prohibir a los testigos de Jehová. Se trata de amenazar su ayuda estatal porque condenan al ostracismo a la gente, y en su intento de conseguir el dinero, mienten sobre su propia doctrina", dice.
Usted ha compartido activamente muchos artículos críticos sobre la comunidad religiosa en Internet. ¿Campañas contra los testigos de Jehová?
"No me opongo a los testigos de Jehová, muchas personas que amo siguen siendo testigos. Estoy a favor de la información y la iluminación pública. Si son condenados al ostracismo y cortan el contacto con sus propios hijos, entonces tienen que ser considerados responsables de ello. La gente necesita saber la verdad."
Nilsen conoce a muchos ex-testigos con experiencias similares a las suyas.
"Siento que también hablo en nombre de los Testigos. Muchos de ellos siguen la doctrina del rechazo porque sienten que es una prueba importante de su lealtad a Jehová. Conozco a muchos Testigos de Jehová que realmente lloran la pérdida de sus seres queridos, pero lo hacen porque La Atalaya se lo pide", dice.
Bautismo para un Testigo. Los padres de Jan Frode Nilsen se convirtieron a la comunidad religiosa en la década de 1960. A los 17 años de edad, fue bautizado para ser testigo pleno de Jehová.
Nilsen nunca llegó a ir a los entrenamientos de fútbol porque se enfrentaron a las reuniones en el Salón del Reino. La familia no celebra cumpleaños ni otros días festivos: "Se esperaba que todos los Testigos de Jehová activos asistieran a las reuniones del Salón del Reino tres veces por semana", dice.
Según Nilsen, a los testigos de Jehová no se les permite beber demasiado, fumar o tener relaciones sexuales antes del matrimonio.
A medida que fue creciendo, tuvo que seguir más reglas y cumplir más expectativas. Cuando era niño, no sentía que se destacaba. Estaba jugando con los otros en la calle. Eso cambió cuando llegó a la adolescencia. Ser joven, lleno de hormonas y tener tantas reglas lo desafió a él y a muchos otros jóvenes de la congregación.
Exclusión. Según su experiencia, el castigo por infringir las normas es brutal. Te arriesgas a ser expulsado.
El sitio web de los Testigos contiene información sobre cómo se espera que una familia trate a un miembro expulsado. Un video muestra cómo una mujer es expulsada porque tuvo relaciones sexuales antes del matrimonio.
"Todo el mundo conoce a alguien que ha sido expulsado. Así que el miedo a hacer algo malo es constante. La mayoría de las personas expulsadas son personas que han estado haciendo algo que los testigos de Jehová creen que es pecado", dice Jan Frode Nilsen.
También es un deber reportar las infracciones de otras personas. Si no, te arriesgas a enfrentar el mismo castigo, según él.
"Ser expulsado significa que su familia no podrá tener contacto con usted. La instrucción es que si un miembro de la familia expulsado llama, la llamada debe ser rechazada. Los expulsados deben sentir que no son parte de la comunidad, así que eventualmente quieren regresar", afirma Nilsen.
Las dudas crecieron. Comenzó a cuestionar la teología ya en la adolescencia. Poco a poco las dudas fueron creciendo. Y dejó de predicar de puerta en puerta por su propia iniciativa.
"Descubrir la realidad fuera de los testigos de Jehová fue como despertar. Los testigos de Jehová lo consumen todo. Escriben que tienen la verdad con mayúscula", dice, comparando la experiencia con la película The Matrix, donde el protagonista se despierta de una realidad artificial controlada por computadoras.
Situación de rehén Se sentó en el bote durante mucho tiempo. Pero cuando tuvo hijos, todo se aclaró. Hoy en día, sigue siendo un miembro registrado de la comunidad de fe. Los testigos de Jehová reciben subvenciones estatales anuales para sus miembros. Que a pesar de no haber asistido al Salón del Reino durante cinco años.
"Si tengo que irme, seré tratado como un paria y rechazado. No hay una salida honorable. Han construido una situación de rehenes", dice.
Jan Frode conoce a muchos que también intentan desvanecerse en lugar de romper directamente con la familia.
Mientras estén registrados como miembros oficiales de los Testigos de Jehová, los miembros de la familia pueden mantenerse en contacto. No se sabe cuántos son "miembros pasivos" de la comunidad religiosa.
Nada más que perder En los últimos diez años ha sido cada vez más abierto sobre sus experiencias como testigo. Entre otras cosas, se le ha permitido ser entrevistado anónimamente por varios medios de comunicación, periódicos y televisión.
Un día de otoño de este año, alguien descubrió su cuenta de Twitter en la que ha compartido comentarios críticos con los testigos de Jehová. A continuación, los mensajes de texto marcan la casilla - uno por uno los miembros de la familia se ponen en contacto con él.
"Me enfrentaron con los mensajes de Twitter. Varios escribieron que deben y van a entrar en contacto conmigo".
¿Cómo te sentiste cuando leíste los mensajes de texto de tu familia? Entonces me sentí aliviado."

Carta de respuesta de los testigos de Jehová al gobernador del condado:

Jan Frode Nilsen responde a la respuesta oficial de los testigos de Jehová al gobernador del condado. Aquí hay extractos de la carta:
"Si un miembro de nuestra comunidad religiosa decide participar en una elección política votando, los testigos de Jehová lo verán como la persona que ha decidido abandonar la comunidad religiosa. Por lo tanto, se hará una breve declaración en la congregación que dice: "[El nombre de la persona] ya no es uno de los testigos de Jehová". Pero la persona es bienvenida a asistir a los servicios religiosos, a sentarse donde quiera en el Salón del Reino y a participar en el canto de himnos religiosos. Además, él o ella también puede hablar e interactuar con los miembros de la familia cercana como de costumbre (la única restricción religiosa es discutir asuntos de naturaleza espiritual / religiosa)".

Los testigos de Jehová no están de acuerdo con la crítica

Respuesta: Los líderes de los Testigos de Jehová de Noruega no responderán a las acusaciones de Jan Frode Nilsen, sino que se referirán a un libro que ellos mismos han publicado.
Vårt Land ha pedido al grupo religioso que responda a una serie de preguntas en relación con la afirmación de Jan Frode Nilsen de que hablan en falso en una declaración al Gobernador del Condado.
En un breve correo electrónico a Vårt Land, su portavoz, Dag-Erik Kristoffersen, escribe que no quieren hacer comentarios sobre las afirmaciones de Nilsen, salvo que "están totalmente en desacuerdo con lo que se afirma".
Dicho antes Kristoffersen escribe que no han escrito nada al Gobernador del Condado que no haya sido mencionado previamente en sus escritos.
En la declaración a la oficina del Gobernador del Condado, la comunidad religiosa afirma que un Testigo que usa su derecho al voto es expulsado por la congregación, pero que todavía puede llevarse bien con su familia como de costumbre.
Es un encubrimiento de la doctrina de la expulsión, cree el ex miembro Jan Frode Nilsen. Dice que en realidad, la familia tiene que romper todo contacto con el expulsado, como un paria.
Refiriéndose a su propio libro En el correo electrónico a Vårt Land, los testigos de Jehová se refieren al libro Keep Yourself in God's Love, una de las publicaciones del grupo de fe. Dice que los testigos de Jehová no deben asociarse con los expulsados. En el capítulo sobre la expulsión: "Cómo tratar a una persona expulsada", dice:
"No lo recibimos en sus casas ni le saludamos. Porque el que le saluda es partícipe de sus malas obras. No tenemos compañerismo espiritual o social con los que no tienen compañerismo".
La declaración de la opinión escrita:
Los líderes de los testigos de Jehová se felicitan a sí mismos por tener la verdad
No se esfuerzan por negar sus propias creencias y enseñanzas a las autoridades cuando pueden ser de beneficio financiero para la fe. La realidad es otra muy distinta.
Testigos de Jehová Niels P. (signos de escritor bajo seudónimo) Ex "Anciano" y "Pionero".
En la Convención de Verano de 2016 de los Testigos de Jehová sobre el tema "Permanece fiel a Jehová", hubo al menos dos cosas en el programa que los participantes ciertamente notaron: Un video drama de nueve minutos de duración que muestra cómo una pareja de padres echó a su hija cuando fue expulsada de la congregación. Y una entrevista con una niña que decidió cortar su conexión con un hermano mayor cuando dejó la congregación.
Exactamente el mismo programa fue presentado en miles de lugares en cientos de idiomas en todo el mundo en 2016 - todos con el mismo video, pero con un joven local en cada lugar que fue puesto como un "buen ejemplo" porque eran "leales a Jehová", el Dios de la Biblia.
Un motivo claro. Sólo tres años después, la alta dirección de los Testigos de Jehová en Noruega escribió una carta a las autoridades noruegas, aparentemente aboliendo las normas de exclusión, que han existido durante más de 60 años. De hecho, los testigos de Jehová han practicado la "exclusión" u "ostracismo" en su forma actual casi continuamente desde 1952, con un endurecimiento adicional a partir de 1981.
Su motivo es muy claro: quieren mantener las ayudas estatales.
Extracto de la carta. He recibido una copia de la carta, entregada por el Gobernador del Condado de Oslo y Viken, y cito:
"Si un miembro de nuestra comunidad religiosa decide participar en una elección política votando, los testigos de Jehová lo verán como la persona que ha decidido abandonar la comunidad religiosa. Por lo tanto, se dará una breve información en la congregación que dice lo siguiente: "[El nombre de la persona] ya no es uno de los testigos de Jehová". Pero la persona es bienvenida a asistir a los servicios religiosos, sentarse donde quiera en el Salón del Reino. Además, él o ella también puede hablar e interactuar con la familia más cercana normalmente (la única restricción religiosa es discutir asuntos de naturaleza espiritual / religiosa)".
Y además: "Esperamos que de lo que se dice en esta carta quede claro que respetamos plenamente el derecho fundamental de una persona a tomar una decisión sobre la neutralidad política, y que los Testigos de Jehová no ejerzan de ninguna manera presión o intimidación para intimidar a alguien para que no vote"."La carta está fechada el 18 de octubre de 2019 y firmada por Kåre Sæterhaug, miembro de la sucursal escandinava de Holbæk, Dinamarca, y Dag-Erik Kristoffersen, portavoz de los Testigos de Jehová en Noruega.
Lectura perturbadora. Para cualquier testigo de Jehová, esta es una lectura espantosa. Todos los miembros de los Testigos de Jehová saben perfectamente lo que le sucede a una persona cuyo nombre se lee en voz alta a la congregación: Desde el momento en que se lee a la congregación, estás espiritualmente muerto, expulsado, un paria. Tu hermano ya no irá a un partido de fútbol contigo, tu hermana ya no te invitará a una cerveza, es el final de las cenas familiares. Y los viejos amigos pasarán junto a ti en la tienda sin saludarte. Ellos harán esto porque dice en la Torre de Vigilancia que deben tratarte así.
Si a usted, como excluido, le gustaría seguir asistiendo a las reuniones en el Salón del Reino, algo que probablemente sea bienvenido, sólo los ancianos designados le darán la bienvenida. Se espera que usted entre en la sala justo antes de que comience la reunión y salga de la sala tan pronto como se termine con los cantos y la oración. Tampoco tiene sentido quedarse más tiempo en la habitación, porque de todos modos nadie quiere hablar con usted. Sin embargo, si usted asiste regularmente a estas reuniones por un período que va desde unos meses hasta un año, puede solicitar la readmisión en la congregación. Luego tienes que tener otra reunión con los tres hermanos mayores que te expulsaron, y convencerlos de que te arrepientes sinceramente del "mal" que has hecho -por ejemplo, votaste en las elecciones anteriores- y prometes no volver a hacerlo nunca más. Si ellos aceptan esto, usted puede volver a ser Testigo de Jehová y recuperar una relación cálida y buena con sus amigos y parientes.
Los líderes saben mejor que nadie. Pero Sæterhaug y Kristoffersen no mencionaron esto en la carta al Consejo del Condado, que nadie quiere hablar con una persona expulsada que asiste a las reuniones en el Salón del Reino. Además, afirmaron que un expulsado "puede hablar y socializar con su familia inmediata como de costumbre". Y agregaron: "La única restricción religiosa es discutir temas de naturaleza espiritual / religiosa". Bueno, si ese fuera el caso, muchas personas expulsadas también podrían haber aprendido a vivir con ello. Uno puede estar de acuerdo en dejar que ciertas cuestiones yazcan por el bien de la paz. Pero la realidad es muy diferente, y es mi afirmación que Sæterhaug y Kristoffersen lo saben muy bien.
Familias de luto. En realidad, miles de familias nuevas cada año se ven afectadas por el gran dolor de la expulsión de un miembro de la familia por parte de la congregación. Personalmente conozco muchas historias desgarradoras en las que los padres han cortado su conexión con sus hijos durante décadas simplemente porque los niños han encontrado una fe diferente, porque quieren vivir de una manera diferente, o porque quieren votar en las elecciones. O donde los hermanos que han sido mejores amigos han perdido todo contacto, quizás por el resto de sus vidas, porque uno se ha convertido en ateo. Todos los expulsados tienen en común que en un momento dado fueron bautizados como testigos de Jehová: el bautismo es un fenómeno único, una inmersión solemne en el agua, dedicando su vida a Jehová -en la práctica a la iglesia de Jehová en la tierra- y luego se hace. El bautismo es irrevocable. Serás responsable de ser bautizado por el resto de tu vida, y nunca podrás, con respeto y agradecimiento, levantar la cabeza y abandonar la congregación. Porque en el momento en que caminas, te rechazan.
Todos los años se bautiza a niños de entre 10 y 14 años como testigos de Jehová, incluso en Noruega. Hoy en día, no puedo comprender y comprender que algunos dejarán que sus hijos se comprometan con una congregación en tales términos. Pero sé que esto es precisamente lo que muchos testigos de Jehová quieren más que nada en el mundo, que sus hijos "escojan a Jehová".
Cómo tratar a los expulsados. En la literatura de los testigos de Jehová, gran parte de la cual se puede buscar en Internet, se dice con toda claridad que tanto los amigos como los parientes deben dejar de relacionarse con alguien que ha sido expulsado. Permítanme citar primero una cita general sobre la expulsión:
"Por lo tanto, también evitamos el compañerismo social con una persona expulsada. Esto descartaría acompañarlo en un picnic, fiesta, juego de pelota, o un viaje al centro comercial o al teatro, o sentarse a comer con él ya sea en casa o en un restaurante". (Ministerio Nuestro Reino, Agosto 2002)
Así que sobre los miembros de la familia expulsados:
"A pesar de nuestro dolor de corazón, debemos evitar el contacto normal con un miembro de la familia expulsado por teléfono, mensajes de texto, cartas, correos electrónicos o medios sociales." (La edición de estudio de la Atalaya, octubre de 2017)
"La situación es diferente si el expulsado o disociado es un pariente que vive fuera del círculo familiar inmediato y del hogar. Puede que sea posible no tener casi ningún contacto con el pariente. Incluso si hubiera algunos asuntos familiares que requirieran contacto, esto ciertamente se reduciría al mínimo". (La Atalaya, 15 de abril de 1988)
Los miembros leales de la familia cristiana no buscan excusas para tratar con un pariente expulsado que no vive en casa. Más bien, la lealtad a Jehová y a su organización los mueve a defender el arreglo bíblico de la expulsión. (Manténganse en el amor de Dios, pp. 208, 209)
Preciosa verdad. Sæterhaug y Kristoffersen, de los Testigos de Jehová, obviamente han tratado de predicar la verdad a las autoridades noruegas. Es posible que crean que han mantenido sus palabras utilizando su propia comprensión de lo que significa "la familia inmediata": que sólo se refiere a aquellos que viven en el mismo hogar. Porque, como muestran estas citas de la propia literatura de los testigos de Jehová, sólo cuando los expulsados siguen viviendo en el mismo hogar que sus parientes creyentes puede, según las enseñanzas de los testigos de Jehová, "hablar con ellos e interactuar con ellos con normalidad". Pero esto no es lo que las autoridades noruegas o el público en general piensan con el término "familia inmediata".
También es posible que el público y las autoridades tengan una visión diferente de lo que es "presión" y "amenazas" que Sæterhaug y Kristoffersen. Al fin y al cabo, afirmaron que "los testigos de Jehová no ejercen presión ni amenazan con asustar a nadie para que no vote". En mi opinión, esto también es una tontería. Ser expulsado de la congregación automáticamente resulta en la terminación de amistades y relaciones familiares normales. Después de todo, cuando esto es una consecuencia de la renuncia o despido de los Testigos de Jehová, es un medio de presión, un castigo. Llamarlo de otra manera es deshonesto. Como la propia Atalaya dijo en 2017: "nuestro dolor de corazón".
Lealtad a todo costo. ¿Qué pasó con la chica que fue expulsada en el video de la convención de 2016? Después de ser desalojada de su casa, no vio a sus padres y hermanos durante doce años. Tenía hijos propios que cuidaba lo mejor que podía. Luego, finalmente, regresó arrastrándose con su cruz y comenzó a asistir a las reuniones de nuevo. Fue allí dos veces por semana durante todo un año sin que nadie le hablara. Eventualmente, fue reincorporada formalmente por los ancianos, y desde el momento en que esto fue anunciado a la congregación, pudo reunirse con sus padres, quienes luego pudieron saludar a sus nietos, obviamente por primera vez. (Puede buscar el vídeo usted mismo en Internet en google con las palabras clave "Jehovah shunning video.")
Para los testigos de Jehová, la lealtad consiste ante todo en obedecer a Jehová Dios. En la práctica, debe ser obedeciendo a la congregación y siguiendo las decisiones que se toman allí. Tal obediencia debe triunfar sobre todo, incluyendo la relación con los miembros de la familia que deciden dejar el grupo religioso. Sin embargo, como hemos visto, el liderazgo de los testigos de Jehová se esfuerza por negar su propia fe y enseñanzas a las autoridades mundanas cuando puede ser de beneficio financiero para la congregación.
Es altamente fraudulento.
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2019.07.29 09:47 Khyny Lastra: “Meritxell dice que Podemos pide receso”. El presidente: “No, no” (^_^)

Son las 18.10 del sábado 20 de julio. Quedan menos de 48 horas para que empiece la investidura. Carmen Calvo está sentada en una sala discreta de un hotel cerca de San Sebastián de los Reyes. Ha elegido ese lugar porque tiene una cita en La Sexta Noche a las 21.30.
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2019.02.11 07:43 Iuris_Aequalitatis No Vivan Por Mentiras

Soy un estadounidense que ha leído su subreddit y quiere decir que la mayoría de nosotros no apoyamos el gobierno de Maduro. Estamos orando y esperando que su país regrese a la comunidad de naciones prosperas, en que la pertenece verdaderamente. Queremos asociarnos con ustedes y ayudarlos en este momento difícil. Por mi parte, quiero compartir un ensayo, titulado “No Vivan por Mentiras”, de Aleksandr Solzhenitsyn, el disidente autor ruso de la era soviet. Él lo ha escrito en 1975, unas horas antes de su gobierno lo arrestó otra vez. No pude encontrar una versión castellana, por eso, lo traduje yo mismo, por favor me perdonen por algunos errores gramáticos. Una versión inglesa está aquí, si quieran ver la fuente. Ojalá que sea útil a ustedes.
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No Vivan Por Mentiras
De una sola vez, no nos atrevimos hasta susurrar. Ahora, escribimos y leemos samizdat*, y algunas veces, cuando reunimos en la sala de fumar al Instituto de Ciencias, nos quejamos francamente: qué tipo de trucos están ellos jugando en nosotros, y dónde arrastrándonos? Jactándose gratuitamente de logros cósmicos cuando hay pobreza y destrucción en casa. Apuntalando regímenes remotos e incivilizados. Atizando la guerra civil. Y fomentamos temerariamente Mao Zedong a nuestra cuenta — y será nosotros que estarán enviados para hacer guerra en él, y tendremos que ir. ¿Hay alguno camino fuera? Y ellos ponen en prueba cualquiera quieren y ponen personas cuerdas en asilos — siempre ellos, y estamos impotentes.
Eventos ha alcanzado casi fondo de roca. Un muerto universal de espíritu ya ha tocado a nosotros todos, y el muerto físico estallará y nos consumirá y nuestros niños — pero como antes todavía sonreímos de manera cobardemente y mascullamos sin faltar palabras. ¿Pero qué podemos hacer para lo arrestar? ¿No tenemos la fuerza?
Hemos estado tan desesperados que, por la ración modesta de hoy, estamos dispuesto de abandonar todos nuestros principios, nuestras almas, y todos los esfuerzos de nuestros predecesores y todas las oportunidades de nuestros descendientes — pero simplemente no se moleste a nuestra existencia frágil. Faltamos firmeza, orgullo, y entusiasmo. Aún no tememos el muerto universal nuclear y no tememos una tercera guerra mundial. Ya hemos tomado refugio en las hendeduras. Simplemente tememos actos de valor civil.
Simplemente tememos quedarnos atrás el rebaño y tomar un paso sólo y de repente nos encontramos sin pan blanco, sin gas de calefacción, y sin un registro para Moscú.
Hemos sido indoctrinado en cursas políticas, y en simplemente la misma manera se fomenta la idea de vivir confortablemente, y todo estará bien por el resto de nuestras vidas. No pueden Uds. escapar tu enviro y condiciones sociales. La vida de cada día defina la consciencia. ¿Qué nos pertenece? ¿No podemos hacer alguna cosa al respeto?
Pero podemos — todo. Pero nos mentimos para garantía. Y no son ellos que llevan la culpa para todo — nosotros mismos, solo nosotros. Puede objetar. Pero nuestras bocas se han tapado con mordazas. Nadie quiere escucharnos y nadie nos pide. ¿Cómo los forzamos escuchar? Es imposible de cambiar sus mentes.
Sería natural de votarlos afuera de oficina — pero no hay elecciones en nuestro país. En el oeste, la gente sabe de las huelgas y demonstraciones, pero somos demasiado opresados, y es un prospecto horrible para nosotros: cómo puede renunciar un trabajo de repente y toma a las calles? Sin embargo, las otras maneras fatales probadas durante el siglo último por nuestra amarga historia rusa son, empero, no para nosotros, y verdaderamente no las necesitamos.
Ahora que las hachas han hecho su trabajo, cuando todo que fueron sembrado ha brotado de nuevo, podemos ver que las personas jóvenes y presuntuosas que creían que hicieran el país justo y alegre, a través del terror, la rebelión sangrienta, y la guerra civil eran engañados a sí mismos. ¡No gracias, padres de educación! Ahora sabemos que los métodos infames crían resueltos infames. ¡Nuestras manos estén limpios!
El circulo — es el cerrado? ¿Y hay verdaderamente no manera afuera? ¿Y hay sola una cosa dejada para nosotros hacemos, esperar sin tomar acción? ¿Tal vez alguna cosa se ocurrirá por sí misma? Nunca ocurrirá mientras reconocemos, ensalzamos, y fortalecimos diariamente — y no nos cortamos del más perceptible de sus aspectos: mentiras.
Cuando la violencia se entromete en una vida pacífica, su cara brilla con auto-confianza, como sea llevando una bandera y gritando: “Soy violencia. Huye, me da paso, te aplastaré”. Pero la violencia envejece rápidamente. Y ha perdido confianza en sí mismo, y para mantener una cara respetable convoca falsedad como su aliado — ya que la violencia pone su pata ponderosa no en cada día y no en cada hombro. Demanda de nosotros sola la obediencia de mentir y la participación diariamente en mentiras, toda la lealtad está en eso.
Y la llave más sencilla y accesible a nuestra liberación auto-descuidado está aquí: no participación personal en mentiras. Aunque las mentiras ocultan todo, aunque las mentiras abrazan todo, pero no con ninguna ayuda de mí.
Esto abre una brecha en la circunvalación imaginaria causado de nuestra inacción. Es la cosa más fácil de hacer para nosotros, pero la más devastadora para las mentiras. Porque cuando la gente renuncia las mentiras, simplemente acorta su existencia. Como una infección, ellas sola pueden existir en un organismo vivo.
No nos exhortamos. No hemos madurado para marchar en las plazas y gritar la verdad en voz alta o expresar alto que pensemos. No es necesario.
Es peligroso. Pero neguemos a decir lo que no pensemos.
Este es nuestro camino, el más fácil y accesible, que tiene en cuenta nuestra cobardía inherente, ya bien arraigado. Y es más fácil — es peligroso incluso decir esto — que el tipo de desobediencia que Gandhi advocó.
Nuestro camino es llevar de la frontera gangrenosa. Si no pegamos juntos los osos muertos y escamas de ideología, si no cosimos juntos los trapos podridos, estaríamos asombrados tan rápidamente las mentiras serían rendidas impotentes y disminuirían.
Eso que debiera ser desnudo entonces verdaderamente aparecería desnudo delante de todo el mundo.
Por lo tanto en nuestra timidez, cada de nosotros tome una decisión: ya sea conscientemente, quedar un servidor de falsedad — por supuesto, no es de inclinación, pero para alimentar su familia, que uno cría sus niños en el espíritu de mentiras — o encogerse de hombros las mentiras y se convierta un hombre honesto digno de respeto de sus niños y sus contemporáneos ambos.
Y de ese día adelante, él:
No, no será lo mismo por todos al principio. Algunos, al principio, perderán sus trabajos. Por jóvenes quienes quieren vivir con verdad, esto, al principio, complicará mucho sus vivos jóvenes, porque las recitaciones necesarias son rellenos de mentiras, y es necesario tomar una decisión.
Pero no hay lagunas por nadie que quiere ser honesto. En cualquiera día dado cualquiera de nosotros estará confrontado con al menos de las decisiones anteriormente mencionadas, incluso en las ciencias técnicas. Ya sea verdad o falsedad: hacia la independencia spiritual o hacia servidumbre spiritual.
Y él que no es suficientemente valiente incluso para defender su alma — no le permitan tener orgullo en sus puntos de vista “progresivos”, no le permitan alardear que él es académico o artista de la gente, una figura merecida, o un general — le permite decirse: estoy en el rebaño, y un cobarde. Todo es el mismo para mí mientras estoy alimentado y caliente.
Incluso este camino, que es el más modesto de todos los caminos de resistencia, no será fácil para nosotros. Pero, es más fácil que la autoinmolación o una huelga de hambre: las llamas no envolverán tu cuerpo, tus globos de ojo no estallarán del calor, y el pan marrón y agua limpia siempre estarán disponibles a su familia.
Una gran gente de Europa, los checoslovacos, quien nosotros traicionamos y engañamos: no nos han mostrado como un pecho sin armadura puede desafiar incluso los tanques si hay una corazón digna dentro de él?
¿Dicen Uds. que no será fácil? Pero, será el más fácil de todos los recursos posibles. No será una decisión fácil para un cuerpo pero es el único para un alma. No, no es un camino fácil. Pero, ya hay personas, incluso docenas de ellos, quienes a través de los años han mantenidos todos estos puntos y viven por la verdad.
Por tanto no será Ud. el primero tomar este camino, pero unirá con los que ya lo han tomado. Este camino será más fácil y corto por todos de nosotros si lo tomaremos por esfuerzos mutuales y en filas cerradas. Si haya miles de nosotros, ellos no podrán hacer cualquiera cosa con nosotros. Si haya decenas de miles de nosotros, entonces no reconoceríamos nuestro país.
Si estaremos demasiado asustados, pues debemos detener de quejarnos que alguien está asfixiándonos. Nosotros mismos están haciéndolo. Entonces nos inclinemos aún más, lloremos, y nuestros hermanos los biólogos ayudarán llevar más cerca el día cuando pueden leer nuestros pensamientos y que son sin valor o esperanza.
Y si echemos atrás, incluso dando este paso, pues somos sin valor o esperanza, y el desdén de Pushkin debe estar direccionado a nosotros:
“¿Por qué ganados deben tener los regalos de libertad?
Su patrimonio de generación a generación es el yugo de campana y el látigo.”
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* = Samizdat era una forma de literatura prohibida, escrita y pasada por mano a mano en la Unión Soviética.
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2018.10.19 15:57 iwant2poophere Algunos pensamientos sobre la aprobacion de la Ley Integral para las Personas Trans

Anoche se aprobo el proyecto de ley en la camara de Representantes y esta listo para que sea promulgado, divulgado y reglamentado. La verdad, es una norma que creo que es necesaria y me alegra que un colectivo tan marginado como el de las personas trans ahora tenga mas garantias para el pleno goce de los derechos que tenemos todos (dependiendo de como el gobierno decida reglamentarlo y de que tan efectivo sea en la realidad).
Con eso dicho, el debate de ayer, y el del Senado unos dias atras, me dejo pensando un par de cosas que queria compartir, quizas a modo de descargo, y por que no, para ver la opinion de otros sobre el tema.
Si bien el nivel de la discusion en nuestro parlamento fue bastante mejor que, por ejemplo, la discusion de la interrupcion voluntaria del embarazo en Argentina, me dejo sentimientos encontrados.
En primer lugar, y creo que es mi mayor problema con todo el proceso, es el trato que se le dio al mismo por parte del FA.
El colectivo trans esta trabajando en esta iniciativa desde hace años, motivado principalmente por la ineficiencia de las politicas de inclusion del Mides. Siendo un colectivo de activismo social y que historicamente ha contado con muy pocos apoyos (incluso nacido a raiz de la falta de representacion dentro de los colectivos LGTB, liderados por hombres cis homosexuales), no tenian la capacidad tecnica de crear el proyecto por si mismos, y recien se logro redactar el proyecto de ley cuando se lo impulso desde el gobierno y se brindo apoyo por parte de la Facultad de Derecho. Ese proceso de redaccion llevo mucho tiempo, habiendo comenzado con el censo de personas trans que se termino en el año 2016. Una vez obtenidos los datos, y escuchando a los reclamos puntuales de los colectivos, se demoro mas de 1 año en el analisis de los mismos para finalmente plasmarlos en un proyecto lleno de fallas y errores.
Una vez que el proyecto se hizo publico, las unicas modificaciones que se le hicieron fue a raiz de presiones sociales y politicas sobre algo que, personalmente, me parece que responde mas bien a la desinformacion y a la "tibiesa" mas que a propuestas y mejoras, como lo fue la eliminacion de la posibilidad de los menores de someterse a intervenciones quirurgicas por su propia voluntad. Ningun otro punto de la ley fue revisado ni corregido hasta el momento en que se lo introdujo a votacion en el Senado (teniendo en ese momento incluso un articulo donde faltaba la palabra "trans", un error que lo alejaba del espiritu de la ley - un mamarracho).
En cuanto a la presentacion del proyecto en el parlamento, se lo hizo contrarreloj, con presiones por otros lados y sin ningun espacio a modificaciones pertinentes, teniendo incluso la camara de Representantes solamente 48hs para su analisis oficial antes de votarlo.
En mi opinion, todo esto responde a una movida politica por parte del FA que utilizo a la lucha de un colectivo vulnerable con fines politicos, y de la peor manera. Por supuesto que es innegable el caracter politico de este tipo de discusiones, pero hacerlo con un proyecto ambiguo, mal redactado y votado a las apuradas, fue el peor camino posible. Bien podrian haber hecho lo mismo con un proyecto solido, que tuviese las mismas intenciones y espiritu solidario, pero sin las carencias que tiene el que se presento. En otras palabras, haber aprobado lo mismo, pero bien redactado.
Pasando brevemente a la votacion, en especial en la camara de Representantes, algunas exposiciones de los diputados que se pronunciaron fueron lamentables. Increiblemente no estoy hablando de Dastugue (que hizo una intervencion llena de falacias, usando mal palabras que obviamente no conocia, y aprovechando su momento para la demagogia y la victimizacion - fue como escuchar a un guri de liceo, y no de los que tienen buenas notas).
Algunas de las peores intervenciones fueron del FA. Habia un monton de suplentes jovenes en sala, que fueron a leer discrusos que se llevaron escritos en un papel, que decian poco y nada sobre lo que se estaba votando, y parecian redactados mirando su muro de Facebook. Eran discursitos politicos de nivel universitario, que no aportaron nada a la discusion. Una diputada del FA fue a hablar sobre el papel de las personas trans en ritos de la religion afro (imaginense si Dastugue hubiese hablado de los ritos de Mision Vida; bueno esto fue igual de impresentable). Otra diputada del FA hizo una intervencion en la que leyo poemas y cito a tres autores de literatura. No dio ningun argumento, su intervencion fue basicamante eso y sacudir un pañuelo amarillo al final.
Del lado de la oposicion tambien hubo algunos mamarrachos, como un diputado que cito textos del Colegio Americano de Pediatras (ACPeds), cuando al Asociacion Americana de Pediatria (AAP) que es una institucion que realmente tiene respaldo cientifico y cuenta con muchos mas miembros y estudios cientificos en su haber, la desacredita como una instuticion de agenda politica conservadora y no como un referente cientifico. Eso mismo ya se habia señalado en la discusion en el Senado, pero el tipo aun asi baso toda su exposicion en eso.
Tambien se desvirtuo todo y hubo citas del Subcomandante Marcos, se meciono que en Cuba habia campos de concentracion de Homosexuales, se hablo de Bolsonaro y de Venezuela. Fue un circo. Al final ya se empezaban a interrumpir unos a otros para decirse cuanto se habian ofendido y como se sentian atacados, cuando en las barras habian personas trans que hasta ahora tienen seculas fisicas de los maltratos recibos en su infancia y adolescencia (las conozco).
En fin, ojala los colectivos trans sigan presionando y no dejen que esto que aprobaron quede en la nada. Ojala se reglamente, funcione, e incluso se corrija en el futuro lo que esta mal. Dudo que pase, pero espero que se siga presionando desde hoy mismo.
Estoy feliz por lo que lograron las peronas trans. Para ser un colectivo de menos de mil personas, en su mayoria sin educacion y con dificultades de todo tipo, lograron algo inmenso - sea en el contexto que sea.
Para terminar, quiero dejar dos entrevistas a activistas trans (una de ellas, Krisse, fallecida hace poco) que creo que aportan mucho mas que lo que se escucho en nuestro parlamento:
TRANS-UR CAPITULO 36 GLORIA MARIÑO
TRANS-UR CAPITULO 29 KRISSE
Son entrevistas hechas por una artista trans, Sofia Saunier. La filmacion, el audio y la edicion son tan crudas como las historias que se cuentan en ellas.
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2018.10.17 18:37 DarkedPlayer 'IX' Easter Egg Hunt

'IX' Easter Egg Hunt
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IX

Easter Egg

  1. Abrir Pack-a-Punch
  2. Encuentra calavera con símbolo en sala de pap. Mientras lo miras, activa un arma especial y saldrá. Recogerlo Gráfico de localización del cráneo(localizaciones)
  3. Obtén la muerte de Orión y coloca el cráneo en un molinillo que se encuentra en la Cripta inundada. Dispara 3 veces con un disparo lleno de Death Of Orion / Serket's Kiss. Recuperar artículo.
  4. Lleve un hacha arrojando gladiadores a la arena y pídales que lancen un hacha a una de las 2 piras para que caiga un trozo de madera que pueda ser recogido y colocado en el caldero grande en el piso más bajo de la torre Odins. Después de 3 rondas, puedes recuperarlo y obtener una cita del personaje sobre qué tan calientes están las brasas.
  5. Adquirir caca. La caca se recibe de la multitud cuando tienes la máxima mala afinidad. Esto se puede lograr fácilmente lanzando 3 granadas a la multitud y corriendo a través del fuego.
  6. Coloque la malla ósea, la caca y el carbón vegetal en un recipiente en el piso inferior de la Torre Zeus.
  7. Después de 2 rondas, recupera la mezcla (ahora fertilizante) y colócala entre dos árboles debajo del piso de entrada de Danu (donde recibes veneno para WW)
  8. Después de 3 rondas, el fertilizante comenzará a fumar verde.
  9. Usa una pistola PaP'd con el efecto Bomba de fuego y mata a un enemigo con Bomba de fuego sobre el fertilizante, las grietas azules aparecerán en el suelo debajo de la caca.
  10. Haga que todos los jugadores se paren en el piso agrietado y luego se lo trasladará a una versión en blanco y negro de la torre Danu (se desconoce la forma exacta de teletransportarse. Es posible que tenga que matar a un especialista o que todos los jugadores del juego interactúen con el fertilizante). Aquí debes sobrevivir y disparar las manchas rojas en el árbol, hay una para cada piso, una vez que hayas terminado, serás teletransportado.
  11. Alrededor del mapa aparecerán símbolos de toros que puedes prender fuego con el arma del escudo, después de cada símbolo aparecerá un zombie especial en el engendro que puedes matar para que el alma sea absorbida por la estatua de Ra. Dispara a 4 de estos símbolos de toro. Posibles ubicaciones de símbolos:
  1. Una vez que todos los campeones hayan muerto, el obelisco en la Sala Ra Altar tendrá un símbolo que todos en el juego necesitan para mantener el cuadrado en el símbolo. Todos serán teletransportados a una versión alternativa del reloj de la torre Ra en el obelisco, cuyos símbolos parpadean para determinar qué zombies especiales debes matar para completar el desafío. Si matas a un enemigo especial fuera de orden debes intentarlo de nuevo. Repita este proceso una vez más con éxito y habrá completado el desafío.
  2. Dispara 4 polos bajo tierra hasta que se levanten del suelo. Ubicaciones de los postes:
  1. Haz que todos los jugadores vayan en el medio de la Arena e interactúen con la piedra en el medio. Todos ellos serán teletransportados hacia el metro. Haz que todos suban a la Arena y habrá círculos eléctricos en 4 esquinas de la Arena. Ahora debes sorprender a los enemigos usando el efecto de reenvío Kill-O-Watt y cuando estén aturdidos debes matarlos para que la electricidad se transfiera a los polos de arriba. Cuando hayas cargado los postes lo suficiente, habrá orbes en los tazones de desafío en el medio de la Arena. Haga que cada jugador interactúe con uno de los orbes.
  2. Una vez que todos los orbes estén activados, recibirás un arma especializada ilimitada. Los gladiadores comenzarán a engendrarlos y sobrevivirán para completar este paso.
  3. Nueve símbolos azules aparecerán en la parte inferior del mapa. Dispara los siguientes símbolos en estos ángulos específicos para que todos los símbolos se iluminen. Cuando los dispares correctamente, los símbolos permanecerán azules para siempre.
Haga que todos se paren detrás de la rejilla metálica en la parte posterior del foso y mantenga presionado el botón de interacción. Habrá un ruido de engranajes cuando todos se hayan parado en él. Cuando se haga correctamente, todos los jugadores serán teletransportados a una versión especial de una sala y se verá obligado a matar múltiples oleadas de zombies y enemigos especiales. Cuando finalmente hayas matado a varios Blightfathers y hayas cogido una llave ahora en la parte superior de la reja, habrás terminado el desafío. 2. En la Arena habrá un portal rojo a través del lugar donde originalmente apareciste en el mapa. Haga que todos los jugadores interactúen con él para ser teletransportados a Boss Fight.

Fury & Wrath Elephant Boss Fight

  1. Olas de tigres y numerosos zombis Gladiadores vendrán a ti. Debes matarlos.
  2. Después de que todos los Gladiadores y Tigres hayan sido derrotados, el Elefante Furia entrará en el mapa por una enorme puerta. Dispara la armadura lateral de Furia para destruirla. Cuando su armadura es destruida debes dispararle a Furia en la cara hasta que muera.
  3. Después de que Fury sea derrotado, escucharás numerosas citas de audio. Después de un tiempo, el Wrath Elephant negro surgirá de la otra gran puerta. Mata a Wrath de la misma manera para completar la lucha del jefe y tener el juego de escena.
  4. Una vez que termine la escena tu juego terminará.

Pack-a-Punch

  1. Dirígete a una de las 4 salas de Altar de Dios y encuentra el gong en el área. Activa el gong.
  2. El Campeón del cierto Altar de Dios engendrará. Cuando logres matar al Campeón, caerá una cabeza de sacrificio para recoger.
  3. Repite este proceso en cada Torre de Dios hasta que tengas 4 cabezas.
  4. Dirígete al Templo y ve al altar de Pack-A-Punch sin abrir. Coloca las 4 cabezas alrededor del altar y Pack-A-Punch estará disponible.

Muerte de orion

  1. Abra Pack-A-Punch.
  2. En la entrada del templo Danu-Ra, un muro se derrumbará. Habrá un cuenco de fuego que debes disparar.
  3. Dirígete al puente de ese templo, observa el fuego. Apunta a un templo en particular donde se puede encontrar una cabeza de estatua, hay 4 posibles engendros para la cabeza (no puedes recogerla a menos que hayas disparado el tazón):
  • Ra - En el piso de abajo detrás de un tazón de fuego.
  • Danu - En la planta baja, en el agua.
  • Zeus - Piso inferior, en el baño, en la esquina debajo de unas cortinas.
  • Odin - junto al caldero grande
  1. Construye la trampa de ácido en cualquiera de las Entradas de la Torre.
  2. Coloque esa cabeza en larejilla debajo de la trampa y encienda la trampa.Ahora puedes recoger la llave una vez que la trampa se detiene.
  3. Después de recoger la Clave de escorpión, debes mantener la Afinidad de multitudes durante 2 rondas. Después de que termine la segunda ronda, la multitud te lanzará un frasco que debes mantener interactuar para recoger.
  4. En el área subterránea del templo de Denu, hay un árbol con un agujero. Combínalo y coloca la llave de escorpión dentro (los hitboxes son meticulosos). Coloque el frasco debajo.
  5. La siguiente ronda después de que hayas colocado el Frasco, debes ir a recogerlo. Una vez que tengas el frasco lleno, llévalo a Mystery Box. Ve al lado de la Caja Misteriosa y deberías poder interactuar con ella y envenenar la caja.
  6. La Muerte de Orión debería ser ahora la siguiente arma que recibas de la caja misteriosa. Puede ser empacado en el beso de Serket.

Bull Shield

Parte 1
  1. Ra Altar Room
  2. Ra Altar Room
Parte 2
  1. Zeus Altar Room
  2. Zeus Tower: Entrance
  3. Zeus Tower: Bath Room
Parte 3
  1. Odin Altar Room
  2. Odin Tower: Entrance
  3. Odin Tower: Cauldron

Trampa Acida

Parte 1
  1. Centro de Arena después de que un jugador haya completado 3 desafíos.
Parte 2
  1. Templo
Parte 3
  1. Templo
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2018.09.18 07:25 Zetusleep5390 La leyenda de los estudios en el callejón del aguacate.

La leyenda de los estudios en el callejón del aguacate.
Los últimos señores Mexicas habían llorado ya la pérdida de las tierras que algún día los acogieron y fueron testigo de la gloria de Azcapotzalco, que por aquellos días era el señorío responsable de estos parajes del sur de la Ciudad de México.
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Don Hernán Cortes había invitado a capitanes, soldados y aliados a un enorme banquete con vino de Castilla y cochinos de Cuba. Años después, Bernal lamentaría en sus crónicas de la conquista que los lugares fueron insuficientes y por otras cosas acaecidas aquella noche, hubiese preferido que nunca se llevara a cabo. La más macabra de las cosas acaecidas es el origen de esta historia. La noche fue agridulce, estuvo manchada por la sangre aunque no tuvo lugar batalla alguna. Las crónicas y la historia se han esforzado por borrar los terribles hechos que en aquella noche larga de Coyoacán costaría la vida de dos inocentes. No sólo las quejas por el espacio ahogaron la noche gloriosa de Cortés. Pasadas las 11 de la noche todas las antorchas se extinguieron, como por acto de magia la penumbra abrazó el patio del real de Cortés, el embrujo lo rompió el llanto desesperado de uno de los niños que jugaba en los pasillos, ese llanto centró la atención de todos los presentes que corrieron a avivar las antorchas y velas para restablecer la iluminación de aquel lugar. Los perros que habían acompañado a Cortés, tesoro preciado del conquistador, ladraron con violencia estridente que heló la sangre de todos los asistentes. Dos espadas de madera fueron halladas en el suelo, ante la mirada atónita y desesperada del resto de pequeñines que no atinaban a decir nada más que: “Julian y Rodolfo, ¡la noche se los ha tragado!”.
Entre llantos y confusión una puerta se cerró, como señalando el punto de escape de esa oscuridad que se había tragado a los pequeños.
Dos soldados liberaron a los perros, los canes corrieron velozmente por la puerta que señalaba el punto de escape -en todo momento ladrando con violencia y autoridad, como si sus ladridos fueran a detener al mal que ya todos buscaban-. Una comitiva liderada por Don Rodolfo De Escalante salió acompañando a los canes para apresar al responsable y dar con el paradero de los dos hijos varones del capitán español. Corrieron todos por caminos rurales y parcialmente empedrados, en espera de los caballos, carruajes y coches que algún día transitarían esas calles (algunas de las cuales al día de hoy siguen manteniendo tan rudimentario camino) como lo son los palacios y casonas españolas de estilo colonial que por aquellos días no eran sino cimientos, hoy testigos de la historia de México que nacía con la Nueva España tras la muerte de Tenochtitlán.
Finalmente, uno de los perros tomó camino por lo que hoy en día sería el final de la calle Francisco Sosa, donde la calle se convierte en la Cerrada Francisco Sosa; lugar en el que hoy se levanta un muro de piedra que en una esquina guarda un antiguo altar a la virgen del Rosario, sobre el que se elevan las ramas de un árbol de aguacate. Aquel perro paró y comenzó a ladrar en la penumbra con desesperación. La comitiva apresuró el paso y todos como una marcha coordinada pararon súbitamente ante una escena francamente dantesca. El perro que los había guiado tenia las orejas gachas, no dando crédito el animal a lo que sus ojos veían: eran las piernas y brazos del pequeño Julian De Escalante. El perro se lanzó contra un ente que estaba parado en la penumbra, desapareció para no ser visto más.
La pierna derecha del pequeño, cubierta en sangre, antecedía en fila a la pierna izquierda que a su vez estaba antes del brazo derecho y luego el izquierdo; donde la pequeña mano del inocente terminaba señalando hacia adelante en dirección a aquel ente de espaldas anchas y tamaño descomunal. El ruido que salía de aquella bestia era el de un coyote hambriento devorando a su presa. En sus anchas espaldas el torso y rostro de dolor del pequeño Julian que aún agonizaba, al borde de perder la consciencia el niño lloraba con desesperación y a los pocos segundos de que los soldados llegaron a su encuentro el pequeño perdió la conciencia. Un grito rompió el hechizo: “dadme la cara, ¡hideputa!” gritó un arcabucero de la comitiva, quien al mismo tiempo descargó en contra de la criatura. Aquel ente volteó despacio, entre sus brazos el cuerpo del pequeño Rodolfo De Escalante, de quien quedaba todo menos las vísceras que devoraba aquella criatura infernal. Los ojos de aquel ente eran de un rojo tan ardiente como las brazas que cocinaron los cochinos que ahora vomitaban todos los presentes a tan grotesco espectáculo. Varios de los soldados que componían la comitiva no pudieron contener las lágrimas y la desesperación, quedaron desarmados ante la barbarie que atestiguaban pues no hubo horror en las guerras que muchos ya habían vivido que se equiparara a lo que estaban presenciando. El cuenco que contenía las vísceras del niño le servían de plato ceremonial para beber la sangre del pequeño, a quien tomó entre sus brazos y alzó dejándolo suspendido para drenar todo su líquido vital.
El arcabucero entre llantos cargó nuevamente el arcabuz y arremetió contra la bestia. No pareció dañarla en absoluto. La reacción que aquella afrenta suscitó fue que el cuerpo del pequeño Rodolfo terminó recargado en una de las rodillas de la monstruosa aparición que arrancó de su espalda el torso de Julian y mordió su cuello para drenarlo también, el sonido de aquello era espantoso y toda vez que hubo bebido la última gota de sangre tomó de la cabeza los restos del niño, con violencia sin más lanzó el tronco del infante en dirección a la comitiva que inmóvil e impotente no daba crédito a lo que estaba viviendo, fue tal la fuerza con la que realizó el lanzamiento que la cabeza se desprendió del torso y quedó en la mano de ese monstruo. Así fue que abrió la boca de la cabeza, desprendió la quijada y lanzó a la oscuridad el resto de la pequeña cabeza. Dicha mandíbula sirvió entonces como un cuchillo ceremonial, la bestia tomó el hueso que había obtenido de Julian y rompiendo el esternón del pequeño Rodolfo accedió a su corazón, lo sacó. Lo sostuvo en sus manos y lo elevó como ofrenda a los dioses de esas tierras, ante todos los presentes de un sólo bocado devoró ese órgano. Del cielo cayó un rayo, como dictando sentencia de aquel rito se escuchó el aullido de un coyote proveniente de esa fiera, el suelo se abrió y el ente lanzó una bocanada de sangre hacia el cielo y desapareció al sonido de un extraño vocablo náhuatl que retumbó en los oídos de todos los presentes: NETZONCUILIZTETLATZACUILTILIZTLI (un aliado luego lo tradujo para todos, la venganza se ha consumado). Aquella sangre bañó una pequeña planta recién sembrada en la esquina de la muralla que limitaba los terrenos que pertenecían a Don Rodolfo De Escalante.
Don Rodolfo yacía en el piso, con el gesto de quien ha sido absolutamente derrotado. El peor castigo aún estaba por llegar. Su esposa Aura había sido avisado por alguien de la comitiva de lo ocurrido y a toda velocidad puso marcha por la noche, su hermoso vestido de gala no fue obstáculo para la desconsolada carrera de una madre que no quería dar veracidad a lo contado… hasta que llegó y se encontró con la horrible escena. El llanto desconsolado de la madre fue tal que los testigos se persignaron y llorando se esfumaron dejando en la absoluta soledad a la pareja. La madre tomaba las manos del pequeño Julian, acariciaba el rostro de Rodolfo, su llanto era incesante y su dolor no tenía parangón. Los días con sus noches que siguieron a tal atrocidad fueron para la mujer, agonía e infierno en vida. Los días los pasaba Doña Aura de rodillas en aquella discreta planta, que algún día sería un árbol de aguacate, lamentando sin parar la irremediable perdida de sus dos hijos. Por las noches dos esclavos tenían que salir por ella para cargarla al interior de la casa cuyas ventanas eran el vitral de aquel dolor indescriptible que consumió a Doña Aura. Las únicas palabras que salían de su boca era un doloroso testimonio de su pérdida: “¡mis hijos!”, constante recordatorio que avivó el odio y la locura en el corazón de Don Rodolfo. La falta de comida y el sufrimiento de la pobre madre la consumió a penas seis meses después. A un costado del aún tierno aguacate, Doña Aura pidió ser enterrada para estar con sus pequeños para toda la eternidad. Los restos mortales de los pequeños también fueron trasladados a ese lugar por instrucción de Don Rodolfo. La barda de piedra aún no terminada ganaba altura y la casa de los De Escalante iba tomando forma, cuya ala principal hoy permanece en aquel sitio, sitio desde donde hoy se cuentan las macabras historias que habitan en las oscuras horas de la noches. Las historias para no dormir.
Terrorífica historia es la de Don Rodolfo y los De Escalante en la Nueva España. Rodolfo y Juan De Escalante fueron dos hermanos provenientes de Toledo que se habían unido a la expedición de Cortés con el afán de llevar el negocio de su familia a las Indias. La familia De Escalante poseía una forje de armas que en buena parte fueron responsables de la muerte de miles de habitantes de las tierras que conquistaron los españoles. Los hermanos escalaron rápidamente entre los soldados de Cortés por su fiereza e inclemencia contra los conquistados. Los hermanos escribían cartas de jubilo y esperanza de expansión para la herrería, por supuesto que dejaban fuera los temibles detalles de sus proezas militares en Cuba, las Antillas, La Villa Rica de la Veracruz y Tenochtitlán. Fue Tenochtitlán el inicio de una serie de desgracias para los hermanos, serie que no culminó hasta extinguirse la vida de Don Rodolfo… quizás.
América tenía preparado un reclamo de sangre insaciable para los De Escalante, el primero en pagar ese peaje fue Don Juan, a quien Cortés había encomendado la conquista definitiva del Señorío de Azcapotzalco. Precisamente fue en Coyoacán donde los soldados que comandaba cayeron en manos de fieros guerreros águila que no tuvieron piedad sino de Don Juan, a quien presentaron ante el señor Cuahupopoca quien ordenó su inmediata decapitación y ofrecimiento ceremonial. El cuerpo de Don Juan nunca fue hallado, los totonacos que habían acompañado a los españoles en aquella empresa dieron parte de la crueldad que sufrieron los capturados a Cortés, quien vio en este suceso el pretexto perfecto para ordenar el sitio definitivo de Tenochtitlán y la toma definitiva de los Señoríos aledaños. Don Rodolfo De Escalante pidió a Cortés dirigir personalmente al bergantín que desembarcaría para la carga contra Iztapalapa y Coyoacán. Don Rodolfo sometió con brutal crueldad esas tierras que no tuvieron otra opción que pasar al bando de los conquistadores para culminar la toma definitiva de la gran Tenochtitlán. Aquella fue la primer venganza que Don Rodolfo juró en América, no sería la última.
Desolado tras la muerte de sus dos varones y su señora, Don Rodolfo envió a la pequeña Carmen de vuelta a España para ser cuidada por su hermana Doña Julia De Escalante viuda De Torrecillas. Don Rodolfo permaneció en la Nueva España supervisando la construcción de su fortaleza que habría de servir de casa, encomendó construir montado en la pared un altar a la virgen del Rosario, altar que aún permanece en la esquina que inicia el callejón del aguacate y cuya virgen en algunas noches, muchos cuentan, llora sangre.
Don Rodolfo montó guardia por las noches, desde que terminó la novena en honor a sus pequeños hasta el día de su muerte. En la esquina donde encomendó su altar, Don Rodolfo pasaba las noches rezando, entre los habitantes indigenas de esas tierras surgió la advertencia de no cruzar esa esquina al caer la noche pues aquellos que osaban poner un píe en aquella propiedad no volvían a ser vistos jamás. Durante el restante de la longeva vida de Don Rodolfo desaparecieron 46 niños y 20 jóvenes que se esfumaron por completo de esas tierras, hasta el día de su muerte, cuando sus criados dieron cuenta de los horrores que aquellas pobres almas sufrieron. Las osamentas fueron mortero para fortalecer la pared, dentro de la casa los gritos de auxilio eran ignorados mientras en su estudio de los horrores Don Rodolfo extraía la sangre abdominal para consumirla, mientras que la carne forraba sillas y mobiliario del estudio y los huesos se los daba a sus perros como juguetes o premios. Los sesenta y seis muertos, como toda la población indígena de esas tierras era para Don Rodolfo de Escalante el rostro del enemigo responsable de su dolor y tragedia.
Para 1537 el muro y la casa estaban terminados, un Rodolfo con aspecto de ermitaño prohibía a sus esclavos y criados hablar de lo que acontecía durante los días, sólo permitía que salieran a los jardines a regar con un balde que él les daba el aguacate que empezaba a formarse en árbol en la esquina de la propiedad.
Cuarenta años después de aquella fatídica noche de septiembre, noche en que Don Rodolfo lo perdió todo, un estruendo demoniaco llegó hasta la casa de Don Rodolfo, los criados y esclavos dicen que el diablo mismo le visitó para reclamar su alma. En la madrugada de aquel día Don Rodolfo echó a reír en la esquina de su casa, sentado como un niño contemplando su aguacate estremeciendo a todos los que le escuchaban, con una daga que había traído consigo de Toledo puso fin a su vida. La lectura de su testamento dejó en propiedad toda su Hacienda a su hija Carmen De Escalante de Rodriguez, quien decidió limpiar un poco su conciencia transformado aquella casa en una residencia para enfermos que formó parte de la herencia de los De Escalante en México hasta la década de los ochentas.
La casona de los De Escalante vio pasar por sus cuartos a miles de heridos y enfermos que padecieron en aquel lugar. Siglos de dolor abrazan la casa que hoy es hogar de nuestros estudios. El pasar del tiempo se ha encargado de hacer crecer la leyenda de este sombrío lugar.
Muchos años después de los sucesos que comenzaron todo un descendiente de los De Escalante decidió volver con su familia a la vieja casona de Coyoacán. Gustavo Escalante era padre de familia de Emilio, Benito e Irma, esposo de Beatriz Rodriguez. La familia vivió días felices desde el final de la primer década hasta la oscura noche del 20 de septiembre de 1929.
Don Gustavo fue un abogado de origen Español, un hombre bastante respetado por sus colegas y la sociedad en general, tenía muy buenos contactos y su familia vivía una muy buena posición en México. Sin embargo, existió un lado oscuro de Gustavo, una obscena obsesión por el ocultismo. En ocasiones desaparecía por semanas enteras para visitar brujos negros en Catemaco Veracruz. La inquietud que le robaba el sueño era la maldición que aquejaba a su familia desde que su ancestro, Don Rodolfo De Escalante, sembrara el terror en los corazones de los habitantes indigenas de esas tierras y se enemistara con sus dioses jurándoles la más fiera de las venganzas.
Fue así que un brujo le dio a Gustavo una Ouija para que contactara con su ancestro y esclareciera sus inquietudes en torno a los acontecimientos que dieron origen al sufrimiento de muchas generaciones de De Escalantes que por siglos se rehusaron a habitar en México temiendo un trágico final. Muchos siglos habían transcurrido ya y Gustavo estaba determinado a poner fin de una vez por todas al maleficio.
Aquella oscura noche del 20 de septiembre de 1929, Gustavo llegó a casa y pidió a toda su familia reunirse en el salón principal de su residencia. Sobre la mesa de su precioso comedor no había más que 4 velas negras y una tabla con letras escritas en ella. Gustavo explicó para sorpresa de todos el misterioso propósito de sus constantes viajes a Veracruz. Sus hijos por aquel entonces ya alcanzaban como mínimo la adolescencia siendo Benito el menor de ellos con 16 años. Beatriz no sabía muy bien como interpretar la extraña petición de su esposo, los hijos lo tomaron con cierta intriga y curiosidad. Cuando el padre de familia terminó la historia pidió que se apagaran las luces y se encendieran las velas para formar una suerte de circulo en torno al tablero. Todos tomados de las manos dijeron las palabras que el brujo había preparado para Gustavo. Con voz de mando y cierta esperanza dijo: Estamos aquí reunidos, generaciones de Escalantes que exigimos hablar con el alma de Don Rodolfo de Escalante, Capitán español que conquistó estas tierras y habitó hasta el día de su muerte en esta casa.
Todos los integrantes de la familia estaban tomados de las manos, expectantes a una respuesta por parte del tablero. Un frío como jamás habían experimentado los atravesó a todos, las luces que a la distancia se veían se apagaron súbitamente, un silencio sepulcral reinó en la sala… únicamente lo descompuso el sonido de los pabilos de las velas que se extinguieron una a una, como si alguien o algo estuviera soplando para apagarlas. Irma trató de soltar la mano de su padre, Gustavo le gritó: NO, NO DEBEMOS ROMPER LA CONEXIÓN. La pobre no lograba salir de su espanto pero decidió hacer caso a su padre, quien guiaba la sesión con extraña y natural destreza en el oculto asunto. De pronto el oráculo que era sostenido por Gustavo comenzó a moverse. Deletreo letra a letra su respuesta: S-A-N-G-R-E. Se miraron incrédulos todos pero ninguno quiso romper la conexión. Gustavo volvió a preguntar: Don Rodolfo ¿está usted aquí con nosotros? El oráculo nuevamente se movió deletreando la palabra: M-U-E-R-T-E. Nadie daba crédito de lo que estaba sucediendo en aquella oscura noche. Emilio, un joven de 20 años, decidió que había sido suficiente seguirle la corriente a la excentricidad de su padre y sin más soltó la mano de madre y su hermano Benito, al tiempo que dijo: “¡En verdad espera, padre, que no nos demos cuenta que no está buscando más que la manera de asustarnos! Me voy a dormir, ya tuve suficiente locura por un día”. Caminó hacia la puerta corrediza, pesada puerta de madera que dividía el salón principal del estudio de su padre, se cerró violentamente.
Beatriz la madre cayó desmayada, Emilio no podía creer lo que había visto, no había explicación alguna para que una puerta corrediza tan pesada como esa se cerrara abruptamente sin que nadie la empujara. Así fue que sin pensarlo le pidió a su hermano Benito que le ayudara a abrirla, Benito corrió rápidamente a interesarse por su madre que yacía desfallecida en el piso a un lado de la mesa.
Irma no podía parar de llorar, privada por un profundo e inenarrable horror era testigo de una de la escena más escalofriante de su vida. Ninguna leyenda de horror que conociera se comparaba ya con lo que estaba viviendo, ni siquiera las exploraciones que de niños hacían los hermanos en las noches para visitar el árbol de los susurros, pues Emilio les había contado que por la noche si se ponía mucha atención en el tronco del árbol de aguacate en el que terminaba su jardín se podían escuchar los lamentos de una mujer y unos niños, así como desgarradores gritos de horror. Ninguno de los asistentes estaba preparado para lo que tendrán lugar aquella oscura noche.
Cuando Emilio se percató de que su madre estaba tirada a un lado de la mesa corrió a ayudar a Benito, ambos le pidieron ayuda a su padre… nadie les contestó. Alzaron la cara para ver si su padre se encontraba bien, o si también había sido derribado, víctima del miedo ante una situación que comenzaba a pintar para peor. Para asombro de los hermanos, el lugar en donde ellos esperaban encontrar a su padre estaba vacío, sólo asomaba por los ventanales del comedor que daban al jardín la sombra del árbol de aguacate al final de su jardín. Gustavo había desaparecido. Sin dar mayor importancia a la desaparición del jefe de familia, los hermanos esquivaron a una horrorizada Irma que no podía salir de la conmoción. Todo mientras el tablero seguía activo y funcionando como un portal. Llevaron a la madre hasta un pequeño sillón que se encontraba en la sala principal de la casa y decidieron abrir uno de los grandes ventanales de la casa, pensando que quizá un poco de aire fresco reanimaría a la señora.
Cuando Emilio y Benito abrieron el ventanal se percataron de la figura de un hombre que estaba sentado, como contemplando el aguacate, ambos pensaron de inmediato en que su padre habría salido a tomar un respiro al jardín, sobrecogido por la emoción del momento… estaba parcialmente en lo correcto. Cuando decidieron llamarlo el hombre volteó, no vieron más que un ente completamente oscuro del que no se podían distinguir más que un par de brazas ardientes en donde deberían estar sus ojos. Sin dar crédito a lo ocurrido, continuaron su intento por reanimar a su madre. Emilio entonces le dijo a Benito que iría al botiquín por alcohol. Emilio echó a correr y atravesó sin mayor problema el umbral que antes estaba bloqueado por las pesadas puertas corredizas que separaban la sala del estudio y el resto de la casa. Benito, decidió atender al mismo tiempo a su hermana Irma; sin embargo, Irma también había desaparecido. Sorprendido por el hecho, pero sin ánimo de dejar a su madre sola, Benito empezó a llamar por su nombre a su hermana, fue entonces que escuchó carcajadas infantiles, nuevamente en el jardín. Benito estaba convencido de que su imaginación le estaba jugando una mala pasada, se llevó ambas manos al rostro para frotarse los ojos, al abrirlos nuevamente vio claramente a su padre sosteniendo a Beatriz con una mano y empuñando una daga en la otra. ¡PADRE, ¿QUÉ ESTÁ HACiENDO? Grito, e inmediatamente, Gustavo cortó de un sólo tajo la garganta de su hermana para dejarla tumbada al lado del árbol regando éste con la sangre que emanaba a borbotones del cuello de la joven. Benito no podía creer lo que estaba pasando, fue entonces que Gustavo lo miró fijamente y echó a reír.
¡Benito, muévete carajo, que mi mamá no se despierta! –gritó Emilio– súbitamente Benito salió de su asombro sin poder articular palabra alguna. Fue entonces que desde la segunda planta de la casa escucharon al padre llamándoles, este les decía que llevaran a su madre al patio para que el césped húmedo y el aire fresco la reavivara. Cuando Emilio se dispuso a seguir la instrucción de su padre Benito lo detuvo. ¡Mi papá está como loco, acaba de matar a Beatriz… cabrón, vámonos de aquí, hay que sacar a mi mamá! le dijo Benito a Emilio. Ignorando lo que su hermano le imploraba lo apartó y cargó a su madre, como quien carga un costal de papas salió por la ventana que apenas tenía una caída de 30 cm respecto al jardín y la acostó justo en el medio. Al intentar reintegrarse Gustavo apareció detrás de él, tomó al joven de la cabellera, le alzó la cara y de un sólo tajo lo degolló; con una fuerza sobre natural lo lanzó al tronco del árbol, cubriendo éste con la sangre que emanaba con potencia del cuello del joven. Benito subió a toda velocidad a su cuarto, el muchacho no podía dejar de pensar que todo era un mal sueño y tendría que despertar eventualmente. Su idea fue correr a su habitación, quizá contemplándose a sí mismo durmiendo: despertaría.
En el jardín, el cuerpo de Beatriz seguía tirado, sin conciencia alguna de lo que estaba sucediendo, fue así que Gustavo la recogió, tomándola entre sus brazos la cargó hasta la base del árbol, empuñando su daga se la enterró de forma violenta en el corazón. Inmediatamente dejó caer el cuerpo de su mujer, todavía con la daga clavada en el pecho, ya en el piso con la maestría de un cirujano (o quizá la de un carnicero) rompió la barrera torácica de la mujer, extrajo su corazón y lo contempló… mientras el cuerpo sin vida regaba con más sangre las raíces de el árbol de aguacate.
Benito presenció aquel horror desde su ventana. Buscando la salida de su pesadilla únicamente se hundió aún más en la misma. Benito sabía que la situación que vivía era límite, debía de enfrentarla para sobrevivir así fue que puso marcha a toda velocidad al jardín. Era Benito quien tenía que enfrentar a un Gustavo que aquella noche parecía más un demonio que su padre, fue así que antes de salir al jardín tomó la ouija de la mesa. Lo que había empezado todo tendría que terminarlo. A toda velocidad se lanzó en dirección a su padre para golpearlo con la tabla y así desarmarlo; sin embargo, en un reflejo ante el ataque inminente el padre clavó la daga en la tabla. La fuerza del golpe de aquella daga contra la tabla fue más la de una explosión que la de un simple pedazo de acero afilado rompiendo una tabla de madera. Un chillido horrendo se escuchó en lugar del sonido de la madera rompiéndose. Benito y Gustavo quedaron tirados en el jardín. El esfuerzo final y absoluto sería recomponerse para asestar el golpe final al oponente, cuando Benito intentó hacer lo propio, Gustavo estaba encima de él. Lo miro fijamente y le dijo: ¡Hijo, tienes que ser tú quien termine con esto, no traigas más dependencia maldita a este mundo!.
Benito intentaba quitarse a Gustavo de encima, la daga empuñada en su mano ahora tenía como base el tablero ouija… Gustavo retiró su brazo para tomar impulso y cuando todo parecía perdido para el muchacho… el padre de un sólo golpe y sin meditación se clavó el cuchillo en la sien.
El cuerpo sin vida de Gustavo escurría sangre en la cara de Benito, el joven con apenas 16 años no podía terminar de entender como toda su vida se había venido abajo en a penas minutos de una oscura y desafortunada noche de septiembre. Benito perdió la conciencia.
Debido a la posición social de la familia De Escalante y a algunos colegas del licenciado Gustavo De Escalante y Casas, los periódicos no publicaron más que una esquela recordando a “Gustavo de Escalante y Casas, padre de familia de Emilio e Irma De Escalante Rodríguez, esposo de Doña Beatriz Rodríguez Martínez, a quienes sobrevive el joven Benito De Escalante Rodríguez. Perdieron la vida durante un intento de robo a su propiedad. Qué en Paz Descansen…” el periódico daba información sobre los horarios de la novena que se ofrecería por el descanso eterno de la familia. La versión oficial de la historia fue esa. Benito único testigo y superviviente sabía que la realidad había sido otra, pero nunca hasta el día de su muerte quiso contar lo ocurrido. El relato de aquella oscura noche lo guardó en una caja junto a otra memoria oscura. La caja sólo decía: “no abran nunca esta caja de la media noche”. Clavado en ese baúl de madera estaba el arma homicida, una preciosa daga antigua con una empuñadura de fina manufactura que tenía el escudo de armas de la familia De Escalante.
El 6 de septiembre de 1986 el cuerpo del capitán del Heroico cuerpo de fucileros Benito De Escalante Rodriguez fue encontrado por su asistente doméstica en su casa en el barrio de Santa Catarina en la delegación Coyoacán, murió de causas naturales según lo indicado su certificado de defunción.
Su casa en el número 34 de la calle Francisco Sosa estuvo abandona muchos años. Las únicas visitas que recibía la propiedad eran el sin fin de curiosos y amantes de lo paranormal que se daban cita en las madrugadas para comprobar si el llanto de sangre de la virgen del Rosario, que se encontraba en un altar cubierto por las ramas y hojas de un antiguo árbol de aguacate, eran reales. O bien, si los lloros y quejas de dolor de una madre y sus hijos eran audibles entrada la media noche. O si el hombre de la capa se aparecía por aquella esquina a las 3 con 33 de la madrugada. Finalmente la delegación Coyoacán tomó posesión del inmueble y fue rentado como espacio para oficinas. En la oficina, que hoy es un estudio se encontró el baúl con la daga, donde escrita estaba la historia antes contada y una carta cerrada que decía “el niño”.
El niño 
Todas las tardes al volver del cuartel tenía la única certeza de que me encontraría al mocoso regordete jugando con sus amigos fuera de mi casa. Por años toleré que ese infeliz chamaco me imitara y me siguiera como marchando a mi lado, pidiendo tocar mi uniforme e ignorando mi atenta petición de que me dejara en paz. Pero yo nunca creí ser un asesino, odiaba a ese niño sí, pero nunca lo suficiente como para matarlo. Escribo esta confesión que espero no sea leída nunca, porque no puedo más con la culpa, pero sobre todo con la imagen maldita del escuincle regordete que me sigue a todos lados a donde voy.
El día 15 de septiembre de 1949, lo recuerdo pues volvía de la ajetreada jornada del desfile militar, toqué la puerta del número 15 de la privada Mondragón. Hasta ese lugar había seguido al condenado chamaco. Me atendió un señor, no tendría más de 40 años, con algo de sorpresa el muy maricón pensó que tenía algún problema que el ejercito iba a resolver. Le aclaré que mi visita tenía como objetivo resolver un asunto urgente. Quería saber si el niño malcriado y regordete era su vástago. Toda vez que el imbécil me confirmó que la dolencia ésa era su niño, le pedí que le ordenara que dejara de estarme fastidiando, le advertí que no quería volver a ver a su hijo y a su panda de amigos jugando cerca de mi propiedad nunca más. Tengo derecho a estar solo, a no escuchar el infernal chillido de esos mal nacidos cuando quiero retirarme a descansar. Como no podía ser de otra manera, me juró por su madre que la molestia no se repetiría, me ofreció pasar a su casa, tomar un café… nomás no me ofreció a su esposa porque no tuvo oportunidad. Le dije que lo único que quería de él era que su niño no me estuviera jodiendo y no se apareciera más por mi casa y mi calle. Se le pusieron sus ojos rojos y me extendió la mano, como si yo quisiera estrechar la mano sudada de un blandengue como ése, di la media vuelta y le dije: estás advertido, cabrón.
Antes de matarse mi padre me dio el mejor consejo de la vida: no traigas dependencia maldita a este mundo.
Ciertamente no tolero la compañía de mujeres que no sea por más de unas horas, desnudas y en la cama, como para qué carajos querría yo además a un niño.
El día 20 de septiembre de 1949, pasaban las 1800 horas cuando regresé de una caminata por el barrio. Ahí estaba ese engendro del demonio, jugando a las canicas en solitario. Le grité: “le advertí a tu padre que no quería volverte a ver aquí, mocoso”. Lleno de ira me abalancé hacía él. La cara de espanto que tenía la pequeña bestia ése era castigo suficiente. Pero aún hoy a tres años de lo que pasó no puedo entender lo que se apoderó de mí, ese día.
Todo lo que hice, si es que yo lo hice fue en calidad de espectador, cuando tomé al niño era para llevarlo de las orejas con el bueno para nada de su padre, con el afán de que le dieran una merecida chancliza, juro que esa era mi intención.
Primero le tomé de la oreja y cuando lo quise arrastrar el mocoso empezó a llorar. Ese tipo de mariconerías francamente me encabronan pero no como para tomarlo del cuello. Mis manos, las dos apretaron su cuello y cargaron al niño en la esquina de mi casa, parecía que se lo estaba entregando a la virgen, el olor de los orines de ese mocoso era penetrante, pero parecía que no me importaba que sus meados fueran a manchar mi uniforme, porque con los dos brazos lo cargué más hasta que escuché finalmente como el pescuezo le tronó. Juro que cuando volví en mí el niño estaba tirada burlándose de mí. Abrí el portón de mi casa y cuando iba a entrar a mi sala para tomarme un tequila escuché un golpe muy fuerte, era un coche que se había estampado contra el muro exterior de mi casa, abajo del coche estaba el cuerpo del mocoso ése… La cruz y la policía dijeron que el conductor tratando de esquivarlo se lo llevó y lo mató, pero yo sé que eso no fue así, como también sé que el empedrado de la calle no deja que los coches tomen mucha velocidad, no sé cómo es que el conductor de ese Cadillac también se murió.
Creo que estoy perdiendo la razón, pero también creo que la maldición de la que tanto hablaba mi padre es real. Juro por la memoria de mi madre que los acontecimientos de ese día me tuvieron como mero espectador, pero aún así no puedo quitarme de la cabeza la imagen de ese niño entre mis manos, sus ojos que se apagaron cuando le tronó el cuello. Todo lo demás que pasó ese día ya no sé si es verdad, o sólo un sueño. ¿Yo maté a ese niño? ¿Qué se apoderó de mí, llenando mi ser de tanta rabia? Ya no sé si es verdad, pero necesito limpiar mi conciencia.
Ese niño viene a joderme la existencia, todas las madrugadas a las 3 me levanto, lo quiera o no. También, lo quiera o no lo veo y lo escucho jugando con sus canicas en la esquina donde murió.

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2018.08.27 19:09 CharoMariposa "Acoso y derribo" a una guardia civil en Lanzarote

27/08/2018 16:36 LAURA L. RUIZ
https://www.publico.es/sociedad/guardia-civil-acoso-derribo-guardia-civil-lanzarote.html
Desde la sanción por “insubordinación” a la agente que se quejó de la falta de chalecos antibalas femeninos en Cantabria, hasta la represalia por negarse a reducir la vigilancia sobre una mujer maltratada en Chipiona, pasando por los ocho años que se tardó en equipar de manera adecuada a una agente de montaña en Huesca. Denuncias de acoso y desigualdad que salpican comandancias de la Guardia Civil por toda España, que coinciden con el 30º aniversario de la incorporación de la mujer al cuerpo y que demuestran que es un problema integral y no casos aislados.
Otro de esos casos es el de la sargento jefe del Seprona Gloria Moreno en Lanzarote. En solo nueve meses le han abierto cinco expedientes disciplinarios, ha cumplido más de tres meses de cese cautelar y ahora se enfrenta a la petición de cuatro años de cárcel. “Es un caso de acoso y derribo hacia una persona, que no solo ha demostrado su valía profesional, sino como persona íntegra y con unos valores intachables”, explica a Público Nerea Undabarrena, vocal de Igualdad de la asociación profesional Independientes de la Guardia Civil (IGC). “Quedará demostrada en su momento la inocencia absoluta de mi defendida, como ya ha ocurrido en otras ocasiones anteriores”, responde María Jesús Díaz Veiga, abogada de la agente y ahora responsable de su defensa ante la Fiscalía.
La fiscal de Arrecife pide no solo los cuatro años de cárcel sino también la inhabilitación especial para Gloria Moreno, acusándola de “falsedad documental” por unos hechos ocurridos en 2015. Pocos meses después de que la agente del Servicio de Protección de la Naturaleza (Seprona) natural de Segovia fuera destinada a Lanzarote en 2014, ella lideró una de las operaciones más importantes contra el furtivismo en las islas. Se realiza una intervención junto al Servicio Marítimo de Fuerteventura que acabaría con 19 hombres denunciados -once de ellos a la espera de juicio todavía- por cazar y asar pardelas en el islote de Alegranza. Las repercusiones fueron grandes puesto que la pardela es un ave con una alta protección en las islas y porque los detenidos son personas poderosas: empresarios, constructores y hasta un policía nacional.
“Permisividad oficial” en las islas Pese a las denuncias, era la primera vez que se lograba denunciar a tantas personas relacionadas con el furtivismo de esta especie. Si en 1996 los agentes que vigilaban el parque renuncian a la tarea por la “permisividad oficial” a la caza ilegal, tres años antes era el propio titular del departamento de Agricultura del Cabildo de Lanzarote quien era pillado infraganti con pollos de pardelas. Por eso, cuando a Gloria Moreno le advierten que los furtivos podrían tener alguien dentro de la Guardia Civil que pudiera estar dando el chivatazo de las operaciones policiales, la agente no duda en informar por escrito a sus superiores. Este acto es justo el que la fiscal considera “falsedad documental” al asegurar que Gloria Moreno eleva este documento “a sabiendas de que sus manifestaciones no se correspondían con la realidad (...) conteniendo en el mismo unas afirmaciones mendaces, y en las que le atribuía la comisión de unas irregularidades en el ejercicio de sus funciones al Guardia Civil Miguel Ángel Padial Ortiz destinado en el mismo destacamento del Seprona de Lanzarote, y por lo tanto subordinado de la acusada".
La Guardia Civil Gloria Moreno. SERGIO CALLEJA La Guardia Civil Gloria Moreno. SERGIO CALLEJA Este es solo uno de los frentes que tiene abiertos la sargento del Seprona. Su caso se remonta a justo hace un año, agosto de 2017, cuando recibe el primer expediente sancionador. Es leve y responde a la queja del Director Centro de la isla de La Graciosa porque la agente Moreno pregunta sobre el destino de los gatos capturados en el Parque Natural. El segundo, un mes después y también leve, “por no haber evitado que una ciudadana interpusiera una queja”, en palabras de su abogada. El tercero y considerado falta grave, viene al tramitar las denuncias que se encuentra de protectoras de animales al volver de su baja por maternidad. En enero, vuelve a abrir un expediente grave por pedir las copias de los testimonios de unos expedientes. El quinto y considerado como falta muy grave se produce en abril. Es fruto de la denuncia del veterinario de la perrera municipal de Arrecife, Javier López, que denuncia el acoso que está sufriendo por parte de la agente cuando esta investiga las denuncias que existen de irregularidades en el recinto. Entre las irregularidades que se denuncian están el sacrificio injustificado de animales, sin esperar los días descritos por la ley o la entrega de cientos de cachorros sin vacunar ni con chip.
El caso de Gloria Moreno recuerda a otros casos donde el hecho de denunciar irregularidades trae más problemas que logra soluciones en la Guardia Civil “El coronel Ricardo Arranz cree a pies juntillas al trabajador municipal sin practicar ningún tipo de diligencia”, explica Díaz Veiga. Además, Arranz envía una carta de disculpas al veterinario por el comportamiento de la agente. “Nunca he visto que un coronel se disculpe por un ciudadano, nunca”, comenta Fernando García García, portavoz de la Junta Directiva, que reseña que, en su opinión, Gloria Moreno “ha cumplido con su deber” y que entiende que a ningún ciudadano le gusta que le investiguen aunque “si tienes la conciencia tranquila no te quejas”. Javier López, además de quejarse ante los mandos superiores de la Guardia Civil pone una denuncia en el juzgado, que ahora pide su archivo al conocerse que en la fecha en la que se produjo la supuesta filtración documental Moreno estaba de baja por maternidad.
En su lugar, en esas fechas, estaba al mando el agente Pardial, quien además de estar como testigo de la fiscalía en el caso por el chivatazo a los cazadores furtivos, ha presentado una queja contra Moreno que aún está por tramitar. “Padial fue también el jefe del Seprona de Lanzarote durante los meses en que la sargento Moreno estuvo de baja por maternidad, período durante el cual no se tramitaron las denuncias presentadas por los ciudadanos, teniendo que hacerse cargo de ellas la sargento Moreno a su vuelta tras el parto”.
¿Casos aislados o un problema general? El caso de Gloria Moreno recuerda a otros casos donde el hecho de denunciar irregularidades trae más problemas que logra soluciones en la Guardia Civil. Más aún en cuerpos como el Seprona, destinos en el extranjero o el Greim (Grupos de Rescate Especial de Intervención en Montaña) donde la presencia de mujeres es muy reducida aún.
Es el caso de otra agente de Medioambiente, esta vez en Sevilla. María Serrano tiene pruebas de que un subordinado redacta él mismo los recursos de descargo de los denunciados o los chivatazos. Cuando lo eleva a su superior, el coronel reprende a Serrano y abronca de tal manera a la agente que acaba llorando. "Cuando fueron al juicio, el capitán psicólogo, que escuchó las voces, dijo que no se acordaba de nada. Archivaron la denuncia y dijeron que había sido una riña paternalista", explica Alicia Sánchez, secretaria nacional de la Mujer de la AUGC, que denuncia una “doble vara de medir” en muchos casos. “Si yo hago eso, con todos mis años de servicio, con un agente recién salido de la academia estaría en la cárcel”, considera Sánchez.
En la Guardia Civil el número de mujeres representa el 6% en toda España. / EFE En la Guardia Civil el número de mujeres representa el 6% en toda España. / EFE Una situación que puede estar detrás de que casi el 80% de las denuncias por acoso laboral y sexual que se presentan en la Guardia Civil acaben archivados. También, apuntan desde la AUGC, está detrás del bajo porcentaje de presencia femenina en el Cuerpo. “Un 7,2 de agentes mujeres, cuando en las pruebas de acceso la presencia femenina llega al 20%”, detalla Alicia Sánchez que lo compara con la Policía o el Ejército (entorno al 12% en ambos casos) y resalta que quieren acabar con la idea de que las agentes están haciendo labores administrativas ya que “más del 50% de los agentes destinados a seguridad ciudadana son mujeres”.
La igualdad de trato, el techo de cristal para ascender o la conciliación laboral están en la lista de prioridades que reclaman las agentes. Una situación que se plasma en el elevado asentismo laboral y en las jubilaciones de las agentes, con un porcentaje mucho más alto que los hombres. “Se ha llegado a crear grupos de whatsapp hechos por sargentos o cabos para preguntar al resto de compañeros qué les parece si esa compañera coge la reducción de jornada”, comenta la portavoz de AUGC, además de señalar que la primera agente que logró tener una sala de lactancia en la Comandancia se retiró prematuralmente. “Solo ella y su familia saben por lo que tuvo que pasar”.
El protocolo de acoso de la Guardia Civil no es garantista y carece de plazos Este es el contexto con el que se abrirá la próxima cita del Comité para la igualdad efectiva de mujeres y hombres en la Guardia Civil, un organismo creado en 2014 y que se reúne anualmente. Una oportunidad, según las asociaciones, para mejorar las cosas con el nuevo director designado por el Gobierno de Pedro Sánchez, el magistrado Féliz Azón. “Ha entrado con buen pie”, comenta Fernando García García de IGC. “Nos reunimos con el anterior -en referencia a José Manuel Holgado Merino- hace unos pocos meses y porque suplicamos. El nuevo ya ha llamado a nuestra puerta”. Por su parte, desde AUGC esperan que Azón “no se duerma” y cambie cosas antes de acabar la legislatura. “Hay cosas que puede hacer el director y otras que hay que pedirlas a los partidos políticos para legislar -amplia Alicia Sánchez-. El protocolo de acoso, por ejemplo, queremos cambiarlo. Queremos el de la Administración General del Estado porque el que tiene ahora mismo la Guardia Civil no es garantista y carece de plazos. Esto hace que la víctima pueda estar dos o tres años sin resolver y tu acosador o acosadora seguir ahí”.
Por el momento, Azón en estos meses en el cargo ya ha impuesto la sanción de un mes de suspensión de empleo y sueldo por falta disciplinaria grave a la cabo 1º María del Pilar Villacorta y tiene en su mano ratificar o anular el quinto expediente contra la sargento jefe Gloria Moreno del cual depende que no sea apartada del Seprona ni perder su destino en Lanzarote.
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